quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Pura Vida! A Laura foi à Costa Rica e voltou rendida - Parte 2

A Laura Filipe, uma das colaboradoras da TravelTailors, foi à Costa Rica no passado Novembro. Já começámos antes a contar a história desta viagem. Hoje seguimos para a área do vulcão Arenal e para as praias de Guanacaste!
Em nome próprio, a Laura conta o que andou a fazer neste país onde se respira biodiversidade.


Levantámo-nos cedinho no dia 30 e fomos fazer uma caminhada guiada pelo Parque Nacional do Arenal. O tempo estava tão nublado e chuvoso que até julguei que o vulcão tinha desaparecido durante a noite e que não iria conseguir uma única fotografia... mas estava enganada!

A caminhada foi muito fácil e informativa e terminou numa espécie de miradouro para o vulcão e para o Lago Arenal. E a sorte estava do nosso lado: via-se mais de metade do vulcão e o sol começava a despontar por entre as nuvens. Pensava eu que seria a melhor vista que teria do vulcão.


 Photo by Laura Filipe

Pedimos ao motorista para nos deixar em La Fortuna, em vez de regressarmos ao hotel. Aproveitámos para ver a cidade, comprar uns "regalos" e almoçar numa soda chamada La Hormiga. Experimentámos o prato típico (casado) e ficámos convencidos - um bom almoço a muito bom preço. Uma excelente recomendação do nosso guia.

Da parte da tarde fomos espreitar as fontes termais do Tabacón. Não só é lindo ver a água quente (que vem do vulcão) a correr montanha abaixo, como o ambiente é muito relaxante. A opção ideal para quem quiser usufruir de águas termais em piscinas naturais.

De regresso ao hotel, tivemos tempo para descansar um pouco antes de voltarmos à cidade para jantar. Mais uma óptima refeição no Don Rufino, com um serviço muito atencioso.


Do Arenal a Tamarindo

No dia seguinte, recebemos o carro de aluguer no hotel pelas 9h e fizemo-nos à estrada em direcção a Guanacaste, mais concretamente a Tamarindo. Pelo caminho, como que um presente de despedida, o vulcão apareceu-nos completamente descoberto e proporcionou umas das melhores fotografias que tirei.


 Photo by Laura Filipe

O caminho para Tamarindo é fácil, ainda que um pouco longo (levámos cerca de 4 horas, sempre com a inestimável ajuda do GPS) e com poucos desvios. Uma opção para quem não queira fazer tudo seguido é parar em Cañas ou Liberia para comer qualquer coisa e descansar.

Nós decidimos ir directos ao nosso hotel, com algumas paragens para fotografias pelo caminho - este país parece todo saído de um postal! O hotel é de estilo resort, grande, com uma enorme piscina, mesmo em cima da Playa Mansita. A praia não é muito interessante, ainda que bonita, e na maré baixa é bastante rochosa. Mas proporcionou-nos a oportunidade de observar aves pesqueiras a mergulhar no oceano em busca de alimento e um magnífico pôr-do-sol em tons de laranja e rosa.


 Photo by Laura Filipe

No dia 2, tomámos o pequeno-almoço cedo e fomos preguiçar um par de horas para a piscina (ou não fosse este o país das preguiças...). Pelas 11h30/12h, decidimos que era boa altura para ir espreitar algumas praias ali próximas.

Começámos por Playa Tamarindo. É uma praia grande, com muito movimento (muitos restaurantes e bares) e essencialmente dedicada a surfistas. Existem sinais a avisar sobre as correntes fortes e a recomendar cautela - não é uma praia vigiada. A areia não é totalmente preta, mas é escura e os pés ficam "encardidos".

Seguiu-se Playa Grande. Do mesmo estilo de Playa Tamarindo, mas mais tranquila e mais remota, quase deserta. Faz-se uma boa parte do caminho em terra batida, mas compensa. O areal estava repleto de búzios e vimos um caranguejo eremita enorme!

Continuámos caminho para Playa Flamingo, já mais frequentada, mas mais calma que Tamarindo. É bonita, tem poucas pessoas e não me pareceu tão agreste para nadar, mas tem muitos barcos muito próximos da praia, o que me deixa dúvidas sobre se a água não sofre alguma poluição.
Parámos para almoçar por aqui, já tarde, numa soda em frente à praia.

De regresso ao hotel passámos por Playa Avellanas que, para mim, é uma das mais bonitas que vimos. Ajudou termos visitado já ao pôr-do-sol e as cores fazerem reflexos lindíssimos na areia molhada. Creio que seja a única praia vigiada das que visitámos, mas fiquei com a ideia de que o nadador-salvador pertencia ao beach club.


 Photo by Laura Filipe

Ainda existem outras opções como Playas del Coco e Playa Samara, mas não tivemos tempo de espreitar.

No dia seguinte, levantámos âncora em direcção a Monteverde onde teríamos (mais) uma aventura inesquecível.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Pura Vida! A Laura foi à Costa Rica e voltou rendida - Parte 1

A Laura Filipe, uma das colaboradoras da TravelTailors, foi à Costa Rica no passado Novembro. E porque viajar faz mesmo parte do ADN, não só das fundadoras, mas também dos colaboradores, queremos partilhar mais esta história de viagem pessoal. Em nome próprio, a Laura conta o que andou a fazer neste país onde se respira biodiversidade.


Tortuguero é Pura Vida

A aventura começou cedo em direcção a Tortuguero. Depois de termos dormido a primeira noite em San José, o dia seguinte começou pelas 6h30 com um transfer em direcção a Guapiles, onde parámos para almoçar.

No caminho até Guapiles, encontrámos esta cara simpática que, confesso, nos fez ganhar a viagem!


Photo by Laura Filipe

De Guapiles, seguimos para La Pavona onde embarcámos no barco que nos levaria ao nosso hotel.

Tortuguero é diferente de tudo o que já vi. É um Parque Nacional onde se circula apenas de barco pelos canais. Este primeiro dia foi indescritível. Vimos iguanas, caimões e um crocodilo bebé.

A vila de Tortuguero é um charme e o povo é incrivelmente bem-disposto e amável.
O nosso hotel é quase um eco resort, com um ambiente fantástico e um menu à carta muito bom. Como têm poucos hóspedes de cada vez, os funcionários conhecem-nos pelo nome e é quase como se fôssemos uma família.

Choveu ao fim do dia e durante a noite, mas o calor é tanto que a chuva torna-se refrescante. E sempre disfarça o chamado dos macacos uivadores que se ouve durante todo o dia (e de madrugada!).

O dia seguinte foi passado em visita pelos canais do Parque Nacional. A quantidade de fauna que se vê nestes canais é incrível. Caimões, reptéis, várias espécies de aves e lagartos, macacos, tartarugas... Eu estava deliciada, de camera em riste, a tentar captar todo o ambiente.


Photo by Laura Filipe

Terminámos o dia com uma visita guiada nocturna na rain forest atrás do hotel. Apesar de não ser privada, calhou não haver mais participantes, pelo que fomos só nós, o guia e 3 lanternas. É uma experiência única que aconselho vivamente!

Vimos várias espécies de aranhas (e uma tarântula!) - e eu que tenho medo, aguentei-me como uma valente - sapos, inclusive aquele verdinho que é o símbolo da Costa Rica. O nosso guia conseguia identificar alguns animais pelo seu chamado. Impressionante!

Mais para o fim da visita, o guia sugeriu desligarmos as lanternas por 2 minutos e ficarmos simplesmente parados a escutar. Nunca me senti tão impotente e, ao mesmo tempo, maravilhada em toda a minha vida. A floresta é escura como breu sem as lanternas e não saberíamos sair dali sozinhos, mas, ao mesmo tempo, transmite uma enorme sensação de paz e wonder. Foi inesquecível.


Adeus Tortuguero, olá Arenal

Infelizmente, como tudo o que é bom tem um fim, abandonámos Tortuguero no dia seguinte em direcção a La Fortuna, na área do vulcão Arenal.

Fizemos o caminho inverso, de regresso a Guapiles onde nos encontrámos com o David, que ia ser o nosso motorista para estes dias.

Chegados a La Fortuna, parámos para comprar pomada na farmácia (os mosquitos deliraram com o meu sangue mediterrânico, ainda que repleto de repelente) e um cartão sim local. 10 euros dão para 7 dias, 3GB e whatsapp grátis, e quando acabar é só recarregar em qualquer loja.

La Fortuna tem muitas opções de restaurantes e lojinhas, pelo que é importante ter carro (ou motorista) nesta zona para não se ficar confinado aos hotéis que são mais afastados da cidade.

Acabámos o dia, literalmente, de molho nas hot spring pools do nosso hotel (água a 39ºC? Sim, por favor!) e a maravilhar-nos com as vistas para o vulcão, para onde nos iríamos aventurar no dia seguinte.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Voos directos de Portugal para o Mundo em 2019


A lista completa com saídas de Lisboa, Porto e Faro é: 

Alemanha (Berlim, Colónia-Bona, Dresden, Dusseldorf, Erfurt, Estugarda, Frankfurt, Hamburgo, Hannover, Karlsruhe/Baden-Baden, Memmingen, Muenster/Osnabrueck, Munique, Nuremberga), 
Argélia (Argel), 
Angola (Luanda), 
Áustria (Viena), 
Bélgica (Bruxelas e Liège), 
Brasil (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), 
Bulgária (Sofia), 
Canadá (Montréal e Toronto), 
Cabo Verde (Boavista, Praia (Santiago), Sal, São Vicente), 
Costa do Marfim (Abidjan), 
Croácia (Zagreb), 
República Checa (Praga), 
Dinamarca (Aarhus, Copenhaga), 
Emirados Árabes Unidos (Dubai), 
Espanha (A Coruña, Alicante, Asturias-Oviedo, Barcelona, Bilbau, Gran Canaria, Ibiza, Madrid, Málaga, Palma de Maiorca, Sevilha, Tenerife, Valência, Vigo e Vitória), 
Estados Unidos da América (Boston, Chicago, Filadélfia, Miami, Nova Iorque, São Francisco, Washington), 
Finlândia (Helsínquia), 
França (Ajaccio, Bordéus, Carcassone, Clermont-Ferrand, Dole, Lille, Lorient,  Lyon, Marselha, Nantes, Nice, Paris, Toulouse, Tours e Vatry), 
Gana (Accra), 
Grécia (Atenas), 
Guiné-BIssau (Bissau), 
Holanda (Amsterdão, Eindhoven, Groningen, Roterdão), 
Hungria (Budapeste), 
Irlanda (Cork, Dublin, Shannon), 
Israel (Tel-Aviv), 
Itália (Bergamo, Bolonha, Cagliari, Florença, Milão, Nápoles, Pisa, Roma, Turim, Veneza e Verona), 
Letónia (Riga), 
Luxemburgo, 
Malta, 
Moldávia (Chisinau), 
Marrocos (Casablanca, Fez, Marraquexe, Tânger), 
Moçambique (Maputo), 
Noruega (Oslo), 
Polónia (Cracóvia, Katowice, Nowy Dwor Mazowiecki, Varsóvia, Wroclav), 
Reino Unido (Belfast, Birmingham, Bournemouth, Bristol, Cardiff, Doncaster/Sheffield, Edimburgo, Exeter, Glasgow, Jersey, Londres, Leeds/Bradford, Manchester, Newcastle, Nottingham e Southampton), 
República Dominicana (Punta Cana), 
Roménia (Bucareste), 
Rússia (Moscovo), 
São Tomé e Príncipe (São Tomé), 
Senegal (Dakar), 
Suécia (Estocolmo, Gotemburgo), 
Suíça (Basileia, Genebra, Sion e Zurique), 
Togo (Lomé), 
Tunísia (Tunis), 
Turquia (Istambul), 
Ucrânia (Kiev),
Venezuela (Caracas).

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Cidades vibrantes pelos olhos de quem as conhece

O ano de 2018 está a terminar. Para muitos é uma altura de fazer balanços, fixar objetivos e fazer planos para o ano seguinte. E porque viajar está sempre nos nossos planos, deixamos aqui um especial de destinos para 2019! A Suitcase Mag falou com um designer de jóias, uma atriz, uma escritora e um designer e todos têm algo em comum. Nasceram ou vivem em cidades vibrantes, com muito para descobrir! Muito já foi dito e escrito acerca destas quatro cidades - São Paulo, Tel Aviv, Veneza e Nova Deli. Trazemos agora algo mais, descrito pelos olhos de quem vive a cidade no dia-a-dia. Profissionais criativos, que retiram inspiração destas cidades, e também colocam nelas o resultado dessa inspiração.

São Paulo, Brasil

Ara Vartanian é um designer de jóias brasileiro que usa pedras preciosas como a base do seu trabalho. Baseado em Londres, é natural de São Paulo, e deixa as suas recomendações desta cidade cosmopolita e sempre em movimento.

Como passar 24 horas em São Paulo?

Podem começar com um pequeno-almoço no Café Futuro Refeitorio. Fica situado num edifício industrial mas a comida é fantástica. A seguir, visitem Fortes D’Aloia e Gabriel, uma galeria de arte ou o Museu de Arte de São Paulo. Sigam para um almoço na steakhouse 348 Corrientes. A seguir ao almoço, visitem a Galeria Luciana Brito, que fica numa fantástica casa dos anos 50. Ao cair da noite, vão beber um copo no Terraço Itália. É um dos mais altos edifícios em São Paulo.
Photo by D A V I D S O N L U N A on Unsplash

Veneza, Itália

Skye McAlpine é uma autora de livros de cozinha, que passa muito do seu tempo em Veneza, onde alimenta o seu blog From my dining table. É também fotógrafa e dá workshops de cozinha. Deixou algumas ideias de como descobrir Veneza, saindo do percurso turístico habitual.

Diga-nos um sítio secreto em Veneza

Comer um gelado italiano em Veneza é obrigatório. A melhor geladaria da cidade fica por detrás da Piazza San Marco e chama-se Mela Verde. Tem uma seleção fantástica de gelados, diferente todos os dias.
Photo by Lucas Marcomini on Unsplash

Tel Aviv, Israel

Dorit Bar Or é uma atriz e designer israelita, que desenvolve as suas criações de luxo para férias. Segundo ela, Tel Aviv está a transformar-se numa mini Ibiza. É preciso dizer mais?

Onde podemos sentir a cultural local?

A feira de Jaffa é um misto de culturas. Aqui podem encontrar variedade de culinária e bares e sentar à beira da estrada a provar um pouco de cada. Além disso, podem conhecer designers novos e algumas lojas de artigos para casa.
Photo by Faruk Kaymak on Unsplash

Nova Deli, Índia

Robert Mishchenko é um designer ucraniano que lançou a sua primeira coleção na rede social Instagram. A partir daí, alcançou o sucesso mundial, baseado nos seus designs inspirados em férias e Verão. Viaja pelo Mundo, por prazer e pelos negócios. Nova Deli impressionou-o tanto que lhe dedicou uma das suas coleções.

O que o inspirou?

As cores. Há misturas únicas de laranja e rosa, azul e amarelo, branco e dourado. Passei muito tempo a explorar mercados, onde as cores são vibrantes. Os indianos não têm vergonha em usar cor e é assim que deve ser. Cores fortes trazem felicidade.


Photo by Pau Casals on Unsplash

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 3

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. Andou por San Francisco e San Diego, e pela costa. E depois foi visitar os magníficos parques naturais. Estamos quase a terminar esta viagem, mas não sem antes visitar os essenciais Las Vegas e Grand Canyon! Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

Lake Powell - em casa num rancho do Oeste americano

Saímos de Vegas em direcção ao Grand Canyon Western Ranch. Aproveitámos ainda para conhecer uma parte de Lake Mead. Lake Mead e Lake Powell pertencem aos parques nacionais e, por isso, tem um valor de entrada. Fiquei a saber que se pode comprar um passe anual de $80, que compensa se se visitar 3 ou mais parques. Quando chegamos ao Ranch, eram 15h e estavam 42ºC! O espaço é bem engraçado. Casinhas de madeira e o interior da casa principal, onde servem as refeições. Mas com aquele calor nada se consegue fazer, por isso fomos só almoçar. Comemos hamburger de bisonte, é muito bom. Ao final do dia, tinhamos um passeio a cavalo, por isso ficámos só a descansar. Ao final do dia, a temperatura estava bem mais amena. O rapaz que fez o passeio de cavalo connosco é um cowboy. Trabalha no rancho com os cavalos e as vacas, que são tratadas para os rodeos. Têm também alguns bisontes para os visitantes verem. O passeio foi fantástico! A paisagem é linda, há imensa vegetação. Vimos lebres, veados, vários cactos. A mais conhecida, a Joshua Tree só existe no Mohave Desert!! Parece um cacto, mas na verdade é uma árvore de madeira. Vimos bisontes, bebemos espumante e um senhor cantou e tocou viola. Foi uma experiência muito boa, e diferente para nós. A seguir ao passeio a cavalo, fomos reservar o jantar. Ao jantar, o tal senhor que canta (um country singer vestido à cowboy) veio à sala e cantou uma música para cada casal. Em italiano, em pseudo português e em inglês. Foi mesmo engraçado. Depois perguntou a cada um se estavam a festejar alguma data especial. Uma senhora fazia anos, nós dissemos que tinha sido o nosso aniversário de casamento e os italianos estavam noivos. Depois disse-nos para irmos ter com ele à fogueira na rua, pois tinha lá uma surpresa. Eram marshmellows no espeto, fizemos smores!! Marshmellows com chocolate e bolacha. Que maravilha. Cantou muitas canções conhecidas - Willy Nelson, Kenny Rogers, Bon Jovi, Eric Clapton, Bob Dylon. Ficámos noite dentro e adorámos. Este rancho fica mesmo em frente ao Spirit Mountain, onde os Hualapai Indians enterram os seus mortos. Está a 30 minutos da entrada Oeste do Grand Canyon, que pertence mesmo aos índios Hualapai. É por isso que a entrada é tão cara. Se quiserem tirar os fotos, é preciso pagar ainda mais $60, pois não permitem que se levem máquinas fotográficas ou telemóveis. Resolvemos que valia mais a pena fazer o voo de helicóptero do rancho. Combinámos com o piloto às 7h30 do dia seguinte. O piloto é um australiano que vive em Portland há 3 anos, com a família. Os donos do rancho pediram à empresa onde ele trabalha para disponibilizarem 2 pilotos experientes, para revitalizarem esta actividade. Eles trabalham com aparelhos de combate ao fogo e urgências, e também dão aulas, por isso são muito qualificados. Fizemos um voo privado por $295, achei excelente.


Photo by Tom Gainor on Unsplash
Fiquei a saber que, quem vem de Vegas, vê o que nós vimos do ar, a zona Oeste do Grand Canyon. Pelos vistos é muito melhor do que fazer o skywalk.Valeu mesmo muito a pena! No dia seguinte, depois do voo, tomámos o pequeno-almoço, que estava óptimo. Ovos com batatas e bacon e pancakes com bacon. Típico do Oeste americano! Seguimos em direcção ao Stagecoach Ranch, mais a sul. Decidimos que iamos mesmo passar em Oatman e foi o melhor que fizemos! Acabámos por fazer uma boa parte da famosa Route 66. A área que percorremos tem uma paisagem fantástica, que vai mudando drasticamente. Desertos tão diferentes, com cactos e arbustos distintos. Mesmo muito interessante. Oatman foi uma supresa inesperada. Há dezenas de burros na rua e vêm ter connosco! Comemos uns nachos excelentes e bem baratos: $11 com bebidas. Adorámos! Seguimos para o rancho com as instruções que nos deram. Começámos a andar em terra batida e areia e só pensei que o Mustang ia ficar ali!! Foram 25 milhas (cerca de 40 km) nestas estradas. Sempre a pensar que estávamos mesmo no meio do deserto do Mohave e sem rede. Por fim, vislumbrámos o rancho. Que é mesmo muito bonito, muito mais que o anterior. Numa construção em estilo mexicano, decoração cuidada, muitos cactos, carroças, estátuas de metal. É mesmo um estilo muito diferente. Os donos deste rancho vivem lá e curiosamente não são da zona. O senhor nasceu fora dos EUA, de pai inglês e mãe francesa. A mulher é de Ohio, onde se conheceram e viveram, em Massachusets. Mudaram-se para o rancho há cerca de 3 anos. O filho mais velho tem 21 anos e frequenta a universidade lá perto. O filho mais novo tem 15 anos e frequenta o liceu. Demora 1 h a chegar à escola porque a mãe o leva de carro, caso contrário demoraria 2h30! Neste rancho, fizemos dois passeios a cavalo. Um foi ao pôr do sol e adorámos. Fomos só nós com o cowboy. Tal como no outro rancho, também aqui trabalham com vacas e cavalos. No dia seguinte, fomos às 6h. Foi ótimo porque já andámos a trote e a galope. Não era suposto, mas o cowboy viu que estávamos à vontade! Este rancho tem piscina, onde fomos depois do passeio a cavalo, que soube lindamente. A comida é óptima. O racho tem uma sala de convivio muito gira com mesa de bilhar e bar. À noite, tem as luzes acesas no exterior, fica muito bonito. Há muitas actividades disponíveis, mas nós só estivemos uma noite, por isso não aproveitámos muito isso.

Grand Canyon - a imensidão e o pôr-do-sol vermelho

Seguimos para Grand Canyon, passando por Williams.


Photo by Jad Limcaco on Unsplash
Chegamos a tempo de ver alguns pontos de interesse e ir ver o pôr do sol. Hopi é bonito, mas não terá sido o melhor pôr do sol por causa das nuvens. Só quando o sol se estava mesmo a pôr é que ficou mesmo vermelho. De manhã fomos bem cedo para Mohave Point, pensamos que era dos sítios mais bonitos. Depois fomos ao Grandview, que também gostámos. Por fim, ao Desert Point, que é a saída Este do parque, a caminho de Lake Powel e North Rim. Penso que vimos tudo o que havia para ver no Grande Canyon! Voar sobre o West Rim e Hualapai Reservation, entrada pelo South Rim e saída pelo East Gate. A entrada South Rim é uma floresta de pinheiros baixos... não estava à espera disto! A paisagem por esta estrada é muito interessante. Viemos até ao Horseshoe Bend. Para dizer a verdade, é horrível de lá chegar. Eram 14h, estavam 32ºC, fizemos 500 m a pé para lá chegar e regressámos em pleno calor. Mas valeu a pena, é lindo, com água verde e azul a passar à volta!


Photo by Tom Gainor on Unsplash
Viemos até Lake Powell. Fizemos o passeio de barco ao pôr do sol, gostámos muito. Pode-se alugar um barco e não é preciso ter licença. Não o fizemos porque achámos caro, mas, para quem passe o dia, acho que compensa. Ver estas montanhas do canyon, ao longo do rio, é lindo. De volta ao rancho, têm uma fogueira ao lado da piscina. Dá um ambiente acolhedor e fica quentinho. E assim nos despedimos da nossa viagem por terras americanas. Até um próximo capítulo!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 2

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. Já começámos antes a contar a história desta viagem. Hoje seguimos para o interior, visitar os fantásticos parques naturais! Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

San Francisco - a cidade das colinas e dos elétricos

San Francisco é bastante giro. O Pier é engraçado, tem imensos restaurantes. Mas o mais curioso são os leões marinhos, que andam por todo o lado, junto das marinas. As ruas são o máximo, embora façam alguma confusão. Parece mesmo que vamos cair da estrada, não se vê nada quando se está em cima, de tão inclinadas que são! Andar de eléctrico em San Francisco é mesmo uma atracção turística. Faz uma fila como se fosse para a montanha russa na Disney! Mas é muito divertido andar pendurado no eléctrico e dar "high five" às pessoas que passam no sentido contrário!


Photo by Amogh Manjunath on Unsplash









Mark Twain disse que o Inverno mais frio que passou foi o Verão em San Francisco. E acho que tem mesmo razão, pois a cidade é bem fria. De uma forma geral é fresco de manhã e ao final do dia, e está sempre nevoeiro. Aliás, nunca vimos totalmente a ponte, só partes dela... foi pena.


Photo by Joseph Barrientos on Unsplash

Disseram-me que só a partir de Outubro é que melhora o tempo em San Francisco. No Verão não passa dos 15ºC. Mas é uma cidade mesmo bonita, com casas lindas e, de uma forma geral, limpa e arranjada. É muito fácil de nos entendermos na cidade.
Fiquei a saber que as casas em San Francisco custam uma pequena fortuna. Na zona de 17mile drive são casas que, na maioria dos casos, são herdadas. E os valores rondam facilmente os 100 milhões de dólares. Em San Francisco, vão desde 4 milhões a 40 milhões. As rendas para um apartamento, com um quarto, rondam os 3.000 dólares por mês. Na realidade, mesmo com ordenados elevados, a maioria das pessoas não consegue pagar estes valores.

Yosemite e Sequoia National Park - as maravilhas naturais
Saímos do hotel às 7h00 em direcção ao Yosemite. Chegamos à entrada do parque em cerca de 50 minutos, e seguimos para o Visitor Center. É tudo enorme, os estacionamentos, a entrada do centro. Tem muitas pessoas, portanto ir cedo foi uma excelente ideia, pois evitámos as filas para entrar. Dá perfeitamente para ver os principais pontos de interesse num dia. Ficam todos muito perto uns dos outros, e o shuttle gratuito leva-nos a todo o lado. Se se chegar cedo e fizer o percurso no próprio carro, dá para tirar fotos em todo o lado, sem qualquer problema. Também dá para conduzir até ao Glacier Point, onde o shuttle não vai. Não fomos até lá pois ainda era 1 hora de carro e o céu estava nublado. Achámos que não ía valer a pena. Ao invés, ficámos a descontrair e a fazer um pic-nic, ao pé de um riacho. Dá para alugar um raft no Half Dome Lodge, onde pára o shuttle, e descer o riacho. Vale a pena.


Photo by Trent Erwin on Unsplash

No dia seguinte, saímos novamente bem cedo do hotel, em direcção ao Sequoia National Park. São cerca de 2h30 até à entrada do parque. Estava imenso calor e havia uma longa fila à entrada, mas menos pessoas que em Yosemite.
Este parque é lindíssimo. Na nossa opinião, muito mais bonito que Yosemite, em todos os aspectos. Tem menos pessoas. Os estacionamentos são mais bonitos, pois não têm fitas laranja e cones por todo o lado, o que tira parte do encanto. Embora compreenda que fazem falta em Yosemite, pois há muito mais pessoas.

Photo by Robert Penaloza on Unsplash
Os pontos de interesse estão muito concentrados, e são lindos. Vê-se tudo muito bem de carro próprio. É muito importante fazer um percurso dos parques para quem tem um dia. Chega perfeitamente, a menos que queiram estar mais descontraídos ou até fazer trilhos. No caso do Sequoia, agora que sei como é, teria feito de uma forma diferente. Poderíamos ter entrado no ponto a norte - Kings Canyon Entrance. Daí, descíamos até ao lodge, e depois saíamos em Three Rivers, que foi onde acabámos por entrar. Foi por aqui que entrámos porque, quando se insere Sequoia no Google Maps, é esta a entrada que dá. Mas, se olharmos para um mapa, quem vem de cima aproveita para vir logo pelo parque. E, se quiser, pode ver Kings Canyon, que fica a 1h da entrada norte, mas a 3h da entrada sul. As árvores Giant Sequoias são lindas, o parque é tranquilo, cheira a natureza e tem esquilos fofinhos. Teríamos preferido ficar neste parque mais tempo. Mas só depois de vir percebemos isso. Tem uns rápidos fantásticos, que fazem piscinas, e prainhas lindas de água gelada! Fiquei mesmo impressionada com a natureza neste parque. É diferente de tudo aquilo que já vi noutras florestas. Merece mesmo ser visto, ao vivo e a cores!

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 1

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. E porque viajar faz mesmo parte do ADN das suas fundadoras (e não é somente no que trabalhamos), queremos partilhar mais esta história de viagem pessoal. Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

San Diego e Los Angeles – incursão pelas cidades americanas

San Diego é bastante giro. La Jolla Cove é muito bonito; nunca pensei ver tantos leões marinhos, uma comunidade enorme que toma conta da praia! Muitos jovens a fazer desportos aquáticos, e muito snorkeling. O senhor que nos entregou o carro na rent-a-car já teve vários empregos, e um deles levou-o a viver em Portugal. Como o mundo é pequeno! A esposa é bióloga marinha e diz que as águas em San Diego estão cheias de tubarões, que comem os "baby sea lions"!! O mais giro em San Diego deve mesmo ser o navio militar, é um espectáculo. Jantámos num restaurante italiano com vista para a cidade e houve fogo de artificio...very nice! Vimos também Coronado beach, que gostámos muito. Ficámos num hotel que foi o primeiro hotel a ser electrificado. Foi o próprio do Thomas Edison que o foi lá fazer!


Photo by Daniel Guerra on Unsplash

A caminho de Los Angeles


Passámos pela praia de Laguna Beach, que não achei nada bonita. Está cheia de algas e as pessoas deitadas ao lado. Já a vila é bonita. Mas para quem queira vir fazer praia, não vale muito a pena. E a água ronda os 20 graus, portanto nem é pela temperatura. Confirma-se o que sempre dizemos: em Portugal há praia mais bonita, e com água mais quente.


Photo by Ahmet Yalçınkaya on Unsplash
O trânsito é uma loucura. Há cinco faixas na auto-estrada e estão todas cheias! O custo de vida é bastante elevado. Um postal custa $3, uma água $3,5. Chegados a Los Angeles, fomos ao Sunset Boulevard, é obrigatório! Passamos por Bel Air, onde as casas são bonitas e os espaços muito bem arranjados. Fomos tirar as fotos da praxe no Hollywood sign, depois fomos ao passeio da fama... e é aí que pensamos que é tudo artificial e só para turista ver. A rua é suja e há tanta pobreza humana, de diversos níveis. Aqui, não consigo ver beleza. Vamos mas é para os parques que, de facto, não sou uma pessoa de cidades!  

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O Guia Michelin esteve em Portugal e deixou mais estrelas

A gala do Guia Michelin aconteceu em Sintra e trouxe mais estrelas aos restaurantes portugueses.

O Alma juntou-se ao leque de restaurantes com duas estrelas, premiando a equipa do chef Henrique Sá Pessoa.

Além desta novidade, o Guia Michelin atribuiu 1 estrela a 3 novos restaurantes em Portugal:

  • G Restaurante, em Bragança
  • A Cozinha, em Guimarães
  • Midori, no Hotel Penha Longa, em Sintra
Com esta nova (e merecida!) distinção do Alma, passam a ser seis os restaurantes com dupla estrela Michelin. E dois deles ficam no centro da cidade de Lisboa, no cosmopolita e trendy bairro do Chiado. Portugal passa assim a ter algum peso no Guia Michelin da Península Ibérica. E a afirmar-se internacionalmente como um destino para foodies - os amantes de comida que viajam em busca de novos sabores e restaurantes. Além disso, começa-se a falar da forte possibilidade de se conseguir uma 3ª estrela num restaurante. Isto certamente colocaria Portugal na rota dos destinos de culinária!
Imagem de Lifecooler

Veja aqui a lista de restaurantes com estrelas Michelin em Portugal, para 2019.

Duas estrelas Michelin Alma / Henrique Sá Pessoa, Lisboa Belcanto / José Avillez, Lisboa Il Gallo d’Oro / Benoit Sinthon, Funchal Ocean / Hans Neuner, Alporcinhos The Yeatman / Ricardo Costa, Vila Nova de Gaia Vila Joya / Dieter Koschina, Albufeira Uma estrela Michelin A Cozinha /António Loureiro, Guimarães Antiqvvm / Vitor Matos, Porto Bon Bon / Louis Anjos, Carvoeiro Casa da Calçada / Tiago Bonito, Amarante Casa de Chá da Boa Nova / Rui Paula, Leça da Palmeira Eleven / Joachim Koerper, Lisboa Feitoria / João Rodrigues, Lisboa Fortaleza do Guincho / Gil Fernandes, Cascais G Restaurante / Óscar Gonçalves, Bragança Gusto by Heinz Beck / Heinz Beck, Almancil Henrique Leis / Henrique Leis, Almancil LAB by Sergi Arola / Sergi Arola, Sintra L’And Vineyards / Miguel Laffan, Montemor-o-Novo Loco / Alexandre Silva, Lisboa Midori / Pedro Almeida, Sintra Pedro Lemos / Pedro Lemos, Porto São Gabriel / Leonel Pereira, Almancil Vista / João Oliveira, Portimão William / Luís Pestana, Funchal Willie’s / Willie Wurger, Vilamoura

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Como ter acesso aos Lounges dos aeroportos



Hoje em dia há cerca de 3000 airport lounges em mais de 850 aeroportos, em todo o mundo. 

Nem todos são iguais e existe uma grande variação na qualidade dos espaços e serviços. No topo encontram-se os espaços reservados à elite da aviação, onde só se tem acesso com um bilhete internacional em 1ª classe ou executiva. A maioria oferece aos viajantes um local tranquilo e confortável onde pode ligar os seus aparelhos electrónicos, comer uma refeição leve ou beber uma cerveja. Se não tem acesso a um lounge, existem passes que pode adquirir para usufruir destes espaços.

Day Passes
Adequados a viajantes de lazer pouco frequentes ou viajantes frequentes em ocasiões pontuais.
Podem ser comprados passes diários para a maioria dos lounges através da LoungeBuddy (vende passes para mais de 400 aeroportos em 68 países) e a maioria ronda os 35€.
Algumas companhias aéreas vendem os passes de acesso aos seus espaços no balcão de check-in (preços entre 40 e 50€).

Priority Passes
Adequados a viajantes que visitam um lounge pelo menos uma vez por mês.
Um passe prioritário dá acesso a mais de 1200 espaços em todo o mundo, aos quais pode aceder através de uma app no telefone. Existem 3 tipos de adesão:
Priority Pass Standard – Tem um custo anual de adesão de 87€ e cada visita é cobrada a 24€.
Priority Pass Standard Plus – Tem um custo anual de adesão de 218€ que inclui 10 visitas. A partir da 11ª visita é cobrado um valor de 24€ por visita.
Priority Pass Prestige – Tem um custo anual de adesão de 350€ e inclui visitas ilimitadas. Este é o melhor se fizer mais de 17 visitas por ano.
Uma ressalva: Quando os lounges estão muito cheios, o acesso aos membros do Priority Pass pode ser recusado.

Premium Credit Cards
Adequados a viajantes frequentes.
Existem cartões de crédito que oferecem vantagens nesta área. Por exemplo o American Express Platinium Card oferece um acesso equiparado ao Priority Pass Prestige.
Muitas companhias aéreas oferecem o seu próprio cartão de crédito que garante o acesso.

Annual Airline Lounge Passes
Adequados a viajantes leais a uma companhia, mas que ainda não atingiram o status de elite.
Os passes das companhias garantem acesso aos lounges da companhia e dos seus parceiros e geralmente têm um custo entre 310€ e 440€.

LOUNGES DE AEROPORTO POR COMPANHIA AÉREA


Ao voar como passageiro premium, tem acesso gratuito e exclusivo aos lounges para relaxar antes do seu voo. Um refúgio perfeito, onde pode descansar ou trabalhar enquanto espera. Tire partido do conforto máximo e siga viagem com as baterias recarregadas.
O acesso aos lounges é gratuito para quem viaja em executiva ou membros da Star Alliance Gold ou TAP Gold, para os restantes passageiros o acesso é pago.

Quem viaja com a Emirates ou com a Qantas pode usufruir de até 4 horas de acesso pago aos lounges da companhia no Dubai ou no resto do mundo. Os membros do Emirates Skywards beneficiam de redução nas tarifas.
No Dubai conforme o lounge os preços de acesso para membros variam entre os 45 e os 185€, para quem não é membro os valores variam entre 60 e 230€. O acesso do passageiro é gratuito para membros Silver, Gold ou Platinium ou passageiros que viajam em Business ou 1ª Classe.
Para os lounges fora do Dubai o preço do acesso é cerca de 88€, o acesso do passageiro é gratuito para membros Gold ou Platinium ou passageiros que viajam em Business ou 1ª Classe.  

O acesso aos lounges é determinado pela classe de reserva do bilhete ou pelos privilégios do cartão de cliente.
Só os portadores de bilhete 1ª classe Lufthansa e Swiss ou cartão Miles&More HON Circle Member têm acesso a todos os lounges da Lufthansa. Os passageiros com bilhete 1ª classe Star Alliance ou Cartão Miles&More Senator ou Cartão Star Alliance Gold têm acesso ao Senator Lounge, ao Business Lounge e ao Welcome Lounge. Os passageiros com bilhete Business Class Lufthansa ou Star Alliance ou cartão Miles&More Frequent Traveller têm acesso ao Business Lounge e ao Welcome Lounge.
Os passageiros com bilhete Lufthansa Premium Economy, nos aeroportos da Alemanha, EUA e Paris Charles de Gaulle, podem aceder ao Business Lounge e ao Welcome Lounge, mediante aquisição de um voucher no balcão de bilhetes da Lufthansa. O valor de acesso aos Business Lounges é, neste momento, de 25€ na Europa e 35USD nos EUA para adultos, e de 15€ para crianças dos 2 aos 12 anos na Europa. O acesso ao Lufthansa Welcome Lounge em Frankfurt custa 50€ para adultos e 35€ para crianças dos 2 aos 12 anos.
Para ter acesso ao Lounge Star Alliance Partner First Class é necessário ser portador de Bilhete 1ªClasse Lufthansa ou Star Alliance. Para aceder ao Star Alliance Partner Business Lounge é necessário Bilhete 1ªClasse ou Business Lufthansa ou Star Alliance ou cartão Miles&More HON Circle Member ou Senator ou Cartão Star Alliance Gold
Em alguns destinos a Lufthansa oferece um lounge contratado. Têm acesso aos lounges contratados os passageiros First Class e Business Class, bem como HON Circle Member, Senator e Star Gold. O acesso só é possível em combinação com um cartão de embarque válido para um voo operado pela Lufthansa com partida no mesmo dia.
Os passageiros que voam com a Eurowings e que reservaram com a tarifa SMART ou BEST e com cartão Miles&More HON Circle Member ou Senator, têm acesso aos Lufthansa Senator e Business Lounges no dia da partida. Os passageiros que reservaram com a tarifa SMART e com cartão Miles&More Frequent Traveller, têm acesso aos Lufthansa Business Lounges no dia da partida.  Os passageiros que reservaram com a tarifa BEST têm acesso aos Lufthansa Business Lounges no dia da partida. Os passageiros que possuem cartão Star Alliance Gold têm acesso aos Senator e Business Lounges da Lufthansa apenas se forem clientes das companhias aéreas United Airlines (UA) e All Nippon Airways (NH).

Os clientes pertencentes ao programa Iberia Plus com cartão Infinita Prime, Infinita, Platino ou Oro e com cartão de embarque válido num voo operado pela Vueling, Grupo Iberia ou oneworld, tem acesso aos lounges da Iberia, assim como os passageiros que viajam em Business Plus ou Class e os passageiros pertencentes à oneworld com cartão Emerald ou Sapphire.

A BA dispõe de 30 lounges próprios e mais de 100 lounges de parceiros espalhados no mundo inteiro. O acesso é gratuito para passageiros que tenham bilhetes na 1ª classes, executiva (Club World) ou executiva (Club Europe), para membros Silver ou Gold* do British Airways Executive Club num voo agendado e operado pela British Airways ou por um dos nossos parceiros da oneworld® e para membros Emerald ou Sapphire* ou de outro programa de passageiro frequente da oneworld num voo operado pela British Airways ou por um dos seus parceiros da oneworld.

Lounges Air France / KLM
Acesso gratuito para passageiros com cartão Flying Blue Platinum, Flying Blue Gold, e SkyTeam Elite Plus e para passageiros que viajem em 1ª classe ou Business com as companhias Air France, KLM ou SkyTeam. Para os restantes passageiros o acesso é pago e o preço varia entre os 25 e os 45€, em função do aeroporto.

Os Lounges da Cathay Pacific e Cathay Dragon estão disponíveis para passageiros que viajam em 1ª Classe ou Business, membros do The Marco Polo Club e membros da oneworld.
Os passageiros que viajam em 1ªclasse podem aceder, com um convidado, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge e os passageiros que viajam em Business têm acesso ao Business Class Lounge.
Os membros Diamond do Marco Polo Club que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com 2 convidados, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge, os membros Gold que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao Business Class Lounge e os membros Silver que viajem com a Cathay Pacific ou Cathay Dragon podem aceder ao Business Class Lounge.
Os Emerald members do oneworld frequent flyers que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge e os membros Sapphire que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao Business Class Lounge.