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terça-feira, 4 de junho de 2019

Mapa do mundo literal mostra o significado dos nomes dos países


Numa altura em que as viagens são cada vez mais frequentes, uma investigação convida a descobrir o que significa cada um dos nomes dos países.



Photo by SAPO Tek

O  mapa da tradução literal dos nomes dos países procura essa abordagem diferente, com a descoberta de mais informação sobre as pessoas que viviam nesses territórios e quem os explorou, que está presente na escolha das designações. Ao perceber a etimologia, a origem das palavras, pode ficar com uma nova visão sobre um destino de viagem e por isso David Boyd publicou este mapa, e também o documento de investigação que lhe deu origem.
Da Ásia à Europa, passando por África, América Latina e América do Norte, as origens dos nomes estão colocadas em mapa, e é interessante perceber como os Francos e o Caminho do Norte foram inspirações para as designações de países europeus, enquanto a Terra dos Índios ou o povo que nasceu junto ao rio levaram à escolha de nomes no continente asiático e na América do Sul.

América do Norte

Photo by SAPO Tek
América do Sul
Photo by SAPO Tek
Europa
Photo by SAPO Tek
África
Photo by SAPO Tek
Oceania
Photo by SAPO Tek
A origem da investigação pode também ser consultada num documento que foi disponibilizado online, com a indicação das fontes para quem quiser ir além dos nomes.
Fonte: SAPO Tek | Veja o artigo original aqui.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Um guia para cumprimentar alguém em todo o mundo

 de Tyler Moss - adaptado da CN Traveller

A origem do beijo na bochecha, e como evitar dar um faux pas social onde quer que esteja.

Ao contrário de um simples aperto de mão ou abraço, as circunstâncias que justificam o beijo diferem de cultura para cultura: em Espanha, é comum dar um beijo em cada bochecha; em algumas partes do Afeganistão, costuma-se beijar até oito vezes. Assim percebemos que os beijos na bochecha são mais arte do que ciência. Para os viajantes, uma compreensão básica de como isto funciona é essencial - porque o movimento errado pode ofender alguém. Abaixo segue um guia para evitar que seja apanhado desprevenido com um beijo de um local bem-intencionado.

by rawpixel on Pixabay


As origens

No seu novo livro "One Kiss or Two: In Search of the Perfect Greeting", Andy Scott especula sobre a origem da tradição do beijo na bochecha, e remete para o beijo na boca sagrado que está enunciado na Bíblia.
Com o tempo, é possível que esta saudação tenha evoluído para um beijo na bochecha, o que explicaria o porquê de este ser tão popular nos países católicos. Apesar desta prática ser comum também em sítios como o Médio Oriente e a Ásia, é omnipresente na América Latina e na Europa Continental.
Scott diz que este era um costume camponês, que foi adoptado pelas elites quando as classes mais baixas começaram a migrar para as cidades.


A teoria
Não só é importante saber em que ocasião terá de virar as bochechas, mas também perceber quantos beijos esperar. Só na França, o número de beijos varia de região para região, de acordo com uma pesquisa feita em 2014 a 100.000 cidadãos: os parisienses consideram que a norma são 2 beijos, em Provença são 3, e no Vale do Loire são 4. Aqui está o número habitual em alguns países:
Um beijo: Colômbia, Argentina, Chile, Peru, Filipinas
Dois beijos: Espanha, Itália, Grécia, Alemanha, Hungria, Roménia, Croácia, Bósnia, Brasil (apesar de, como na França, o número poder variar de região para região) e alguns países do Médio Oriente (excepto quando é um cumprimento entre sexos diferentes)
Três beijos: Bélgica, Eslovénia, Macedónia, Montenegro, Sérvia, Holanda, Suíça, Egipto e Rússia (acompanhado com um abraço apertado)


A prática
Um beijo, pelo nome, tem diferenças encantadoras - chama-se el beso em Espanha, beijinhos em Portugal, beijos no Brasil e beso beso nas Filipinas - mas a logística é simples: tocar a sua bochecha direita na da outra pessoa antes de se mover para o outro lado. A principal excepção é a Itália, que inicia o beijo pelo lado esquerdo.
Enquanto algumas culturas aplicam mesmo os lábios nas bochechas, é melhor abster-se disso. Em vez disso, toque com as bochechas e beije o ar – com um som suave, e não o bombástico muah! – evitando qualquer troca de saliva. Porquê?
“Alguns diriam por causa do batom”, diz Scott. “Outros diriam para evitar a propagação de germes”. De facto, em 2009, O The Telegraph relatou que muitas instituições francesas proibiram, temporariamente, os beijos na bochecha, para evitar o surto de gripe suína H1N1.


Alguns cuidados
Na América Latina, é normal cumprimentar alguém que acaba de conhecer com um beijo, sendo isso equivalente a um aperto de mão na América do Norte.
“Estranhamente, há uma correlação inversa (em muitos lugares) entre o número de beijos e o quão próximo e íntimo você está com essa pessoa”, diz Scott. “É como se o segundo beijo, de alguma forma, anulasse o significado do primeiro beijo. Em vez de ser um sinal de intimidade, é como um ritual.”
A dinâmica de género também é considerada importante. Na Europa e na América Latina, cumprimentos com beijos entre mulheres e mulheres, e entre mulheres e homens é amplamente aceite. Por outro lado, beijos entre homens e homens não são tão comuns, ocorrendo em lugares como a Argentina, a Sérvia e o sul de Itália. Como seria de esperar, beijos entre homens e mulheres são desaprovados em regiões mais conservadoras, enquanto que um beijo na bochecha entre homens é bem-vinda.
Com estas armadilhas já reveladas, Scott encoraja os viajantes a deixarem-se ir, mesmo no risco de darem um passo em falso.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Receita típica do Canadá: BOLO CANADENSE


Ingredientes:
3 maçãs picadas
200g de nozes picadas
4 ovos inteiros
2 chávenas de chá de farinha de trigo
1 chávena de chá de óleo
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de fermento em pó

Preparação:
Com o auxílio de uma batedeira misture os ovos e o açúcar, coloque o óleo e continue a bater.
Aos poucos adicione a farinha de trigo e a canela em pó, misture bem.
Acrescente o fermento em pó à massa e espalhe muito bem com o auxílio de uma espátula.
No final junte as maçãs picadas e as nozes.
Despeje o conteúdo numa forma untada com manteiga e açúcar.
Leve ao forno e asse à 270ºC por 45 minutos.

Conheça o Canadá aqui

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Receita típica da Argentina: ALFAJOR ARGENTINO



Ingredientes:
5 colheres de sopa de margarina
1/2 chávena de chá de açúcar
2 ovos
1 1/2 chávena de chá de trigo
2 chávenas de chá de amido de milho
1 colher de sobremesa de fermento em pó
Raspas de limão a gosto
Açúcar de confeiteiro para abrir e polvilhar a massa

Recheio:
Doce de leite bem pastoso

Cobertura:
Chocolate derretido ou açúcar de confeiteiro

Preparação:
Bata na batedeira o açúcar, margarina e ovos até ficar um creme, coloque o trigo, amido de milho, raspas de limão e o fermento. Bata até formar uma massa bem lisa.
Coloque no frigorífico e deixe descansar por 40 minutos.
Polvilhe a massa e a superfície da mesa e estique a massa, com 1/2 cm. Corte rodelas pares e coloque numa forma com uma grossa camada de açúcar de confeiteiro.
Leve ao forno a 200 graus, ate a massa começar a dourar.
Desenforme ainda bem quente, recheie e passe o chocolate derretido ou açúcar.
Sirva em seguida.



Conheça a Argentina aqui