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domingo, 4 de junho de 2017

Dormir nos Andes num comboio de luxo

O Belmond Andean Explorer já está a circular. Atravessa parte dos Andes peruanos numa composição que tem a filosofia de um cruzeiro, combinando o alojamento com visitas diárias.

Machu Picchu, localizado na cordilheira dos Andes 


Viajar num comboio de luxo nos Andes? Já são conhecidas as viagens entre Cusco e Macchu Picchu, atravessando o Vale Sagrado dos incas a bordo do Belmond Hiram Bingham. Mas a partir de hoje é possível atravessar parte dos Andes peruanos em comboio que tem a filosofia de um cruzeiro, combinando o alojamento com visitas diárias à medida que se avança pelas terras altas das montanhas andinas.

Ou seja, através de alguns dos mais deslumbrantes cenários do mundo, sempre sob o signo de Michael Williams: “A viagem de comboio torna-se um momento de relaxamento em vez de um intervalo stressante entre a origem e o destino. O conceito de slow travel representa um reaproveitamento do tempo, transformando a jornada numa experiência rica” (em On the slow train).

Tudo no Belmond Andean Explorer, que oferece quatro opções de itinerário com uma ou duas noites a bordo para apenas 48 passageiros. As cabinas vêm em quatro tipologias, cada uma com a sua casa de banho completa privada: a deluxe com cama dupla, a junior com cama dupla, a de cama twin e a de beliches, todas inspiradas nas texturas dos tecidos peruanos e nos tons suaves da lã de alpaca.
Há quatro roteiros disponíveis. No Terras Altas Peruanas (Cusco – lago Titicaca – Arequipa; duas noites, três dias, partidas às quintas-feiras de manhã) a viagem começa na antiga capital do Império Inca e dirige-se, entre vales profundos e montanhas majestosas, para o Altiplano, entre lamas e alpacas, até chegar ao lago Titicaca, através de Puno, onde se podem apanhar os barcos para ver as famosas ilhas flutuantes. Depois, visitam-se as Grutas de Sumbay, onde se encontra arte rupestre dos primeiros humanos a viverem nas terras altas do Peru. O destino é Arequipa, a “cidade branca”, vulcânica e barroca, num vale de montanhas desérticas da cordilheira dos Andes – ou seja, “apenas” a 2300 metros de altitude, a mais baixa desta viagem de altos e baixos: Cusco está a 3400 metros e Puno (lago Titicaca) a 3827. O segundo roteiro, Planícies Andinas e Ilhas de Descoberta (Arquipa – lago Titicaca – Cusco), faz o percurso inverso do anterior sem visita às Grutas de Sumbay; os outros dois, Espírito da Água (Cusco – Puno; uma noite, um dia, partidas às terças-feiras de manhã) e Espírito dos Andes (Puno – Cusco) une “apenas” a antiga capital ao berço dos incas. 

Veja que sugestões a TravelTailors tem para as suas aventuras no Peru

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Os impérios do passado

Nada como calcorrear ruínas antigas e monumentos históricos para nos transportar para outra Era, numa outra civilização. Quer retrocedamos alguns séculos ou vários milénios, a sensação de viagem no tempo é tentadora. Embora alguns dos sinais das suas existências já tenham erodido, ainda podemos observar, um pouco por todo o globo, autênticas maravilhas que atestam os níveis de desenvolvimento a que alguns impérios ascenderam. Assim, propomos-lhe ideias para uma rota histórica, pelos quatro cantos do planeta - sempre com a pá e a escovinha a postos para a descoberta. 



CIDADE PROIBIDA, PEQUIM, CHINA
Durante quase 500 anos, este complexo de quase 1000 edifícios (!) serviu de palácio imperial, hospedando o Imperador e sua família. A entrada na cidade estava expressamente vedada a qualquer pessoa que não fosse autorizada pessoalmente pelo Imperador, dando origem ao seu nome. Rodeada por uma muralha de 8 metros de altura e por um fosso de mais de 50 metros de largura, esta impressionante estrutura ainda hoje assume papel de destaque na administração cívica chinesa, estando alinhada com a Praça de Tiananmen, pólo cerimonioso da capital. Exemplificando na perfeição o estilo arquitectónico palaciano tradicional da China, a Cidade Proibida é uma atracção de visita obrigatória para todos os que viajam até Pequim. E se a história lhe diz muito, então um mês pela China como fez o nosso cliente Pedro (que queria conhecer o máximo número de patrimónios UNESCO do país durante a sua estadia) poderá dar-lhe a conhecer outras maravilhas.



MACHU PICCHU, CUZCO, PERU
Talvez a mais icónica marca da cultura inca, esta cidade construída há quase 500 anos ergue-se a 2500 metros do solo, requerendo uma caminhada de alguns dias para aí chegar. Autêntico mistério para os arqueólogos, que desconhecem o seu propósito, este é um lugar de trilhos recônditos, descobertas fascinantes e vistas soberbas, ideal para aventureiras caminhadas em grupo. Totalmente desconhecido dos Ocidentais até ao Século XX, o Machu Picchu apresenta um notável grau de conservação, e é um lugar a visitar para quem viaje até ao Peru.



Capital do Japão imperial durante mais de um milénio, a cidade de Quioto é célebre pelos seus mais de 2000 templos, palácios e graciosos castelos de madeira. Com magníficos jardins coloridos ladeando os locais de reflexão, esta cidade magnificamente preservada é um local excelente para dar longos passeios contemplativos, enquanto se admira a flora e a arquitectura local. Numa cidade que contém mais de um quinto dos Tesouros Nacionais do Japão e que acolhe cerca de 30 milhões de visitantes anualmente, é difícil encontrar algo que não nos fascine...sobretudo se a par da monumentalidade pudermos assistir às maravilhas da natureza que são as cerejeiras em flor ou a folhagem rubra de Outono.




Capital do Império Persa até à sua conquista por Alexandre o Grande, Persépolis é hoje Património da Humanidade. Actualmente, as ruínas das antigas construções aqueménidas formam um conjunto de aspecto lúgubre, depois de Alexandre e seus generais terem queimado a cidade quase por completo. Apesar disso, pode-se ver um grande número de palácios e outros edifícios de relevo, como o Grande Palácio de Dário e os famosos Portões de Xerxes, bem como o imponente Salão do Trono. A apenas 70 quilómetros de Shiraz, as ruínas de Persépolis vivem como testemunhas da antiga grandiosidade do primeiro Império Persa.



MALACA, MALÁSIA 
Em 1415, há 600 anos, a conquista de Ceuta marcou o início da Era dos Descobrimentos Portugueses. Zarpando da costa portuguesa, as caravelas lusitanas espalharam-se e "trouxeram novos Mundos ao Mundo", alcançando os diversos continentes por este planeta fora. Na península da Malásia, no Sudeste Asiático, temos ainda resquícios da presença portuguesa na Ásia. Aqui, podemos ver a igreja de São Paulo e a Porta de Santiago da Fortaleza de Malaca como atestantes da chegada de Afonso de Albuquerque e dos 1.200 homens com que conquistou o Sultanato de Malaca, há tantos séculos atrás.



domingo, 7 de setembro de 2014

DESTINOS PARA OS AMANTES DA ARQUITECTURA - MACHU PICCHU, PERÚ

 http://www.travel-tailors.com/detalhado.php?i=89

A espantosa cidade peruana de Machu Picchu, a quase 2 500 metros de altitude, é um extraordinário exemplo da arquitectura Andina. Esta envolve, sobretudo, fortes muros de pedra e telhados em madeira.