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segunda-feira, 15 de maio de 2017

TV e cinema: os lugares mais icónicos onde já fomos sem sair do sofá

A televisão e o cinema já nos transportaram para os sítios mais inimagináveis possíveis. Mas enquanto muitos destes cenários podem ser fantasia, muitos deles são lugares que pode mesmo visitar. Traçámos um mapa dos destinos icónicos, desde os anos 50 até à atualidade. Se não ficar a desejar ser ator para passear por todos estes sets, vai ficar inspirado para uma próxima viagem! 

fonte: LonelyPlanet 


Anos 50 

Recomendamos as cenas na praia muito giras de o Sétimo Selo, na Suécia, um passeio até Roma e a Basílica di Santa Maria in Cosmedin, do filme Roman Holiday ou a Baía de são Francisco, cenário de Vertigo. 

Skane, na Suécia


Anos 60 

Um castelo que podia ter saído de um conto de fadas na Alemanha inspirou o cenário para o filme Chitty Chitty Bang Bang. De facto, foi mesmo a inspiração para o castelo do filme A Bela e Monstro, Disney, em 1959. 

Anos 70 

Khao Phing Kan deixou de lado o seu próprio nome e passou a ser conhecida pelo epíteto “A Ilha do James Bond”. E a culpa é do filme dirigido por Guy Hamilton. Nós continuamos com a certeza de que, independentemente do nome, esta ilha vale uma visita!

A "ilha do James Bond" 


Anos 80 

Silverton: ou a luz é muito interessante cinematograficamente, ou é uma localização cliché para uma típica cidadezinha abandonada. Já foi palco das filmagens de The adventures of Priscilla, Queen of the Desert e Mad Max 2. Se isto não for bem o que procura, há sempre a hipótese de visitar a Irlanda e as Falésias de Moher, onde se gravou The Princess Bride. 

Panoramica das Falésias de Moher


Anos 90 

Itália é conhecida pelas cidades de Veneza, Roma, Florença, a Costa Amalfitana e Cinque Terre. Mas o filme The Talented Mr Ripley mostrou que há beleza para além disso e levou os espetadores até Ischia, uma bela ilha no golfo de Nápoles.

Ischia, no golfo de Nápoles


O novo século

A localização de um drama gangster pode não ser o melhor sítio para ir de férias, mas com certeza que as Favelas do Rio de Janeiro filmadas em City of God podem ser o ponto de partido por um passeio no Brasil. Se prefer não arriscar, Shinjuku no Japão é um sítio giro que ambientou Lost in Translation. 

Pós-2010 

Parte do apelo de Downtown Abbey foi a celebração de uma era de regras e diferenças sociais rígidas e acentuadas entre aristocratas e serventes. Mas o drama foi bem ambientado em Hampshire, Inglaterra. E ainda que possa visitar estes lugares fantásticos em dias específicos do ano, a aristocracia inglesa e não desapareceu e a casa ainda pertence ao Conde de Carnarvon. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Experiências únicas na Europa

O resort Finn Lough, na Irlanda do Norte, apresenta os Bubbles Domes num território florestal de cerca de 20 hectares.
Já pensou dormir numa bolha de vidro, numa floresta?

Já há alguns anos que o termo glamping entrou no léxico dos campistas “mas pouco”. Ou seja, glamourous mais camping equivale a um campismo de luxo, um regresso à natureza em estilo e conforto, mas sem as maçadas do campismo. Surgiu com tendas pré-montadas e, mais exóticos, com yurts e tipis e há quem lhes chame hotéis de campismo – até já chegou à Antárctida (oito noites pelo nada módico preço de 64 mil euros por pessoa nos iglus de fibra de vidro no White Desert).
Mais perto, na Irlanda do Norte, surge agora uma nova forma de glamping – iglus transparentes em 180 graus que resultam mais em globos de vidro (que por sua vez parecem os globos de neve) e permitem uma integração ainda maior na natureza. E dormir debaixo de um cobertor de estrelas.
É em Enniskillen que o resort Finn Lough apresenta os Bubbles Domes num território florestal de 50 acres (cerca de 20 hectares) e com os mesmos confortos que uma suíte de hotel. Vejamos: camas de dossel, mobiliário de design (mas incluindo poltronas bem orelhudas) e objectos vintage (como os gira-discos), máquinas de café (Nespresso, no caso), robes e chinelos, amenities de luxo na casa de banho privada e pequeno-almoço diário.
No mesmo resort há também cabanas e chalés e a sua localização ao lado do lago Finn permite actividades como caiaque e pesca, além de disponibilizar bicicletas e dispor de um court de ténis. Dormir nos globos de vidro custa 232 euros por noite.
Numa das piscinas mais fundas do planeta, criada para treinar mergulhadores, há agora uma nova atracção: The Pearl, um restaurante subaquático.
Vestir um colete com garrafa de oxigénio e respirador, colocar os óculos de mergulho e as barbatanas e mergulhar… para jantar dentro de uma cápsula submersa.
É esta a proposta original de The Pearl, um “restaurante” subaquático construído numa das piscinas do centro de mergulho Nemo33, em Bruxelas. A refeição é servida numa esfera branca com cerca de dois metros de largura, presa junto a uma das plataformas submersas no interior da piscina, cinco metros abaixo da superfície.

O equipamento de mergulho é apenas utilizado na viagem subaquática até à “pérola”. Depois há que deixá-lo junto à base da cápsula e esgueirar-se para dentro da sala de refeições, uma bolsa de ar completamente submersa. A comida é servida por mergulhadores experientes em caixas à prova de água, num menu composto por foie gras, salada de lagosta e champanhe. Custa 99€ por pessoa.
“Estamos a lançar uma nova era de restaurantes”, afirmou John Beernaerts, fundador do centro de mergulho Nemo33, à agência Reuters. Até há bem pouco tempo, o complexo belga possuía a piscina coberta mais funda do mundo, com 33 metros de profundidade.

A sala de refeições subaquática demorou mais de um ano a ser construída, depois de sucessivas experiências para aperfeiçoar o design, os mecanismos e o sistema de entrega da comida.

Fonte: Fugas online