"Olá,
Já em Portugal e a pensar nas próximas viagens, continuo por agora a partilhar as minhas experiências em Omã. Trata-se de um país fascinante, bonito e muito diversificado, com um povo afável e hospitaleiro. Além disso, é ainda turisticamente pouco explorado, razão pela qual vale a pena escolher Omã como possível destino de viagem o quanto antes.
Depois de falar do incrível mercado de cabras de Nizwa, durante esta semana os novos posts concentraram-se nos wadis do norte de Omã, nomeadamente o Wadi Bani Khalid e o Wadi Shab, onde tomei belos banhos em águas límpidas verde-esmeralda; e também na zona montanhosa de Jebel Shams, onde fiz o belíssimo Balkony Walk. Tudo experiências absolutamente recomendáveis. Ora veja:
De resto, desafiei os meus colegas na Nomad, Tiago Costa e Eduardo Madeira, a partilharem a sua experiência de trekking nas montanhas Tien Shan, no Quirguistão. O texto é o resultado de uma aventura exploratória para uma nova viagem da agência, acabada de anunciar.
A propósito, para quem adora viajar e gostaria de escrever mais sobre essas viagens, lancei há dias as primeiras datas para os workshops de Escrita de Viagens em 2018 (+ informações por email):
Por último, aproveito para relembrar que a melhor forma de ajudar o Alma de Viajante a manter-se vivo e sem publicidade é usando os links que disponibilizo no blog para fazer as suas reservas. Para si é igual e não paga nem mais um cêntimo / centavo, mas para mim faz toda a diferença (recebo uma pequena comissão dessas empresas e, grão a grão...). Nomeadamente:
Muito, muito obrigado!
Grande abraço e boas viagens,
Filipe Morato Gomes"
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Experiências fascinantes em Omã
Partilhamos esta publicação de Filipe Morato Gomes, por quem temos uma grande estima:
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segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Fomos de férias, à descoberta das suas próximas viagens: As férias da Laura
VIAGENS QUE DESPERTARAM OS SENTIDOS DA LAURA
Indonésia e Marrocos - paisagens, vivências, sons, cheiros... a Laura foi na senda de experiências impactantes!
Assim que aterrou na paradisíaca ilha indonésia de Bali, a Laura foi descobrir os imensos campos de arroz em Ubud, uma cidade “espectacular, muito cultural e muito espiritual”. Se apreciar o contacto com animais, pode também andar de elefante no Bali Elephant Camp. Caso seja adepto de tranquilidade, a Laura recomenda-lhe Nusa Dua, onde pode encontrar praias de mar calmo e areia branca e fina: um verdadeiro paraíso. A Laura terá ainda muito gosto em falar-lhe dos melhores hotéis onde ficar em Bali e Lombok: ela foi espreitar (quase) todos precisamente para poder conhecer os melhores para si!
Em Marrocos, a Laura encontrou uma pluralidade de vivências: foi princesa nos palácios de Meknes, artesã em Fez e uma autêntica mulher de negócios nos mercados. O esplendor imperial de Marrakech não deixa ninguém indiferente. Alguma vez viu um pôr-do-sol nas dunas? Aqui, é possível fazer isso e muito mais: que tal um passeio de dromedário e acampar uma noite no deserto?
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domingo, 4 de junho de 2017
Dormir nos Andes num comboio de luxo
O Belmond Andean Explorer já está a circular. Atravessa parte dos Andes peruanos numa composição que tem a filosofia de um cruzeiro, combinando o alojamento com visitas diárias.
Machu Picchu, localizado na cordilheira dos Andes
Viajar num comboio de luxo nos Andes? Já são conhecidas as viagens entre Cusco e Macchu Picchu, atravessando o Vale Sagrado dos incas a bordo do Belmond Hiram Bingham. Mas a partir de hoje é possível atravessar parte dos Andes peruanos em comboio que tem a filosofia de um cruzeiro, combinando o alojamento com visitas diárias à medida que se avança pelas terras altas das montanhas andinas.
Ou seja, através de alguns dos mais deslumbrantes cenários do mundo, sempre sob o signo de Michael Williams: “A viagem de comboio torna-se um momento de relaxamento em vez de um intervalo stressante entre a origem e o destino. O conceito de slow travel representa um reaproveitamento do tempo, transformando a jornada numa experiência rica” (em On the slow train).
Tudo no Belmond Andean Explorer, que oferece quatro opções de itinerário com uma ou duas noites a bordo para apenas 48 passageiros. As cabinas vêm em quatro tipologias, cada uma com a sua casa de banho completa privada: a deluxe com cama dupla, a junior com cama dupla, a de cama twin e a de beliches, todas inspiradas nas texturas dos tecidos peruanos e nos tons suaves da lã de alpaca.
Há quatro roteiros disponíveis. No Terras Altas Peruanas (Cusco – lago Titicaca – Arequipa; duas noites, três dias, partidas às quintas-feiras de manhã) a viagem começa na antiga capital do Império Inca e dirige-se, entre vales profundos e montanhas majestosas, para o Altiplano, entre lamas e alpacas, até chegar ao lago Titicaca, através de Puno, onde se podem apanhar os barcos para ver as famosas ilhas flutuantes. Depois, visitam-se as Grutas de Sumbay, onde se encontra arte rupestre dos primeiros humanos a viverem nas terras altas do Peru. O destino é Arequipa, a “cidade branca”, vulcânica e barroca, num vale de montanhas desérticas da cordilheira dos Andes – ou seja, “apenas” a 2300 metros de altitude, a mais baixa desta viagem de altos e baixos: Cusco está a 3400 metros e Puno (lago Titicaca) a 3827. O segundo roteiro, Planícies Andinas e Ilhas de Descoberta (Arquipa – lago Titicaca – Cusco), faz o percurso inverso do anterior sem visita às Grutas de Sumbay; os outros dois, Espírito da Água (Cusco – Puno; uma noite, um dia, partidas às terças-feiras de manhã) e Espírito dos Andes (Puno – Cusco) une “apenas” a antiga capital ao berço dos incas.
Veja que sugestões a TravelTailors tem para as suas aventuras no Peru
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quinta-feira, 18 de maio de 2017
Laos: a floresta canta mais alto que a modernidade
À noite, Huay Xay não tem vivalma nas ruas. Com o raiar do dia, vê-se que a cultura local foi invadida pela modernidade de um turismo recente. A modernidade procura conciliar-se com a flora e fauna locais e oferecer aos turistas mais aventureiros a oportunidade de fazer trekking na floresta, percorrer longas distâncias de zipline e dormir numa cabana a mais de 40 metros de altura.
Fonte: Fugas - PÚBLICO
Huay Xay é uma pequena cidade nas margens do rio Mekong – que separa, naturalmente, o Laos da vizinha Tailândia. Para quem chega de noite, parece saída de um filme de cowboys, mergulhada na escuridão, sem vivalma nas ruas. Com o raiar do dia, emergem cores pardacentas, próprias de algumas construções inacabadas que enchem a rua principal, onde famílias inteiras moram em casas amontoadas num prédio sem fachada. Não é preciso ser o big brother para espreitar a rotina daquelas pessoas: está ali, aos olhos de quem passa.
A cultura local foi invadida pela modernidade de um turismo recente – o que resulta numa mescla algo confusa de pequenos restaurantes tradicionais com modernos cafés, que oferecem brunch aos turistas pelo preço de um almoço na Europa.
As cabanas apelam ao imaginário da infância: com raízes de Tom Sawyer polvilhadas de alguma modernidade. A maior tem três pisos. No inferior, está uma casa de banho com os utensílios essenciais: tem uma cortina a fazer de porta e, do outro lado, é aberta para a paisagem da floresta. Sob os pés, estão tábuas de madeira, com aparência sólida e com frinchas que permitem olhar até perder de vista - afinal, são 40 metros de altitude, o equivalente a um prédio com 12 andares. O chuveiro é de água fria, mas abundante. Quando cai, nas tábuas de madeira, escorre entre as frinchas e vai desaguar sobre o vazio. O ruído, exacerbado pelo silêncio da floresta, assemelha-se a uma daquelas chuvadas que antecedem a tempestade.
O piso intermédio é o mais amplo da casa. De um lado, tem um balcão, a servir de kitchenette, com água potável, e um armário com pratos, copos e talheres. Do outro, um espaço aberto que serve para dormir, em sacos-cama abrigados por pequenas tendas, e fazer as refeições, numa pequena mesa, quase ao nível do chão, ao estilo asiático.
O último piso não é – como reza a fama – o melhor. De dimensões muito reduzidas, cabem, apenas, um ou dois sacos-cama no chão. Mas é o ideal para quem gosta de ter uma boa vista.
O “canto” dos gibões
O dia está a raiar e ainda não há movimento na cabana. Um ruído, que se ouvia, ao fundo, parece ficar mais alto, mais próximo. É ritmado, quase melodioso. Talvez a embriaguez do sono confunda as ideias, talvez a falta de noção de tempo e de espaço, ali na floresta, permita que a realidade se confunda com o imaginário. Mas os viajantes poderiam jurar que ouvem… cantar. Não é uma voz humana. Não há voz, sequer. Não são trinados nem assobios como os das aves… É algo indescritivelmente bonito. Os primeiros olhos a abrir, na cabana, procuram descortinar a origem daquele som, no meio de um nevoeiro denso. De súbito, alguém sussurra: “São os gibões! Estão perto da nossa árvore! Estão a cantar.” Todas as cabeças espreitam por detrás das tendas, alguns ainda embrulhados nos sacos-cama para se protegerem da geada matinal. O grupo troca olhares cúmplices e, até, emocionados. É uma experiência única na vida.
No Laos, não existe linha férrea e alguns aeroportos têm um funcionamento irregular. Para fazer a viagem entre Huay Xay e Luang Prabang, uma das hipóteses é ir de barco: speed boat ou slow boat. O speed boat é uma espécie de lancha, ruidosa, que atinge velocidades elevadas e pouco aconselhada aos turistas por causa das escassas condições de segurança. O slow boat é, como diz o nome, um barco lento que demora dois dias a fazer o trajecto – adequado a quem tem esse tempo disponível e vontade para desfrutar do passeio. A terceira opção é ir de autocarro: uma viagem nocturna de cerca de oito horas. À partida, parece a alternativa mais viável e confortável, mas as recomendações sobre as estradas, no Laos, não são as melhores: sinuosas, com maus acabamentos e pouca iluminação. À primeira vista, o autocarro tem ótimo aspecto: novo, aparentemente seguro, confortável, com bancos que reclinam até à posição de uma cama. Durante a viagem, é difícil dormir. As oscilações são demasiado grandes, embora não se perceba porquê.
Luang Prabang – a cidade desperta em tons de laranja, a adivinhar mais um dia quente. Já há vida nas ruas: os comerciantes montam a feira e os monges, nas suas vestes açafrão, alinham-se, com pequenas taças na mão, para receber as oferendas dos turistas. Diz a tradição que apenas poderão comer, durante todo o dia, aquilo que lhes for oferecido – tarefa praticamente impossível tendo em conta que as taças se enchem de uma amálgama de arroz com moedas…
Luang Prabang fica no centro de uma região montanhosa, ladeada por dois rios: o Mekong e o Nam Khan. No século XIX, quando o país esteve dividido em três reinos, chegou a ser a capital até perder o estatuto para Vienciana, em 1946. A arquitectura colonial convive com a riqueza dos templos: são grandes, imponentes, dourados, mas fundem-se de tal forma com o resto da cidade que parecem surgir quando menos se espera. Só em Luang Prabang, existem 34 wats – a palavra budista para “templo” – considerados Património Mundial da Humanidade pela UESCO.
Onde o turismo não chega
O silêncio e o ruído coexistem. No alto de um monte, um templo adormecido convida ao retiro e à meditação. Na subida, uma local vende passarinhos em gaiolas para os turistas poderem soltar. Lá de cima, é possível avistar, de um lado, as margens de um dos rios, que corre lânguido; do outro, o frenesim da feira, das crianças que correm para a escola, do trânsito motorizado, que se mistura com carroças carregadas de fruta e verduras.
Luang Prabang é uma cidade grande, que arrisca perder espontaneidade por causa da invasão do turismo. Por todo o lado, existem hotéis, pensões e guest houses – um negócio ao qual muitos habitantes locais aderiram para fazer face ao aumento do custo de vida. Há restaurantes para todos os gostos e cafés ao melhor estilo europeu. As lojas que vendem excursões e souvenirs multiplicam-se. É difícil fugir das propostas para ir tirar fotografias com tigres e elefantes que os guias juram, a pés juntos, serem bem tratados, mas as imagens dos prospectos fazem desconfiar de métodos pouco ortodoxos. Também é possível visitar as cascatas Kuang Si – a cerca de meia hora de distância de tuk tuk, com água cristalina e paisagem verdejante – ou descer um dos rios de caiaque até à gruta Pak Ou – uma espécie de santuário onde estão guardadas cerca de 4000 esculturas de Buda. Pelo caminho – rio abaixo – as margens convidam a atracar o caiaque para fazer uma pausa, dar um mergulho ou apanhar sol.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Experiências únicas na Europa
O resort Finn Lough, na Irlanda do Norte, apresenta os Bubbles Domes num território florestal de cerca de 20 hectares.
Já pensou dormir numa bolha de vidro, numa floresta?
Já há alguns anos que o termo glamping entrou no léxico dos campistas “mas pouco”. Ou seja, glamourous mais camping equivale a um campismo de luxo, um regresso à natureza em estilo e conforto, mas sem as maçadas do campismo. Surgiu com tendas pré-montadas e, mais exóticos, com yurts e tipis e há quem lhes chame hotéis de campismo – até já chegou à Antárctida (oito noites pelo nada módico preço de 64 mil euros por pessoa nos iglus de fibra de vidro no White Desert).
Mais perto, na Irlanda do Norte, surge agora uma nova forma de glamping – iglus transparentes em 180 graus que resultam mais em globos de vidro (que por sua vez parecem os globos de neve) e permitem uma integração ainda maior na natureza. E dormir debaixo de um cobertor de estrelas.
É em Enniskillen que o resort Finn Lough apresenta os Bubbles Domes num território florestal de 50 acres (cerca de 20 hectares) e com os mesmos confortos que uma suíte de hotel. Vejamos: camas de dossel, mobiliário de design (mas incluindo poltronas bem orelhudas) e objectos vintage (como os gira-discos), máquinas de café (Nespresso, no caso), robes e chinelos, amenities de luxo na casa de banho privada e pequeno-almoço diário.
No mesmo resort há também cabanas e chalés e a sua localização ao lado do lago Finn permite actividades como caiaque e pesca, além de disponibilizar bicicletas e dispor de um court de ténis. Dormir nos globos de vidro custa 232 euros por noite.
Numa das piscinas mais fundas do planeta, criada para treinar mergulhadores, há agora uma nova atracção: The Pearl, um restaurante subaquático.
Vestir um colete com garrafa de oxigénio e respirador, colocar os óculos de mergulho e as barbatanas e mergulhar… para jantar dentro de uma cápsula submersa.
É esta a proposta original de The Pearl, um “restaurante” subaquático construído numa das piscinas do centro de mergulho Nemo33, em Bruxelas. A refeição é servida numa esfera branca com cerca de dois metros de largura, presa junto a uma das plataformas submersas no interior da piscina, cinco metros abaixo da superfície.
O equipamento de mergulho é apenas utilizado na viagem subaquática até à “pérola”. Depois há que deixá-lo junto à base da cápsula e esgueirar-se para dentro da sala de refeições, uma bolsa de ar completamente submersa. A comida é servida por mergulhadores experientes em caixas à prova de água, num menu composto por foie gras, salada de lagosta e champanhe. Custa 99€ por pessoa.
“Estamos a lançar uma nova era de restaurantes”, afirmou John Beernaerts, fundador do centro de mergulho Nemo33, à agência Reuters. Até há bem pouco tempo, o complexo belga possuía a piscina coberta mais funda do mundo, com 33 metros de profundidade.
A sala de refeições subaquática demorou mais de um ano a ser construída, depois de sucessivas experiências para aperfeiçoar o design, os mecanismos e o sistema de entrega da comida.
Fonte: Fugas online
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
EXPERIÊNCIAS NA EUROPA: GRÉCIA
A Grécia oferece diversas actividades aos turistas que passem pelo país. Uma que a TravelTailors lhe propõe é escalar a península de Mani. Os caminhos deste local atraem turistas de diversos sítios graças à paisagem que os rodeia: montanhas, oásis escondidos, pequenas tabernas de pescadores e casas à beira-mar. A segunda proposta que lhe fazemos é uma visita à ilha de Leros, um lugar muito popular entre os habitantes locais e pouco conhecido pelos turistas. A ilha caracteriza-se pelo castelo que destaca no seu topo e pelas magníficas praias onde pode relaxar.
Descubra as experiências gregas! http://www.travel-tailors.com/detalhado.php?i=349
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
EXPERIÊNCIAS NA EUROPA: ESCÓCIA
Embora o Castelo de Edimburgo seja um dos pontos mais turísticos da Escócia, algumas pessoas consideram que a atmosfera que envolve o Castelo de Stirling é mais sedutora. A localização, as vistas, a arquitectura e o significado histórico combinam-se para tornar este local inesquecível para quem o visita. As visitas são mais aconselháveis a partir das 4 da tarde, altura em que a afluência turística é menor e pode sentir que tem o castelo para si próprio. Outra experiência interessante na Escócia é a visita à ilha de Mull, situada na costa oeste do país. Esta ilha oferece paisagens únicas, desde montanhas a falésias, passando por praias arenosas e pequenos fiordos. A viagem de barco que o leva à ilha dá-lhe ainda a oportunidade de avistar raros exemplares da vida selvagem escocesa, incluindo águias, lontras, golfinhos ou mesmo baleias.
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