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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Roteiro de viagem no Japão (18 dias)


Descubra o Japão pelo roteiro de 18 dias de Filipe Morato do blog Alma de viajante.

O Japão é um país fascinante, diversificado e geograficamente muito vasto. É por isso que planear uma viagem ao Japão é tão difícil. O roteiro proposto tem 16 noites / 18 dias de duração e centra-se no eixo Tóquio – Kanazawa – Hiroshima – Kyoto.


Muito ficou de fora, é certo, mas posso dizer que este itinerário permite conhecer muito do melhor que o país tem para oferecer, a um ritmo equilibrado. Só tenho mesmo pena de não ter ido ao Monte Koya – que, mesmo sem conhecer, aconselho vivamente a incluir no seu roteiro no Japão, especialmente se tiver 14 ou mais dias para dedicar ao país.

Dito isto, encare este roteiro de viagem ao Japão como um ponto de partida para elaborar o seu próprio itinerário, de acordo com os seus interesses e tempo disponível. Vamos a isso!

Dia 1: chegada a Tóquio

O primeiro ramen da viagem, no restaurante Afuri em Harajuku

Cheguei ao aeroporto de Narita, localizado a mais de 60 quilómetros do coração de Tóquio, ao início da noite, razão pela qual nada fiz neste dia. Apanhei o comboio entre Narita e o centro de Tóquio e instalei-me no meu micro apartamento na zona de Harajuku; já passava da meia-noite quando fui comer o primeiro de vários ramen ao Afuri, antes de ir dormir e tentar recuperar do jet lag.

Dia 2: Tóquio (Tsukiji, Ginza, Palácio Imperial)

De manhã cedo, fui visitar o Mercado Tsukiji, tido como o maior mercado grossista de peixe do planeta. 

Depois atravessei o bairro de Ginza em direção ao Parque Hibiya e, sem qualquer planeamento, acabei por aproveitar uma coincidência de horários e integrar uma visita guiada ao Palácio Imperial (que não recomendo).

De regresso à minha base em Harajuku, fui conhecer o café Deus Ex-machina, que viria a ficar entre os meus cafés favoritos em Tóquio. Para terminar, segui a pé até Shibuya para jantar, sentir a cidade de Tóquio à noite e vislumbrar o famoso cruzamento. Foi um dia muito preenchido e extenuante.

Dia 3: Tóquio (Asakusa, Ueno, Shimokitazawa)

De manhã, aproveitei para caminhar pela zona residencial de Omotesando, um bairro bem tranquilo de que gostei muito. O objetivo era conhecer mais um café que tinha referenciado e depois apanhar o metro para Asakusa, onde visitei o demasiado movimentado Templo Senso-ji.

Estando na parte leste da cidade, aproveitei para conhecer o Parque Ueno e, num impulso, acabei por visitar uma zona menos conhecida de Tóquio chamada Yanaka. Ia à procura do lado mais tradicional da capital japonesa (depois de ler uma caixinha de texto num guia de viagens), mas acabei desiludido.

Foi então que, aproveitando a excelente rede de metro de Tóquio, continuei para Shimokitazawa, o bairro vintage de Tóquio – seguramente um dos bairros mais interessantes da capital japonesa.

Longe de terminado, o dia ainda me reservava duas experiências que a todos recomendo. Para jantar, fui comer yakitoris ao chamado Piss Alley, junto à estação de Shibuya; e, depois, houve ainda tempo para ir beber um copo a Golden Gai, a área mais surpreendente da movida de Tóquio. Só então chegou a hora de descansar para a visita a Nikko, programada para o dia seguinte.

Dia 4: Daytrip a Nikko

Gojūnotō, o pagode de cinco andares do complexo de templos de Nikko
Dia quase inteiramente dedicado a visitar Nikko e o seu complexo de templos classificado pela UNESCO como Património Mundial no Japão.

De regresso a Tóquio, tive ainda tempo para conhecer Akihabara, a meca da eletrónica e do anime, onde me impressionei com as pachinko e visitei a incrível loja Mandarake. É outro mundo!

Nota: Apesar da viagem ser mais longa, comprei o Japan Rail Pass apenas para 14 dias e, contas feitas, decidi não o usar no início da viagem. Ativei-o para ser válido a partir deste dia e, assim, usei-o desde este momento até terminar a viagem, no aeroporto de Osaka. Só não o tive disponível, portanto, para a viagem do aeroporto de Narita para Tóquio e para o metro nos primeiros dias.

Dia 5: Tóquio

Convidados usando o tradicional kimono num casamento que presenciei no Templo Meiji Jingu, Tóquio.

Tinha deixado para um domingo a exploração da zona de Harajuku, muito especialmente o Parque Yoyogi e toda a área envolvente. É o dia em que as cosplay se juntam em Harajuku!

Neste dia, assisti a múltiplos casamentos no Templo Meiji Jingu; percorri a Rua Takeshita, apreciando as cosplay afirmando a sua individualidade; fui tomar café ao Little Nap Coffee Stand, seguramente um dos melhores cafés de Tóquio (pelo menos para mim); passeei no Parque Yoyogi de manhã e de tarde, apreciando a diferente “fauna” que o frequenta; e tive ainda oportunidade de percorrer a Avenida Omotesando e de experimentar um restaurante vegetariano divinal.

Dia 6: Jigokudani e Matsumoto
Não estava originalmente nos planos mas, à última hora, acabei por decidir visitar os macacos das neves de Jigokudani. Queria formar opinião sobre essa “atração”.

Para isso, acordei muito cedo e segui de comboio de Tóquio para Nagano. Mesmo em frente à estação de comboios de Nagano, apanhei um autocarro até perto do parque Jigokudani, onde todas as manhãs os macacos das neves se banham nas águas quentes da região.

Depois regressei a Nagano, onde almocei uma deliciosa soba e parti novamente de comboio para Matsumoto. Estava cansado, pelo que apenas deu para um passeio noturno em busca de um local para jantar e pouco mais.

Dia 7: Matsumoto e ryokan nos Alpes Japoneses

O principal motivo da minha passagem por Matsumoto era visitar o seu castelo, tido como um dos mais importantes do Japão. Foi o que fiz durante a manhã.

À tarde, rumei de autocarro a Okuhida Onsen, onde vivenciei uma das experiências mais aguardadas desta viagem: pernoitar num ryokan com onsen (águas termais) privativo e provar uma refeição ao melhor estilo kaiseki. Uma experiência que, não sendo barata, aconselho vivamente pelo menos uma vez na vida.

Dia 8: Takayama

No dia seguinte, com a alma e o estômago deliciados pelo pequeno-almoço tomado no ryokan, apanhei novo autocarro para Takayama, uma cidade com um mercado matinal muito interessante (estava quase a fechar quando cheguei) e uma zona histórica repleta de casas tradicionais de madeira, que explorei tranquilamente. E assim passei a tarde, passeando pelas ruas charmosas de Takayama.

Dia 9: Shirakawa-go


Queria conhecer as casas de arquitetura de estilo gassho-zukuri, típicas das aldeias das regiões alpinas de Shirakawa-go e Gokayama.

Para tal, de manhã apanhei um autocarro desde Takayama para Ogimachi, a principal aldeia de Shirakawa-go. Deixei a mochila na pequena estação de camionagem e fui explorar a aldeia; de permeio, entrei por casualidade num restaurante local onde desfrutei de uma das melhores refeições do Japão.

Ao início da noite, um novo autocarro deixou-me no coração da cidade de Kanazawa. Antes de recolher ao fantástico hotel onde dormi, tive ainda tempo para a primeira de duas refeições absolutamente memoráveis em Kanazawa.

Nota: para uma experiência mais enriquecedora, considere a hipótese de dormir numa das aldeias de Shirakawa-go ou Gokayama.

Dia 10: Kanazawa

Havia muitas coisas que queria ver e fazer na cidade e, por isso, o dia começou cedo. Visitei o fantástico Mercado Omicho e comi sushi e ostras; parei num café delicioso para descansar; vi as exposições dos museus de Arte Contemporânea e D. T. Suzuki; conheci um dos jardins mais famosos do Japão; percorri as ruelas do pequeno mas bem arranjado “bairro das gueishas“; e ainda me deliciei com outra daquelas refeições dos deuses. Foi um dia perfeito em Kanazawa.

Depois de tudo isto, Kanazawa entrou com toda a facilidade para o meu top dos melhores destinos do Japão. Pareceu-me, inclusive, uma boa cidade para se viver no Japão.

Dia 11: Castelo de Himeji e Hiroshima

Beneficiando do Japan Rail Pass, subi a bordo de um Shinkansen – os comboios-bala japoneses – que me levou de Kanazawa a Himeji. O objetivo era pernoitar em Hiroshima mas, a caminho, aproveitar para visitar o Castelo de Himeji. Tido como um dos mais emblemáticos castelos japoneses e classificado pela UNESCO como Património Mundial do Japão, o Himeji não desiludiu.

Após a visita e um almoço retemperador, apanhei novo comboio para Hiroshima, onde ainda tive tempo de provar uma okonomiyaki num estranho e claustrofóbico complexo dedicado unicamente a esta iguaria da gastronomia nipónica.

Dia 12: Hiroshima e Miyajima

Manhã cedo, passei diante do Memorial da Paz e fui de seguida visitar o Museu da Paz de Hiroshima, que retrata o lançamento da primeira bomba atómica com uma crueza dolorosa. É uma experiência dura e emotiva, que recomendo a todos. Incluir ou não Hiroshima no itinerário tinha sido uma das grandes dificuldades do planeamento da viagem ao Japão. Mas ainda bem que o fiz.

Depois disso, e ainda de manhã, rumei à ilha de Miyajima para conhecer um pouco da ilha e o famoso torii gigante.

De regresso a Hiroshima, peguei na bagagem no hotel-cápsula e apanhei novo Shinkansen rumo a Kyoto – último destino da viagem -, onde cheguei já ao anoitecer.

Nota: se tiver tempo, considere a hipótese de dormir em Miyajima e seguir viagem no dia seguinte.

Dia 13: Kyoto (Arashiyama, Mercado Nishiki, Pontocho e Gion)

A primeira manhã foi dedicada a conhecer a belíssima zona de Arashiyama. Atravessei a famosa floresta de bambu, absorvi o ambiente tradicional do bairro de Arashiyama e fui conhecer o mais bizarro templo de Kyoto. Depois de almoçar, sem sair de Arashiyama, explorei o muito visitado Templo Tenryu-ji.

Segui depois para o centro de Kyoto com o objetivo de visitar o muito apelativo Mercado Nishiki. Já a tarde ia alta quando, por sugestão de um habitante local, fui conhecer a peculiar Pontocho, uma das mais bonitas ruas de Kyoto, onde escolhi um pequeno restaurante tradicional para jantar.

Já de noite, explorei tranquilamente Gion, o bairro das geishas de Kyoto, antes de regressar a Arashiyama, onde estava alojado. Era uma semana em que a floresta de bambo estava iluminada a partir do final da tarde, razão pela qual acabei por voltar para presenciar esse espetáculo de luz que transformava por completo a “floresta”.

Dia 14: Kyoto

Dia de pausa, em que aproveitei para adiantar alguns textos para o Alma de Viajante. O tempo estava chuvoso, perfeito para não fazer nada. Com o cansaço acumulado de duas semanas intensas a explorar o Japão, estava a precisar de parar um pouco e descansar fisicamente.

A meio da tarde, fui para o centro de Kyoto, regressando ao Mercado Nishiki para provar algumas iguarias em falta. Para além de um magnífico ramen sorvido no Ipuddo, foi a única coisa digna de registo que fiz neste dia.

Dia 15: Nara

Dia dedicado a visitar Nara, que fica a sensivelmente duas horas de viagem de comboio a partir de Kyoto. Não fiquei apaixonado por Nara mas, incluí-la no roteiro de viagem ao Japão foi, ainda assim, uma decisão acertada. Ao final da tarde, optei por regressar ao apartamento em Kyoto, comer em casa e preparar os próximos passos.

As previsões meteorológicas anunciavam um dia seguinte bem mais soalheiro, razão pela qual o reservei para visitar algumas das maiores atrações de Kyoto. Seria, de novo, um dia muito exigente.

Dia 16: Kyoto (Templo Dourado, Fushimi Inari, Kiyomizu Dera)

Dia intensíssimo para explorar o que ainda me faltava de Kyoto. Ainda antes das bilheteiras abrirem, estava já à porta do Templo Kinkaku-ji, ou Templo Dourado, localizado no extremo noroeste da cidade. Não muito longe ficava o Templo Ryoan-ji, cujo jardim zen fiz também questão de visitar. 

Ambos estão entre os melhores templos de Kyoto.

De seguida, atravessei a cidade para o extremo oposto, seguindo de comboio rumo a Inari, onde me delonguei pelos trilhos entre torii do Fushimi Inari. Ainda com energia, decidi dar uma oportunidade ao Templo Kiyomizu Dera – e ainda bem que o fiz. Foi uma das maiores surpresas da minha visita a Kyoto.

Deixando Kiyomizu Dera para trás, caminhei pelas ruas tradicionais envolventes. É uma zona recheada de casas de madeira muito bonitas, de arquitetura tradicional, que a todos recomendo. Foi por aí que avistei uma ou outra maiko – aprendiz de geisha – impecavelmente vestida e maquilhada (note que há turistas japonesas vestidas de maiko, mas a atitude de menor recato denuncia o embuste). Para terminar, parei no 100% Arábica, um pequeno café de culto de Kyoto. Foi um dia perfeito, quase a terminar este roteiro de viagem no Japão.

Dia 17: Osaka

Como tinha voo ao final do dia, decidi conhecer um pouco da cidade de Osaka. Infelizmente, estava um temporal medonho, com muito vento e frio, razão pela qual acabei por não aproveitar tão bem como tinha idealizado. Ainda assim, deu para ficar com uma boa ideia da zona de Dotombori, onde passei boa parte da tarde.

(Dia 18: viagem de regresso)
Dia passado a bordo de dois aviões de regresso a Portugal.

Fonte: Alma de viajante | Veja o artigo completo aqui.



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

CIDADES ROMÂNTICAS: CARTAGENA





As casas com as suas varandas características, o aroma das flores e da brisa marítima e asimpatia dos habitantes locais tornam Cartagena, na Colômbia, numa cidade com vida e cor, onde o romance pode ser vivido em cada recanto. A Plaza de los Coches é uma das zonas mais características da cidade, onde é possível apreciar a arquitectura colonial, caracterizada pelas casas de cor pastel, enquanto passeia numa carroça. A cidade foi declarada em 1984 como Património Mundial da Humanidade.

Deixe-se deslumbrar por Cartagena.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

VIAGEM À CROÁCIA E ESLOVÉNIA

Lagos Plitvice
"Era uma aspiração antiga a viagem à Croácia e à Eslovénia. Foi possível concretizar sem sobressaltos de maior o programa delineado, razão por que, em termos gerais, a viagem foi enriquecedora e estimulante. A logística conexa aos voos, aos hotéis e à documentação inerente - de que foi incumbida essa agência de viagens -, revelou-se irrepreensível, cumprindo enaltecê-la, por conseguinte. Realce para o hotel de Zagreb que proporcionou conforto e qualidade muito elevados. Por último, impõe-se relevar os locais que mais memórias infundiram: na Croácia, a zona histórica da cidade de Split e os Lagos Plitvice; na Eslovénia, as grutas de Postojna e o lago Bled. Sem olvidar, contudo, que as cidades de Dubrovnic, Zadar, Zagreb, Liubliana e Skofja Loka são igualmente propícias ao encantamento."

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CIDADES ROMÂNTICAS: AGRA




Se existe no mundo um monumento dedicado ao amor, não pode ser outro que não o Taj Mahal, situado na cidade de Agra, na Índia. Quando a encantadora Muntaz Mahal morreu durante o parto, o seu devoto esposo Shah prometeu honrá-la, construindo o túmulo mais deslumbrante alguma vez construído pelo homem. Erguido no século XVII mas mantendo a sua beleza até à actualidade, o Taj Mahal é um local de inspiração para os apaixonados.

(Re)descubra o romance na Índia.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CIDADES ROMÂNTICAS: PARIS




Paris é tradicionalmente conhecida como a cidade do amor. Enquanto estiver na cidade, pode desfrutar do boémio Bairro Latino, da elegância dos Champs Elysées, das atractivas escadas de Montmartre ou mesmo dos característicos restaurantes parisienses. As propostas românticas que lhe fazemos são um passeio pelo Sena, um jantar no restaurante da Torre Eiffel ou uma tarde a deambular...

Deixe-se levar pela magia da Cidade da Luz.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

EXPERIÊNCIAS NA EUROPA: CACELA VELHA


A TravelTailors propõe-lhe que relaxe em Portugal, mais concretamente em Cacela Velha, no Algarve. Esta pequena vila, repleta de casas tipicamente algarvias, rodeadas de oliveiras, jardins, e óptimos restaurantes, oferece-lhe uma magnifica vista do mar, da que poderá desfrutar descendo os caminhos que o levam às praias algarvias.

Desfrute desta vila algarvia! http://www.travel-tailors.com/detalhado.php?i=106

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

EXPERIÊNCIAS NA EUROPA: GRÉCIA




A Grécia oferece diversas actividades aos turistas que passem pelo país. Uma que a TravelTailors lhe propõe é escalar a península de Mani. Os caminhos deste local atraem turistas de diversos sítios graças à paisagem que os rodeia: montanhas, oásis escondidos, pequenas tabernas de pescadores e casas à beira-mar. A segunda proposta que lhe fazemos é uma visita à ilha de Leros, um lugar muito popular entre os habitantes locais e pouco conhecido pelos turistas. A ilha caracteriza-se pelo castelo que destaca no seu topo e pelas magníficas praias onde pode relaxar.

Descubra as experiências gregas! http://www.travel-tailors.com/detalhado.php?i=349

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

EXPERIÊNCIAS NA EUROPA: CROÁCIA





Muitas das praias em Krk, a maior ilha da Croácia, estão cheias no Verão. Mas se for até ao sul da vila de Punat, para Stara Baska, vai encontrar uma série de baías incríveis para nadar. Se o preferir fazer num lago, o lago Cetina é uma das principais belezas naturais do país. Este lago tem 105 km, que vão desde a cidade com o mesmo nome, através das montanhas Dinara e dos campos que rodeiam Sinj, até ganhar velocidade e chegar a uma central eléctrica perto de Omis. É uma viagem magnifica, já que o rio de um azul transparente está rodeado de elevadas rochas, repletas de vegetação, e a melhor maneira de a fazer é em rafting, num percurso de 3 a 4 horas durante o qual irá encontrar alguns rápidos.

Encontre a serenidade na Croácia.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

VIAGEM A PORTUGAL


"Portugal… Um diamante em bruto! Pelo menos é esta a minha última recordação que tenho das aulas de história e geografia do 8ºano. Rapidamente constatámos que este belo país foi transformado numa jóia lapidada que se assemelha ao diamante Hope. Uma mudança de planos de última hora levou-nos a ter algum tempo livre depois de um cruzeiro por Barcelona. Contactámos a Paula da Travel Tailors que imediatamente organizou um tour privado que nos agradou bastante, indo ainda ao encontro do nosso orçamento. As aptidões de personalização de viagens da Paula foram apresentadas através de um itinerário bastante interessante, cobrindo todos os destaques de cada local de interesse. Os guias profissionais, Marco Noivo e Susana Brás, ajudaram nesta tarefa com o seu conhecimento histórico especializado. Posso afirmar que nunca tive uma palestra de história tão emocionante e interessante na vida… Lembrava-me de Vasco da Gama, mas desta vez eu toquei no seu túmulo! A estada e as refeições também ultrapassaram as minhas expectativas. Os restaurantes locais eram bastante acolhedores e providenciavam o ambiente ideal para uma refeição relaxante e uma conversa agradável. O leitão assado fez com que cada momento desta refeição fosse uma experiência memorável! Paula, você e a sua equipa especializada devem ser elogiados! A sua equipa fez com que a nossa viagem a Portugal fosse um evento interessante e memorável. Certamente voltaremos no futuro! Recomendei a alguns amigos que a contactassem, e assim o continuarei a fazer futuramente…Sinta-se à vontade para partilhar o sucesso que foram as nossa férias com quem quiser, e que os seus planos de viagem a tragam a Vancouver Colorado, USA. Se isso acontecer, por favor planeie passar algum tempo connosco, e quem sabe ajudar-nos a planear a nossa próxima viagem a Portugal!"

Leia mais testemunhos!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

RECEITA DE MARROCOS: CUSCUZ DE SARDINHA


Ingredientes


  • 1 Colher(es) de sopa de óleo
  • 1 Unidade(s) de cebola média picada
  • 2 Colher(es) de sopa de pimentão verde picado
  • 2 Colher(es) de sopa de pimentão vermelho picado
  • 1/2 Xícara(s) de extrato de tomate
  • 1 1/2 Xícara(s) de água fervente
  • 1/2 Colher(es) de chá de tempero alho e sal ARISCO
  • 1 Lata de sardinha em óleo picada
  • 3 Unidade(s) de palmitos picados
  • 2 Unidade(s) de ovos cozidos picados
  • 1/2 Xícara(s) de azeitona picada
  • 2 Xícara(s) de farinha de milho amarela
  • 2 Colher(es) de sopa de cheiro-verde picado

Modo de Preparação


1. Unte uma forma de furo central pequena (20 cm de diâmetro) e decore o fundo e a lateral com o ovo, o pimentão e os tomates.
2. Polvilhe o cheiro-verde e reserve.
3. Em uma panela grande aqueça o óleo e doure a cebola.
4. Junte o pimentão verde, o pimentão vermelho e o extrato de tomate.
5. Refogue por 2 minutos.
6. Acrescente a água fervente, o tempero alho e sal, a sardinha e o palmito.
7. Cozinhe em fogo médio, por 5 minutos mexendo de vez em quando.
8. Coloque os ovos, as azeitonas e o cheiro-verde.
9. Junte aos poucos a farinha de milho e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre até soltar da panela.
10. Coloque na fôrma reservada e reserve por 15 minutos.
11. Desenforme em um prato, decore com folhas de alface e sirva morno ou frio.

Conheça Marrocos.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Receita Típica das Maldivas: CURRY DE LEGUMES

Ingredientes:
100 g de cenouras cortadas em cubinhos
100 g de couve-flor cortadas em pedaços
100 g de vagem
100 g de mini milho
100 g de ervilhas (de preferência, das congeladas)
100 g de tomate fatiado
1 colher de sopa de cúrcuma em pó (em inglês, turmeric) *
sal a gosto
1 colher de sopa de óleo vegetal (não azeite de oliva)
4 sementes de cardamomo
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de sementes de cominho
100 g de cebola cortada em anéis
1 folha de louro
2 folhas de Curry (opcional) **
1 dente de alho amassado
1 colher de chá de gengibre ralado
1 colher de sopa de coentro em pó
1 colher de sopa de pimenta chili em pó
400 ml de leite de coco

Preparação:
Branquear os vegetais (cenoura, couve-flor, vagem, mini-milho, ervilha, tomate) em água fervida com o pó de cúrcuma e sal.
Aquecer o óleo numa frigideira grande e funda. Adicionar o cardamomo, as sementes de mostarda e as de cominho, fritar por um minuto. Acrescentar a cebola, a folha de louro e as folhas de curry, misturar e continuar fritando, até que tudo fique de uma cor castanho claro. Acrescentar o alho e o gengibre, misturar e fritar por mais uns minutos.
Fazer uma pasta com o coentro em pó, a pimenta chili e um pouco de água, acrescentar à frigideira. Acrescentar os tomates fatiados e cozinhar até que os mesmos amoleçam. Acrescentar o leite de coco e levar à fervura. Acrescentar os outros vegetais à frigideira e ferver até estarem no ponto (não deixar os mesmos ficarem muito amolecidos).

Conheça as Maldivas.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Receita Típica da Malásia: RISOTO DE CAMARÃO COM MANGA

Ingredientes:
500 g de arroz arbóreo
500 g de camarão da Malásia limpo
1 manga cortada em cubinhos
4 dentes de alho picados
1 cebola grande picada
2,5 litros de caldo de peixe, camarão ou legumes
350 ml de vinho branco seco
6 colheres de azeite de oliva extra virgem
2 colheres de manteiga
Queijo de cabra em bolinhas
Açafrão (aproximadamente 15 g)
Gengibre
Sal e pimenta do reino
Salsinha para decorar

Preparação:
Camarão:
Tempere os camarões com sal e pimenta. Numa frigideira salteie-os com alho e duas colheres de sopa de azeite até que mudem de cor. Reserve quente.

Risoto:
Numa panela funda, com lume baixo, refogue a cebola e o alho no azeite. Coloque a cebola antes e deixe-a ficar transparente. Adicione o arroz logo após o alho e refogue por cerca de 2 minutos, ou até ficar brilhante. Adicione o vinho branco e não pare de mexer. Adicione uma concha de caldo fervente. Ele deve ser acrescentado aos poucos e não pode estar morno. Adicione o açafrão e o gengibre ralado. Continue mexendo até que o caldo seja absorvido, sem deixar ficar seco. Aumente o lume, vá acrescentando o caldo de concha em concha, sempre mexendo por mais, aproximadamente, 20 minutos, ou até que o grão de arroz fique Al Dente (quando ele oferece uma pequena resistência para quebrar). Não deixar ficar cru. Adicione metade dos camarões, a manteiga, sal, pimenta e a manga (reserve uma parte dela para a montagem). Mexa até ficar cremoso por mais 3 minutos. Desligue o fogo e sirva num prato grande com uma “cama” de cubinhos de manga por baixo do arroz. Decore com mais camarões e bolinhas de queijo de cabra. Finalize com um fio de azeite por cima, e um raminho de salsinha.

Conheça a Malásia.