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terça-feira, 25 de setembro de 2018

O Outono está aí! Descubra sítios fantásticos

A euforia das férias de Verão já passou e é tempo de pensar em destinos para o Outono.
A CNN Travel preparou sugestões de sítios fantásticos para ir no Outono e o que pode lá fazer.


British Columbia, Canadá


É nesta altura que os ursos pardos aparecem para comer o salmão que veio desovar, antes do período de hibernação. É a altura do ano para ver ursos mais de perto!




Caraíbas

É época baixa, o que implica menos pessoas e preços mais simpáticos. Único senão, mas importante: é a época dos furacões! Por isso vá mais para sul e conheça Aruba, Bonaire e Curaçao, que ficam situadas habitualmente fora desta rota.


Moscovo, Rússia

O Outono traz paisagens em tons laranja e castanhos, com a queda das folhas das árvores a marcar muitos destinos. Em Moscovo, parques urbanos enchem-se de tons outonais. Outra sugestão é o nosso Douro, que oferece vistas deslumbrantes das vinhas nesta altura do ano.




Chile

Se é um amante de desportos de Inverno, pode começar o Outono com um fim de época de ski, para antecipar as férias de Inverno.


Índia

O festival da luz atrai milhões a vários recantos da Índia, oferecendo cerimónias religiosas e deslumbrantes espetáculos de fogo de artifício.




Malawi

O festival Lake of Stars oferece muita música nas margens do lago Malawi, tendo-se tornado um dos principais eventos musicais em África.



EUA

Nesta época, os fãs de futebol festejam o início de mais uma época desportiva, com eventos no exterior que juntam multidões em picnics, com muita cerveja à mistura. Se é um fã de futebol americano, é a oportunidade de participar numa grande tradição à americana.



Ilhas Caimão

Mais do que um paraíso fiscal, estas ilhas oferecem nesta altura o festival dos Piratas. Música, eventos desportivos, dança e... invasão de piratas! É tudo uma encenação mas é certamente uma forma diferente de fazer férias nas Caraíbas.



Melbourne, Austrália

Nesta altura do ano acontecem as famosas corridas de cavalos, a Melbourne Cup. Mas mesmo que não veja os cavalos, a cidade está cheia do que fazer, é só escolher.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Entre o passado e o futuro, uma nova era para a cozinha russa em Moscovo

O auto-imposto embargo russo aos produtos alimentares ocidentais despertou o interesse no desenvolvimento da produção nacional, coincidindo com uma nova geração de chefs interessados no seu património gastronómico.

Quem chega a Moscovo, pela primeira vez, nos dias de hoje, dá de caras com uma cidade muito diferente do estereótipo construído pelas imagens da era soviética. Sim, a perestroika deu-se há mais de 25 anos e é verdade que o Kremlin e uma boa parte dos edifícios históricos famosos, como Catedral de São Basílio ou o Teatro Bolshoi, mantêm a imponência de sempre. Porém, aquela imagem cinzenta dos edifícios públicos e de habitação de outrora, que ainda esperamos encontrar, não tem correspondência, pelo menos, numa boa parte das zonas centrais, recuperadas, onde impera uma cidade bela e cuidada. Como qualquer lugar que viveu um boom económico, a especulação imobiliária afastou o cidadão comum de certas áreas, tornando-se zona residencial e de comércio de uma elite abonada.
A crise económica está presente nas conversas mas não é tão visível à superfície, em três ou quatro dias de visita. Os hotéis continuam cheios, tal como os restaurantes, ou até o Bolshoi, onde, nos intervalos da ópera ou do ballet (sempre cheios), continua a ouvir-se o som característico do abrir das garrafas de champanhe — provavelmente com mais espumante russo à mistura do que antes.
Quando, em 2014, a Rússia decretou o embargo aos produtos alimentares ocidentais, como retaliação às sanções impostas pela União Europeia e Estados Unidos devido ao conflito na Ucrânia, a restauração foi a primeira a sofrer o impacto. Contudo, o problema não se colocou logo no início, dado que de imediato apareceram esquemas para tentar contornar o problema, com muito foie gras, mozzarella, roquefort e outros produtos a entrarem pelas fronteiras da Bielorrússia e Turquia reembalados como mercadoria local.
Porém, com a crise económica a afectar os negócios da restauração e a atingir fortemente o rublo, os esquemas tornaram-se menos atractivos e foram diminuindo. Por outro lado, com o desemprego a crescer, muitos viram no embargo uma oportunidade de negócio ou de mudança de vida 
Segundo Gennady Jozefavichus, da Condé Nast, “o embargo desempenhou um grande papel na revelação de ingredientes locais — da carne de bovino aos produtos do mar, passando pelos vegetais e cereais. Antes ninguém utilizava a carne nacional, a australiana era mais barata e de melhor qualidade”. Segundo o jornalista gastronómico russo, a situação deu aos produtores nacionais “a possibilidade de encontrar um mercado e, com o crescimento do sector, começou a surgir mais investimento na criação de animais, quintas, nas técnicas de abate e conservação”.
Gennady acrescenta ainda que o mesmo aconteceu na agricultura, com novos actores a interessarem-se pela actividade. “A crise atingiu muito o mercado de trabalho e muitos decidiram mudar de vida e deixar as cidades.” O embargo e o aumento dos chefs e restaurantes interessados em produtos locais deu-lhes essa oportunidade. “Há um monte de novos produtores de queijos artesanais, novas cooperativas agrícolas (inclusive de produtos biológicos) e até mesmo restaurantes locavore, que trabalham quase exclusivamente com ingredientes de produção própria ou de proximidade.”
Um dos protagonistas desta nova revolução é o chef Vladimir Mukhin, que recentemente fez um jantar no Belcanto, em Lisboa, no âmbito do evento Gelinaz. Mukhin viu o seu restaurante White Rabbit ascender ao número 18 da mediática lista de Os 50 Melhores Restaurantes do Mundo e tem aproveitado esse lugar de destaque, e a participação nos principais congressos gastronómicos internacionais, para assumir o papel de porta-voz de uma nova cozinha russa, de tons vanguardistas, mas enraizada na tradição e na utilização de produtos sazonais e locais. No Lab, o espaço que recentemente abriu e que além de cozinha de testes funcionará como uma espécie de mesa do chef, o russo não se cansa de falar das suas criações, das receitas tradicionais que recuperou e que o têm inspirado, assim como deste ou daquele produto. Isto acontece entre os pratos do menu de degustação que prepara para um grupo de chefs e jornalistas internacionais convidados. 
Fígado de pato de Vladivostoque cozinhado em ryazhenka (leite fermentado) com maçã e framboesas do Ártico, tavranchuk — costelas de bovino confeccionadas em kvass (bebida fermentada feita com pão escuro de centeio) — ou ainda esturjão ligeiramente fumado e cozinhado a baixa temperatura são alguns dos exemplos. Em certos pratos os sabores são pouco expressivos e, embora a sua cozinha seja interessante e rigorosa a vários níveis (técnicas, empratamentos, imagem), parece-nos manifestamente exagerada a posição que o restaurante ocupa na famosa lista. 
Altai, Rússia

Gennady Jozefavichus reconhece-o. “O White Rabbit mostrou o poder da publicidade.” Porém, se é verdade que o restaurante tem lucrado junto do turista gastronómico e dos patrocinadores, que passaram a querer estar associados a ele, também se dá o caso, segundo ele, de “outros restaurateurs e chefs se aproveitarem para subir o mesmo cume”. O jornalista dá o exemplo do Twins, que “está agora na 75.ª posição”, e do jovem e talentoso Anton Kovalkov (treinado no Alinea, de Grant Achatz, Chicago) que deixou o seu restaurante para iniciar um novo projecto”. Ainda segundo Jozefavichus, o foco conseguido por Vladimir Mukhin “ajuda a redefinir todo o termo de cozinha contemporânea russa” e leva a que se dê cada vez mais relevância à produção local e sazonal. “Definitivamente, a estratégia funciona”, refere. “Os jovens chefs começaram a pensar, a pesquisar e a propor sua própria visão.”
Entretanto, o levantamento do embargo está previsto para o final de 2017, ainda que as autoridades falem na possibilidade de estendê-lo por mais uns anos. Será que a tendência para a produção local veio para ficar, ou, terminado o obstáculo às importações de produtos alimentares, voltará tudo a ser como dantes? Segundo a também jornalista de gastronomia Anna Kukulina, “a agricultura russa precisa de mais três anos e se o embargo terminar mais cedo alguns produtores não irão sobreviver”. Porém, Anna está convicta que se “fizeram grandes progressos” e que a situação e dependência em relação ao exterior não voltará aos níveis anteriores a 2014.  
Fonte: Fugas

sábado, 12 de setembro de 2015

HOTÉIS HISTÓRICOS - Four Seasons Hotel Lion Palace, São Petersburgo, Rússia



Este hotel convida os hóspedes a viver dentro de um magnífico palácio real do século XIX. Concluído em 1820 como uma residência para a princesa Lobanova-Rostovskaya, o palácio é o resultado do trabalho do arquitecto Auguste de Montferrand (que também projectou a Catedral de Santo Isaac, ao lado), assistido pelo escultor italiano Paolo Triscorni. Com colunas brancas clássicas contra paredes amarelas-imperiais, este imponente edifício tem sido popularmente conhecido como a "Casa com os leões", em honra dos dois leões de mármore branco que guardavam a sua entrada principal. Este marco da cidade é retratado em pinturas da época e obras de literatura, incluindo o famoso poema de Alexander Pushkin, "O Cavaleiro de Bronze", de 1833. Posicionado imediatamente entre os melhores hotéis da Rússia, este Four Seasons oferece uma experiência de alojamento de luxo: viver como a realeza russa num autêntico palácio. Os interiores do hotel, incluindo a escada principal, vestíbulo e hall de entrada, todos foram cuidadosamente restaurados conforme a sua beleza original em 1820. As áreas recentemente renovadas reflectem o estilo Imperial Russo, com um sentido contemporâneo fresco e leve.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DESTINOS DE COMPRAS: MOSCOVO, ARBAT

Arbat, Moscovo
Esta rua peatonal com 1 km de comprimento e de nome árabe é popular desde o século XIX. Antes da Revolução Russa de 1917, era o centro cultural de Moscovo e o ponto de encontro de artistas russos. Durante a Perestroika, o período de reforma do Partido Comunista Russo, movimentos de jovens, músicos e artistas juntavam-se nesta rua.Hoje em dia a rua está dividida em duas partes: a Rua Arbat e a nova Rua Arbat. Enquanto na rua antiga predominam livrarias e lojas de antiguidades, na rua moderna destacam centros comerciais, locais de entretenimento e restaurantes.
Venha conhecer esta rua histórica! http://www.travel-tailors.com/detalhado.php?i=139

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

RECEITA TÍPICA DA RÚSSIA: KUTIÁ


Ingredientes:
2 chávenas (chá) de trigo em grãos descascados
1/2 chávena (chá) de uvas passas pretas e brancas, pequenas, sem sementes
4 colheres (sopa) de nozes bem picadas (ou amendoins torrados, sem pele e picados)
4 colheres (sopa) de sementes de papoila
1/2 chávena(chá) de mel
Canela em pó para polvilhar

Preparação:
De véspera, coloque o trigo numa tigela, cura com água e deixe de molho até o dia seguinte.
Passe para uma panela, leve ao fogo alto.
Cozinhe por cerca de 40 minutos ou até ficar macio, tire do lume, escorra e deixe esfriar.
Coloque o trigo num prato de servir.
Junte as passas, nozes (ou amendoins), sementes de papoila, regue com mel, polvilhe canela e misture bem.
Sirva acompanhado de frutas secas.

Conheça a Rússia.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Imagens da Rússia - 8 dias

As duas verdadeiras jóias da Rússia numa viagem essencial com guia, que o levará da capital imperial, São Petersburgo à cosmopolita cidade de Moscovo. O trajecto de ligação entre as dias cidades realiza-se com o moderno comboio nocturno Megápolis. Mostramos-lhe a essência deste país num circuito que inclui cultura, arquitectura, religião, tradição e história.

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