sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Cidades vibrantes pelos olhos de quem as conhece

O ano de 2018 está a terminar. Para muitos é uma altura de fazer balanços, fixar objetivos e fazer planos para o ano seguinte. E porque viajar está sempre nos nossos planos, deixamos aqui um especial de destinos para 2019! A Suitcase Mag falou com um designer de jóias, uma atriz, uma escritora e um designer e todos têm algo em comum. Nasceram ou vivem em cidades vibrantes, com muito para descobrir! Muito já foi dito e escrito acerca destas quatro cidades - São Paulo, Tel Aviv, Veneza e Nova Deli. Trazemos agora algo mais, descrito pelos olhos de quem vive a cidade no dia-a-dia. Profissionais criativos, que retiram inspiração destas cidades, e também colocam nelas o resultado dessa inspiração.

São Paulo, Brasil

Ara Vartanian é um designer de jóias brasileiro que usa pedras preciosas como a base do seu trabalho. Baseado em Londres, é natural de São Paulo, e deixa as suas recomendações desta cidade cosmopolita e sempre em movimento.

Como passar 24 horas em São Paulo?

Podem começar com um pequeno-almoço no Café Futuro Refeitorio. Fica situado num edifício industrial mas a comida é fantástica. A seguir, visitem Fortes D’Aloia e Gabriel, uma galeria de arte ou o Museu de Arte de São Paulo. Sigam para um almoço na steakhouse 348 Corrientes. A seguir ao almoço, visitem a Galeria Luciana Brito, que fica numa fantástica casa dos anos 50. Ao cair da noite, vão beber um copo no Terraço Itália. É um dos mais altos edifícios em São Paulo.
Photo by D A V I D S O N L U N A on Unsplash

Veneza, Itália

Skye McAlpine é uma autora de livros de cozinha, que passa muito do seu tempo em Veneza, onde alimenta o seu blog From my dining table. É também fotógrafa e dá workshops de cozinha. Deixou algumas ideias de como descobrir Veneza, saindo do percurso turístico habitual.

Diga-nos um sítio secreto em Veneza

Comer um gelado italiano em Veneza é obrigatório. A melhor geladaria da cidade fica por detrás da Piazza San Marco e chama-se Mela Verde. Tem uma seleção fantástica de gelados, diferente todos os dias.
Photo by Lucas Marcomini on Unsplash

Tel Aviv, Israel

Dorit Bar Or é uma atriz e designer israelita, que desenvolve as suas criações de luxo para férias. Segundo ela, Tel Aviv está a transformar-se numa mini Ibiza. É preciso dizer mais?

Onde podemos sentir a cultural local?

A feira de Jaffa é um misto de culturas. Aqui podem encontrar variedade de culinária e bares e sentar à beira da estrada a provar um pouco de cada. Além disso, podem conhecer designers novos e algumas lojas de artigos para casa.
Photo by Faruk Kaymak on Unsplash

Nova Deli, Índia

Robert Mishchenko é um designer ucraniano que lançou a sua primeira coleção na rede social Instagram. A partir daí, alcançou o sucesso mundial, baseado nos seus designs inspirados em férias e Verão. Viaja pelo Mundo, por prazer e pelos negócios. Nova Deli impressionou-o tanto que lhe dedicou uma das suas coleções.

O que o inspirou?

As cores. Há misturas únicas de laranja e rosa, azul e amarelo, branco e dourado. Passei muito tempo a explorar mercados, onde as cores são vibrantes. Os indianos não têm vergonha em usar cor e é assim que deve ser. Cores fortes trazem felicidade.


Photo by Pau Casals on Unsplash

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 3

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. Andou por San Francisco e San Diego, e pela costa. E depois foi visitar os magníficos parques naturais. Estamos quase a terminar esta viagem, mas não sem antes visitar os essenciais Las Vegas e Grand Canyon! Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

Lake Powell - em casa num rancho do Oeste americano

Saímos de Vegas em direcção ao Grand Canyon Western Ranch. Aproveitámos ainda para conhecer uma parte de Lake Mead. Lake Mead e Lake Powell pertencem aos parques nacionais e, por isso, tem um valor de entrada. Fiquei a saber que se pode comprar um passe anual de $80, que compensa se se visitar 3 ou mais parques. Quando chegamos ao Ranch, eram 15h e estavam 42ºC! O espaço é bem engraçado. Casinhas de madeira e o interior da casa principal, onde servem as refeições. Mas com aquele calor nada se consegue fazer, por isso fomos só almoçar. Comemos hamburger de bisonte, é muito bom. Ao final do dia, tinhamos um passeio a cavalo, por isso ficámos só a descansar. Ao final do dia, a temperatura estava bem mais amena. O rapaz que fez o passeio de cavalo connosco é um cowboy. Trabalha no rancho com os cavalos e as vacas, que são tratadas para os rodeos. Têm também alguns bisontes para os visitantes verem. O passeio foi fantástico! A paisagem é linda, há imensa vegetação. Vimos lebres, veados, vários cactos. A mais conhecida, a Joshua Tree só existe no Mohave Desert!! Parece um cacto, mas na verdade é uma árvore de madeira. Vimos bisontes, bebemos espumante e um senhor cantou e tocou viola. Foi uma experiência muito boa, e diferente para nós. A seguir ao passeio a cavalo, fomos reservar o jantar. Ao jantar, o tal senhor que canta (um country singer vestido à cowboy) veio à sala e cantou uma música para cada casal. Em italiano, em pseudo português e em inglês. Foi mesmo engraçado. Depois perguntou a cada um se estavam a festejar alguma data especial. Uma senhora fazia anos, nós dissemos que tinha sido o nosso aniversário de casamento e os italianos estavam noivos. Depois disse-nos para irmos ter com ele à fogueira na rua, pois tinha lá uma surpresa. Eram marshmellows no espeto, fizemos smores!! Marshmellows com chocolate e bolacha. Que maravilha. Cantou muitas canções conhecidas - Willy Nelson, Kenny Rogers, Bon Jovi, Eric Clapton, Bob Dylon. Ficámos noite dentro e adorámos. Este rancho fica mesmo em frente ao Spirit Mountain, onde os Hualapai Indians enterram os seus mortos. Está a 30 minutos da entrada Oeste do Grand Canyon, que pertence mesmo aos índios Hualapai. É por isso que a entrada é tão cara. Se quiserem tirar os fotos, é preciso pagar ainda mais $60, pois não permitem que se levem máquinas fotográficas ou telemóveis. Resolvemos que valia mais a pena fazer o voo de helicóptero do rancho. Combinámos com o piloto às 7h30 do dia seguinte. O piloto é um australiano que vive em Portland há 3 anos, com a família. Os donos do rancho pediram à empresa onde ele trabalha para disponibilizarem 2 pilotos experientes, para revitalizarem esta actividade. Eles trabalham com aparelhos de combate ao fogo e urgências, e também dão aulas, por isso são muito qualificados. Fizemos um voo privado por $295, achei excelente.


Photo by Tom Gainor on Unsplash
Fiquei a saber que, quem vem de Vegas, vê o que nós vimos do ar, a zona Oeste do Grand Canyon. Pelos vistos é muito melhor do que fazer o skywalk.Valeu mesmo muito a pena! No dia seguinte, depois do voo, tomámos o pequeno-almoço, que estava óptimo. Ovos com batatas e bacon e pancakes com bacon. Típico do Oeste americano! Seguimos em direcção ao Stagecoach Ranch, mais a sul. Decidimos que iamos mesmo passar em Oatman e foi o melhor que fizemos! Acabámos por fazer uma boa parte da famosa Route 66. A área que percorremos tem uma paisagem fantástica, que vai mudando drasticamente. Desertos tão diferentes, com cactos e arbustos distintos. Mesmo muito interessante. Oatman foi uma supresa inesperada. Há dezenas de burros na rua e vêm ter connosco! Comemos uns nachos excelentes e bem baratos: $11 com bebidas. Adorámos! Seguimos para o rancho com as instruções que nos deram. Começámos a andar em terra batida e areia e só pensei que o Mustang ia ficar ali!! Foram 25 milhas (cerca de 40 km) nestas estradas. Sempre a pensar que estávamos mesmo no meio do deserto do Mohave e sem rede. Por fim, vislumbrámos o rancho. Que é mesmo muito bonito, muito mais que o anterior. Numa construção em estilo mexicano, decoração cuidada, muitos cactos, carroças, estátuas de metal. É mesmo um estilo muito diferente. Os donos deste rancho vivem lá e curiosamente não são da zona. O senhor nasceu fora dos EUA, de pai inglês e mãe francesa. A mulher é de Ohio, onde se conheceram e viveram, em Massachusets. Mudaram-se para o rancho há cerca de 3 anos. O filho mais velho tem 21 anos e frequenta a universidade lá perto. O filho mais novo tem 15 anos e frequenta o liceu. Demora 1 h a chegar à escola porque a mãe o leva de carro, caso contrário demoraria 2h30! Neste rancho, fizemos dois passeios a cavalo. Um foi ao pôr do sol e adorámos. Fomos só nós com o cowboy. Tal como no outro rancho, também aqui trabalham com vacas e cavalos. No dia seguinte, fomos às 6h. Foi ótimo porque já andámos a trote e a galope. Não era suposto, mas o cowboy viu que estávamos à vontade! Este rancho tem piscina, onde fomos depois do passeio a cavalo, que soube lindamente. A comida é óptima. O racho tem uma sala de convivio muito gira com mesa de bilhar e bar. À noite, tem as luzes acesas no exterior, fica muito bonito. Há muitas actividades disponíveis, mas nós só estivemos uma noite, por isso não aproveitámos muito isso.

Grand Canyon - a imensidão e o pôr-do-sol vermelho

Seguimos para Grand Canyon, passando por Williams.


Photo by Jad Limcaco on Unsplash
Chegamos a tempo de ver alguns pontos de interesse e ir ver o pôr do sol. Hopi é bonito, mas não terá sido o melhor pôr do sol por causa das nuvens. Só quando o sol se estava mesmo a pôr é que ficou mesmo vermelho. De manhã fomos bem cedo para Mohave Point, pensamos que era dos sítios mais bonitos. Depois fomos ao Grandview, que também gostámos. Por fim, ao Desert Point, que é a saída Este do parque, a caminho de Lake Powel e North Rim. Penso que vimos tudo o que havia para ver no Grande Canyon! Voar sobre o West Rim e Hualapai Reservation, entrada pelo South Rim e saída pelo East Gate. A entrada South Rim é uma floresta de pinheiros baixos... não estava à espera disto! A paisagem por esta estrada é muito interessante. Viemos até ao Horseshoe Bend. Para dizer a verdade, é horrível de lá chegar. Eram 14h, estavam 32ºC, fizemos 500 m a pé para lá chegar e regressámos em pleno calor. Mas valeu a pena, é lindo, com água verde e azul a passar à volta!


Photo by Tom Gainor on Unsplash
Viemos até Lake Powell. Fizemos o passeio de barco ao pôr do sol, gostámos muito. Pode-se alugar um barco e não é preciso ter licença. Não o fizemos porque achámos caro, mas, para quem passe o dia, acho que compensa. Ver estas montanhas do canyon, ao longo do rio, é lindo. De volta ao rancho, têm uma fogueira ao lado da piscina. Dá um ambiente acolhedor e fica quentinho. E assim nos despedimos da nossa viagem por terras americanas. Até um próximo capítulo!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 2

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. Já começámos antes a contar a história desta viagem. Hoje seguimos para o interior, visitar os fantásticos parques naturais! Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

San Francisco - a cidade das colinas e dos elétricos

San Francisco é bastante giro. O Pier é engraçado, tem imensos restaurantes. Mas o mais curioso são os leões marinhos, que andam por todo o lado, junto das marinas. As ruas são o máximo, embora façam alguma confusão. Parece mesmo que vamos cair da estrada, não se vê nada quando se está em cima, de tão inclinadas que são! Andar de eléctrico em San Francisco é mesmo uma atracção turística. Faz uma fila como se fosse para a montanha russa na Disney! Mas é muito divertido andar pendurado no eléctrico e dar "high five" às pessoas que passam no sentido contrário!


Photo by Amogh Manjunath on Unsplash









Mark Twain disse que o Inverno mais frio que passou foi o Verão em San Francisco. E acho que tem mesmo razão, pois a cidade é bem fria. De uma forma geral é fresco de manhã e ao final do dia, e está sempre nevoeiro. Aliás, nunca vimos totalmente a ponte, só partes dela... foi pena.


Photo by Joseph Barrientos on Unsplash

Disseram-me que só a partir de Outubro é que melhora o tempo em San Francisco. No Verão não passa dos 15ºC. Mas é uma cidade mesmo bonita, com casas lindas e, de uma forma geral, limpa e arranjada. É muito fácil de nos entendermos na cidade.
Fiquei a saber que as casas em San Francisco custam uma pequena fortuna. Na zona de 17mile drive são casas que, na maioria dos casos, são herdadas. E os valores rondam facilmente os 100 milhões de dólares. Em San Francisco, vão desde 4 milhões a 40 milhões. As rendas para um apartamento, com um quarto, rondam os 3.000 dólares por mês. Na realidade, mesmo com ordenados elevados, a maioria das pessoas não consegue pagar estes valores.

Yosemite e Sequoia National Park - as maravilhas naturais
Saímos do hotel às 7h00 em direcção ao Yosemite. Chegamos à entrada do parque em cerca de 50 minutos, e seguimos para o Visitor Center. É tudo enorme, os estacionamentos, a entrada do centro. Tem muitas pessoas, portanto ir cedo foi uma excelente ideia, pois evitámos as filas para entrar. Dá perfeitamente para ver os principais pontos de interesse num dia. Ficam todos muito perto uns dos outros, e o shuttle gratuito leva-nos a todo o lado. Se se chegar cedo e fizer o percurso no próprio carro, dá para tirar fotos em todo o lado, sem qualquer problema. Também dá para conduzir até ao Glacier Point, onde o shuttle não vai. Não fomos até lá pois ainda era 1 hora de carro e o céu estava nublado. Achámos que não ía valer a pena. Ao invés, ficámos a descontrair e a fazer um pic-nic, ao pé de um riacho. Dá para alugar um raft no Half Dome Lodge, onde pára o shuttle, e descer o riacho. Vale a pena.


Photo by Trent Erwin on Unsplash

No dia seguinte, saímos novamente bem cedo do hotel, em direcção ao Sequoia National Park. São cerca de 2h30 até à entrada do parque. Estava imenso calor e havia uma longa fila à entrada, mas menos pessoas que em Yosemite.
Este parque é lindíssimo. Na nossa opinião, muito mais bonito que Yosemite, em todos os aspectos. Tem menos pessoas. Os estacionamentos são mais bonitos, pois não têm fitas laranja e cones por todo o lado, o que tira parte do encanto. Embora compreenda que fazem falta em Yosemite, pois há muito mais pessoas.

Photo by Robert Penaloza on Unsplash
Os pontos de interesse estão muito concentrados, e são lindos. Vê-se tudo muito bem de carro próprio. É muito importante fazer um percurso dos parques para quem tem um dia. Chega perfeitamente, a menos que queiram estar mais descontraídos ou até fazer trilhos. No caso do Sequoia, agora que sei como é, teria feito de uma forma diferente. Poderíamos ter entrado no ponto a norte - Kings Canyon Entrance. Daí, descíamos até ao lodge, e depois saíamos em Three Rivers, que foi onde acabámos por entrar. Foi por aqui que entrámos porque, quando se insere Sequoia no Google Maps, é esta a entrada que dá. Mas, se olharmos para um mapa, quem vem de cima aproveita para vir logo pelo parque. E, se quiser, pode ver Kings Canyon, que fica a 1h da entrada norte, mas a 3h da entrada sul. As árvores Giant Sequoias são lindas, o parque é tranquilo, cheira a natureza e tem esquilos fofinhos. Teríamos preferido ficar neste parque mais tempo. Mas só depois de vir percebemos isso. Tem uns rápidos fantásticos, que fazem piscinas, e prainhas lindas de água gelada! Fiquei mesmo impressionada com a natureza neste parque. É diferente de tudo aquilo que já vi noutras florestas. Merece mesmo ser visto, ao vivo e a cores!

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A Paula foi aos EUA no Verão e traz a sua experiência pessoal - Parte 1

A Paula Alves, uma das fundadoras da TravelTailors, foi aos EUA este Verão. E porque viajar faz mesmo parte do ADN das suas fundadoras (e não é somente no que trabalhamos), queremos partilhar mais esta história de viagem pessoal. Em nome próprio, a Paula conta o que andou a fazer pelas terras do Tio Sam.

San Diego e Los Angeles – incursão pelas cidades americanas

San Diego é bastante giro. La Jolla Cove é muito bonito; nunca pensei ver tantos leões marinhos, uma comunidade enorme que toma conta da praia! Muitos jovens a fazer desportos aquáticos, e muito snorkeling. O senhor que nos entregou o carro na rent-a-car já teve vários empregos, e um deles levou-o a viver em Portugal. Como o mundo é pequeno! A esposa é bióloga marinha e diz que as águas em San Diego estão cheias de tubarões, que comem os "baby sea lions"!! O mais giro em San Diego deve mesmo ser o navio militar, é um espectáculo. Jantámos num restaurante italiano com vista para a cidade e houve fogo de artificio...very nice! Vimos também Coronado beach, que gostámos muito. Ficámos num hotel que foi o primeiro hotel a ser electrificado. Foi o próprio do Thomas Edison que o foi lá fazer!


Photo by Daniel Guerra on Unsplash

A caminho de Los Angeles


Passámos pela praia de Laguna Beach, que não achei nada bonita. Está cheia de algas e as pessoas deitadas ao lado. Já a vila é bonita. Mas para quem queira vir fazer praia, não vale muito a pena. E a água ronda os 20 graus, portanto nem é pela temperatura. Confirma-se o que sempre dizemos: em Portugal há praia mais bonita, e com água mais quente.


Photo by Ahmet Yalçınkaya on Unsplash
O trânsito é uma loucura. Há cinco faixas na auto-estrada e estão todas cheias! O custo de vida é bastante elevado. Um postal custa $3, uma água $3,5. Chegados a Los Angeles, fomos ao Sunset Boulevard, é obrigatório! Passamos por Bel Air, onde as casas são bonitas e os espaços muito bem arranjados. Fomos tirar as fotos da praxe no Hollywood sign, depois fomos ao passeio da fama... e é aí que pensamos que é tudo artificial e só para turista ver. A rua é suja e há tanta pobreza humana, de diversos níveis. Aqui, não consigo ver beleza. Vamos mas é para os parques que, de facto, não sou uma pessoa de cidades!  

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O Guia Michelin esteve em Portugal e deixou mais estrelas

A gala do Guia Michelin aconteceu em Sintra e trouxe mais estrelas aos restaurantes portugueses.

O Alma juntou-se ao leque de restaurantes com duas estrelas, premiando a equipa do chef Henrique Sá Pessoa.

Além desta novidade, o Guia Michelin atribuiu 1 estrela a 3 novos restaurantes em Portugal:

  • G Restaurante, em Bragança
  • A Cozinha, em Guimarães
  • Midori, no Hotel Penha Longa, em Sintra
Com esta nova (e merecida!) distinção do Alma, passam a ser seis os restaurantes com dupla estrela Michelin. E dois deles ficam no centro da cidade de Lisboa, no cosmopolita e trendy bairro do Chiado. Portugal passa assim a ter algum peso no Guia Michelin da Península Ibérica. E a afirmar-se internacionalmente como um destino para foodies - os amantes de comida que viajam em busca de novos sabores e restaurantes. Além disso, começa-se a falar da forte possibilidade de se conseguir uma 3ª estrela num restaurante. Isto certamente colocaria Portugal na rota dos destinos de culinária!
Imagem de Lifecooler

Veja aqui a lista de restaurantes com estrelas Michelin em Portugal, para 2019.

Duas estrelas Michelin Alma / Henrique Sá Pessoa, Lisboa Belcanto / José Avillez, Lisboa Il Gallo d’Oro / Benoit Sinthon, Funchal Ocean / Hans Neuner, Alporcinhos The Yeatman / Ricardo Costa, Vila Nova de Gaia Vila Joya / Dieter Koschina, Albufeira Uma estrela Michelin A Cozinha /António Loureiro, Guimarães Antiqvvm / Vitor Matos, Porto Bon Bon / Louis Anjos, Carvoeiro Casa da Calçada / Tiago Bonito, Amarante Casa de Chá da Boa Nova / Rui Paula, Leça da Palmeira Eleven / Joachim Koerper, Lisboa Feitoria / João Rodrigues, Lisboa Fortaleza do Guincho / Gil Fernandes, Cascais G Restaurante / Óscar Gonçalves, Bragança Gusto by Heinz Beck / Heinz Beck, Almancil Henrique Leis / Henrique Leis, Almancil LAB by Sergi Arola / Sergi Arola, Sintra L’And Vineyards / Miguel Laffan, Montemor-o-Novo Loco / Alexandre Silva, Lisboa Midori / Pedro Almeida, Sintra Pedro Lemos / Pedro Lemos, Porto São Gabriel / Leonel Pereira, Almancil Vista / João Oliveira, Portimão William / Luís Pestana, Funchal Willie’s / Willie Wurger, Vilamoura

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Como ter acesso aos Lounges dos aeroportos



Hoje em dia há cerca de 3000 airport lounges em mais de 850 aeroportos, em todo o mundo. 

Nem todos são iguais e existe uma grande variação na qualidade dos espaços e serviços. No topo encontram-se os espaços reservados à elite da aviação, onde só se tem acesso com um bilhete internacional em 1ª classe ou executiva. A maioria oferece aos viajantes um local tranquilo e confortável onde pode ligar os seus aparelhos electrónicos, comer uma refeição leve ou beber uma cerveja. Se não tem acesso a um lounge, existem passes que pode adquirir para usufruir destes espaços.

Day Passes
Adequados a viajantes de lazer pouco frequentes ou viajantes frequentes em ocasiões pontuais.
Podem ser comprados passes diários para a maioria dos lounges através da LoungeBuddy (vende passes para mais de 400 aeroportos em 68 países) e a maioria ronda os 35€.
Algumas companhias aéreas vendem os passes de acesso aos seus espaços no balcão de check-in (preços entre 40 e 50€).

Priority Passes
Adequados a viajantes que visitam um lounge pelo menos uma vez por mês.
Um passe prioritário dá acesso a mais de 1200 espaços em todo o mundo, aos quais pode aceder através de uma app no telefone. Existem 3 tipos de adesão:
Priority Pass Standard – Tem um custo anual de adesão de 87€ e cada visita é cobrada a 24€.
Priority Pass Standard Plus – Tem um custo anual de adesão de 218€ que inclui 10 visitas. A partir da 11ª visita é cobrado um valor de 24€ por visita.
Priority Pass Prestige – Tem um custo anual de adesão de 350€ e inclui visitas ilimitadas. Este é o melhor se fizer mais de 17 visitas por ano.
Uma ressalva: Quando os lounges estão muito cheios, o acesso aos membros do Priority Pass pode ser recusado.

Premium Credit Cards
Adequados a viajantes frequentes.
Existem cartões de crédito que oferecem vantagens nesta área. Por exemplo o American Express Platinium Card oferece um acesso equiparado ao Priority Pass Prestige.
Muitas companhias aéreas oferecem o seu próprio cartão de crédito que garante o acesso.

Annual Airline Lounge Passes
Adequados a viajantes leais a uma companhia, mas que ainda não atingiram o status de elite.
Os passes das companhias garantem acesso aos lounges da companhia e dos seus parceiros e geralmente têm um custo entre 310€ e 440€.

LOUNGES DE AEROPORTO POR COMPANHIA AÉREA


Ao voar como passageiro premium, tem acesso gratuito e exclusivo aos lounges para relaxar antes do seu voo. Um refúgio perfeito, onde pode descansar ou trabalhar enquanto espera. Tire partido do conforto máximo e siga viagem com as baterias recarregadas.
O acesso aos lounges é gratuito para quem viaja em executiva ou membros da Star Alliance Gold ou TAP Gold, para os restantes passageiros o acesso é pago.

Quem viaja com a Emirates ou com a Qantas pode usufruir de até 4 horas de acesso pago aos lounges da companhia no Dubai ou no resto do mundo. Os membros do Emirates Skywards beneficiam de redução nas tarifas.
No Dubai conforme o lounge os preços de acesso para membros variam entre os 45 e os 185€, para quem não é membro os valores variam entre 60 e 230€. O acesso do passageiro é gratuito para membros Silver, Gold ou Platinium ou passageiros que viajam em Business ou 1ª Classe.
Para os lounges fora do Dubai o preço do acesso é cerca de 88€, o acesso do passageiro é gratuito para membros Gold ou Platinium ou passageiros que viajam em Business ou 1ª Classe.  

O acesso aos lounges é determinado pela classe de reserva do bilhete ou pelos privilégios do cartão de cliente.
Só os portadores de bilhete 1ª classe Lufthansa e Swiss ou cartão Miles&More HON Circle Member têm acesso a todos os lounges da Lufthansa. Os passageiros com bilhete 1ª classe Star Alliance ou Cartão Miles&More Senator ou Cartão Star Alliance Gold têm acesso ao Senator Lounge, ao Business Lounge e ao Welcome Lounge. Os passageiros com bilhete Business Class Lufthansa ou Star Alliance ou cartão Miles&More Frequent Traveller têm acesso ao Business Lounge e ao Welcome Lounge.
Os passageiros com bilhete Lufthansa Premium Economy, nos aeroportos da Alemanha, EUA e Paris Charles de Gaulle, podem aceder ao Business Lounge e ao Welcome Lounge, mediante aquisição de um voucher no balcão de bilhetes da Lufthansa. O valor de acesso aos Business Lounges é, neste momento, de 25€ na Europa e 35USD nos EUA para adultos, e de 15€ para crianças dos 2 aos 12 anos na Europa. O acesso ao Lufthansa Welcome Lounge em Frankfurt custa 50€ para adultos e 35€ para crianças dos 2 aos 12 anos.
Para ter acesso ao Lounge Star Alliance Partner First Class é necessário ser portador de Bilhete 1ªClasse Lufthansa ou Star Alliance. Para aceder ao Star Alliance Partner Business Lounge é necessário Bilhete 1ªClasse ou Business Lufthansa ou Star Alliance ou cartão Miles&More HON Circle Member ou Senator ou Cartão Star Alliance Gold
Em alguns destinos a Lufthansa oferece um lounge contratado. Têm acesso aos lounges contratados os passageiros First Class e Business Class, bem como HON Circle Member, Senator e Star Gold. O acesso só é possível em combinação com um cartão de embarque válido para um voo operado pela Lufthansa com partida no mesmo dia.
Os passageiros que voam com a Eurowings e que reservaram com a tarifa SMART ou BEST e com cartão Miles&More HON Circle Member ou Senator, têm acesso aos Lufthansa Senator e Business Lounges no dia da partida. Os passageiros que reservaram com a tarifa SMART e com cartão Miles&More Frequent Traveller, têm acesso aos Lufthansa Business Lounges no dia da partida.  Os passageiros que reservaram com a tarifa BEST têm acesso aos Lufthansa Business Lounges no dia da partida. Os passageiros que possuem cartão Star Alliance Gold têm acesso aos Senator e Business Lounges da Lufthansa apenas se forem clientes das companhias aéreas United Airlines (UA) e All Nippon Airways (NH).

Os clientes pertencentes ao programa Iberia Plus com cartão Infinita Prime, Infinita, Platino ou Oro e com cartão de embarque válido num voo operado pela Vueling, Grupo Iberia ou oneworld, tem acesso aos lounges da Iberia, assim como os passageiros que viajam em Business Plus ou Class e os passageiros pertencentes à oneworld com cartão Emerald ou Sapphire.

A BA dispõe de 30 lounges próprios e mais de 100 lounges de parceiros espalhados no mundo inteiro. O acesso é gratuito para passageiros que tenham bilhetes na 1ª classes, executiva (Club World) ou executiva (Club Europe), para membros Silver ou Gold* do British Airways Executive Club num voo agendado e operado pela British Airways ou por um dos nossos parceiros da oneworld® e para membros Emerald ou Sapphire* ou de outro programa de passageiro frequente da oneworld num voo operado pela British Airways ou por um dos seus parceiros da oneworld.

Lounges Air France / KLM
Acesso gratuito para passageiros com cartão Flying Blue Platinum, Flying Blue Gold, e SkyTeam Elite Plus e para passageiros que viajem em 1ª classe ou Business com as companhias Air France, KLM ou SkyTeam. Para os restantes passageiros o acesso é pago e o preço varia entre os 25 e os 45€, em função do aeroporto.

Os Lounges da Cathay Pacific e Cathay Dragon estão disponíveis para passageiros que viajam em 1ª Classe ou Business, membros do The Marco Polo Club e membros da oneworld.
Os passageiros que viajam em 1ªclasse podem aceder, com um convidado, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge e os passageiros que viajam em Business têm acesso ao Business Class Lounge.
Os membros Diamond do Marco Polo Club que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com 2 convidados, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge, os membros Gold que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao Business Class Lounge e os membros Silver que viajem com a Cathay Pacific ou Cathay Dragon podem aceder ao Business Class Lounge.
Os Emerald members do oneworld frequent flyers que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao First Class Lounge e ao Business Class Lounge e os membros Sapphire que viajem com a Cathay Pacific, Cathay Dragon ou oneworld podem aceder, com um convidado, ao Business Class Lounge.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Os melhores destinos de férias em Novembro

Em breve os destinos de férias vão encher-se de viajantes à procura de aproveitar mais um pouco a pausa das férias de Natal. Se consegue trocar as voltas às datas mais concorridas, aproveite para se antecipar.

Para ajudar, dizemos-lhe quais os melhores destinos em Novembro, segundo o USA Today.

As sugestões são muito viradas para o mercado americano mas, de qualquer forma, vale a pena explorar estas ideias.

Dance em Buenos Aires

Estamos em plena Primavera em Buenos Aires. Esta cidade cosmopolita faz lembrar uma capital europeia, mas com detalhes que são só seus. Como o Tango, essa dança sensual e envolvente, que pode ver em salas de espectáculos dedicadas ou até mesmo na rua. Se gostar de um pouco mais de aventura, saia da cidade e explore a Argentina, que tanto tem para conhecer.

Photo by Dolo Iglesias on Unsplash

Faça trails no Grand Canyon

Nesta altura do ano não há multidões e o clima é ameno. Vale por isso a pena ir ver esta maravilha natural e aproveitar para percorrer os trails da zona.

Photo by Alan Carrillo on Unsplash

Viaje no tempo em Charleston

Um regresso ao passado, com visitas a casas históricas e passeios em carruagens puxadas por cavalos. Entre os dias 8 e 11 de Novembro, acontece o Festival Literário de Charleston.

Photo by Erika Lanpher on Unsplash

Navegue na Noruega

Uma das melhores formas de conhecer a Noruega é... vendo-a de um cruzeiro. Desça a costa norueguesa e deslumbre-se com os fiordes e a aurora bolear. Em cada paragem, pode apreciar a vida selvagem e visitar as pequenas cidades costeiras que ainda vivem da sua actividade principal: a pesca.
Photo by John O'Nolan on Unsplash

Desça rios na Europa

Os cruzeiros de rios como o Danúbio, o Reno e o Sena permitem apreciar a viagem ao longo do rio, sem pressas. Nesta altura do ano, viajantes e locais apreciam estes programas lado a lado. Se passar pela Alemanha, não deixe de provar o vinho quente, servido em todos os mercados de Natal.


Photo by Tudor Stanica on Unsplash
E falando em férias de Natal e final de ano, já viu as nossas sugestões para uma passagem de ano em terras americanas?

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Hotéis de design que nos fazem sonhar

Os hotéis de design têm vindo a desafiar a conformidade e a tornarem-se destinos-museu. Mais do que um local para pernoitar, são um espaço para descobrir e para deslumbrar. E muitos fazem da descoberta destes espaços, o objectivo das suas viagens.

A Suitcase foi à procura dos melhores exemplares de design, de variados estilos, e fez o seu Top10


Os países nórdicos, claro, marcam uma forte presença, ou não fizessem do design parte integrante do seu ADN.

Alexandra, Copenhaga, Dinamarca

Este é um dos exemplos de hotel-museu. Cada objecto foi cuidadosamente pensado e colocado num determinado espaço, com o objectivo de atingir a beleza. Christian Louboutin elegeu este hotel como a sua casa em Copenhaga, dando-lhe o seu selo de aprovação. Não que este hotel precisasse, na realidade.



Elma Arts Complex, Tel Aviv, Israel

Este hotel é o destino de eleição para os amantes da nudez do cimento. Inspirado no design, cru e geométrico, israelita dos anos 60, emerge em formas que criam a ilusão de estar a flutuar por cima do Mar Mediterrâneo. Muito mais do que um hotel, alberga duas salas de concertos e galerias de arte, tornando-o um centro cultural que atrai artistas de todas as áreas.



Svart, Círculo Polar Árctico, Noruega

Um projecto ecológico, este hotel irá produzir mais energia renovável no seu tempo de vida do que a que despende com o seu funcionamento. Isto será conseguido graças aos enormes painéis solares que absorvem a luz dos longos dias de verão. Mas não é só ecológico em termos energéticos. Protege a fauna e flora locais através de um design engenhoso, baseado em postes, que o colocam em cima da água. A envolvente em vidro irá garantir uma visão privilegiada dos glaciares em volta... e da aurora boreal. Isto quando abrir, pois a inauguração está marcada para 2021.


Claska, Tóquio, Japão

Este hotel assume-se como um destino zen no meio da azáfama sonora e luminosa das ruas de Tóquio. Todo o edifício é uma ode à criatividade, com um estúdio luminoso e um deck com vista sobre o Monte Fuji. Situado no distrito chique de Meguro Dori, tem uma frota de bicicletas que convida os seus hóspedes a descobrir a cidade sobre duas rodas.


Hotel Marqués de Riscal, La Rioja, Espanha

Do mesmo arquitecto do Guggenheim, em Bilbao, é fácil descobrir as semelhanças. Esta construção radical, em titânio, marca um fortíssimo contraste com a região vinícola onde se situa. No entanto, esta obra presta precisamente uma homenagem às vinhas, com as placas em rosa a simbolizar o vinho tinto e as placas douradas, o vinho branco. Não é certo se esta visão é grotesca ou uma jóia. Mas não passa despercebida.


Encuentro Guadalupe, Ensenada, México

Estas cabines destinadas a glamping (campismo com um toque de luxo) fundem-se na paisagem montanhosa e vinícola. Com quartos em branco puro e casas-de-banho pretas, estas cabines oferecem as comodidades de um hotel de cidade, aliadas a uma vista deslumbrante sobre o Vale de Guadalupe.


L'Hotel, Marrakech, Marrocos

Este hotel recria o ambiente de uma riad, de forma fabulosa. Tem somente cinco suites, oferecendo uma experiência familiar repleta de glamour dos anos 30. As camas, rodeadas de tecido leve e ondulante, fá-lo-ão sentir-se um sultão. E beber um simples chá de menta nos seus terraços, ao pôr do sol, será decerto uma experiência memorável.


The Krane, Nordhavn, Dinamarca

Denominado O Guindaste, este hotel resulta de um projecto de requalificação do porto de Nordhavn. Aproveitando um guindaste industrial de extracção de carvão, destina-se agora a alojar elegantemente duas pessoas, numa experiência industrial-chic.


Mar Adentro, Los Cabo, México

A visão para este hotel era simples - fundir as estruturas com o horizonte azul-cobalto. Todos os quartos são virados para o oceano, e a água tem um papel central, com as enormes piscinas refletoras.


The Drifter, Nova Orleães, EUA

Situado num antigo motel americano, é uma homenagem à individualidade. Procura aproximar os viajantes que lá ficam com os locais que residem nesta cidade frenética. Festas na piscina e lojas pop-up de artistas locais acontecem sob as bolas de espelhos retro.


Cada um ao seu estilo, não será difícil encontrar o que vai ao encontro dos seus valores ou estética. E depois de visitar esses, rume aos que lhe causam desconforto visual e desfrute também dessa experiência.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

O que levar na bagagem - a lista dos especialistas em viagens

À medida que se viaja cada vez mais, vai-se levando cada vez menos ítens. Ou, pelo menos, distinguindo o que realmente faz falta do que é supérfluo. Claro que cada viajante terá a sua lista de objetos essenciais em viagem, que também dependem do destino. A Travel+Leisure já perguntou aos seus editores e até a celebridades. Desta vez, pediu a consultores de viagens o que levam na bagagem, quando eles mesmos viajam.

O resultado: uma lista com 38 objectos imprescindíveis (e alguns geniais) para viajar, de acordo com os melhores consultores de viagens.

Photo by STIL on Unsplash


  • Auscultadores Bluetooth impermeáveis
  • Vestido à prova de rugas
  • Lenço com bolsa escondida
  • Bolsa para passaporte
  • Saco para ítens molhados, à prova de água
  • Relógio fitness
  • Trolley com carregador
  • Bolsa organizadora de eletrónica
  • Kit de viagem de artigos de higiene
  • Pastilhas de melatonina
  • Mochila empacotável
  • Auscultadores bloqueadores de ruído
  • Garrafa de água com filtro
  • Chinelos leves de viagem
  • Faixas de exercício
  • Kit de viagem de óleos essenciais
  • Tampões de ouvidos moldáveis
  • Mochila impermeável
  • Carregador portátil impermeável
  • Trolley expansível
  • Lenço de grande dimensão
  • Saco protetor de garrafas
  • Garrafa de água dobrável
  • Sabrinas
  • Balança de bagagem
  • Sacos de arrumação a vácuo
  • Creme hidratante
  • Capa para carregamento para telemóvel
  • Almofada de viagem
  • Máscara de viagem
  • Bálsamo anti-inchaço para olhos
  • Lenço de caxemira
  • Adaptador universal de viagem
  • Protetor solar SPF30
  • Tampões para ouvidos redutores de pressão
  • Ténis confortáveis
  • Bolsa para telemóvel impermeável

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Novo comboio de alta velocidade liga Hong Kong a muitas cidades na China

O novo comboio de alta velocidade iniciou a sua operação no dia 24 de Setembro 2018 e é, sem dúvida, um meio rápido, confortável e muito conveniente. 

Permite fazer a ligação de comboio entre Hong Kong e a China


Para Guangzhou (Cantão)


A duração desta viagem é de, apenas, 45 minutos desde Hong Kong até ao centro da cidade. Existem 34 comboios a fazer esta travessia diariamente. O bilhete custa desde 60 USD por pessoa por cada viagem.

Para Shenzhen

Existem 66 comboios por dia e cada bilhete custa desde USD 20 por pessoa e por trajecto.

Para Beijing (Pequim)


Este comboio sai de Hong Kong às 08:05 e chega a Beijing às 17:01 do mesmo dia. O preço do bilhete de comboio vai desde USD 220 por pessoa por cada trajecto.

Para Shanghai


Este comboio sai de Hong Kong às 11:10 e chega a Shanghai às 19:27 do mesmo dia. O preço do bilhete de comboio vai desde USD 210 por pessoa e por trajecto.

O mais recente comboio de alta velocidade liga ainda Hong Kong a outras cidades chinesas, tais como:
  • Kunming
  • Fuzhou
  • Xiamen
  • Changsha
  • Wuhan e outras


Os horários e preços estão sujeitos a confirmação e a serem alterados pela “China Railway Corporation”, sem aviso prévio e caso seja necessário.

Acreditamos que este novo meio de transporte vai ajudar a dar “um saltinho” à China à partida de Hong Kong!

Fonte: Transportes e Negócios

Descobrir Copenhaga num fim-de-semana

Viajar ao fim-de-semana para destinos próximos é uma óptima forma de quebrar a rotina e não deixar que se instale a nostalgia até às próximas férias. A Suitcase sugere uma passagem por Copenhaga, numa espécie de roteiro de 3 dias numa das cidades mais tranquilas e bonitas do norte da Europa.

Em Copenhaga, tudo é belo


As ruas, os cafés e restaurantes, a iluminação, a roupa, as pessoas. Tudo respira simplicidade e felicidade. Pelo menos é o que dizem os estudos, que apontam os dinamarqueses como o povo mais feliz do Mundo. É o Hygge, dizem. Nós dizemos que é esta prática do aconchego, do viver a casa entre família e amigos, sempre com um bolo e chávenas de chá fumegantes na mesa.

Uma boa forma de conhecer a cidade é percorrê-la como os locais - de bicicleta


No entanto, é uma cidade plana e pequena, pelo que andar a pé é uma boa alternativa.

6ª feira

Jante no Meatpacking District, Kødbyen. Esta zona desenvolveu a sua oferta de restaurantes e vida noturna, por incentivo da Câmara, que decidiu aproveitar os seus armazéns na área. Pode conhecer o Gorilla, experienciando o menu de 10 pratos de cozinha mediterrânica ou o Cofoco, que explora a cozinha nórdica de nova geração. Encerre a noite no parque de diversões Tivoli. À partida poderá soar um programa desinteressante, mas o Tivoli tem muito para oferecer. Jardins, salas de espetáculo e teatros, com uma série de opções, para todos os interesses.



Photo by Ethan Hu on Unsplash


Sábado

Comece o dia com um café e um bolo de canela, à maneira nórdica. A seguir passeie pela zona do porto, com as suas casinhas coloridas e barcos ancorados, na imagem mais cliché (e imperdível) de Copenhaga. Nesta zona viveram muitos artistas, como Hans Christian Andersen, autor de contos infantis como "O patinho feio" ou "A pequena sereia". Aqui encontra a Royal Danish Playhouse, a mais impressionante sala de espectáculo da cidade, onde decorrem peças de ballet, ópera ou orquestra. Percorra o caminho ao longo do porto até Langelinie, passando pela casa da família real e pela estátua alusiva à Pequena Sereia. Não desanime perante a dimensão da estátua - apesar de pequena, resistiu aos anos, vandalismo e às hordas de turistas, e continua a ser um marco da cidade.


Photo by Nick Karvounis on Unsplash

Passeie pelos jardins botânicos, explorando as suas estufas antigas e o autêntico museu ao ar livre. Perca-se em Torvehallerne, um mercado local labiríntico, que oferece verduras, comida gourmet e café. Pode aproveitar para comer por aqui; há muitas opções por um valor relativamente baixo (para os padrões nórdicos, é claro). Aproveite ainda para conhecer o mais antigo bar da cidade, aberto desde a altura da 1ª Grande Guerra, Bo-bi bar. No entanto, só o faça se o fumo não o incomodar, porque os fumadores aqui são (muito) bem-vindos. Se passar por este detalhe, beba uma cerveja como uma personagem de um filme negro dos anos 50.

Domingo

Em Copenhaga, domingo rima com brunch. The Union Kitchen é uma excelente opção para tal, oferecendo também outras alternativas igualmente deliciosas, acompanhadas de um Bloody Mary.


Photo by Nick Karvounis on Unsplash


Se lhe apetecer sair um pouco da cidade, apanhe o comboio para norte e vá até à costa, onde pode ver a Suécia de longe. A 35 kms da cidade, encontra o Louisiana Museum of Modern Art, o museu de arte moderna com peças de artistas de todo o Mundo. Além do museu em si, oferece um passeio ao longo do seu parque de esculturas, junto à costa, com mais de 60 exemplares. De volta à cidade, visite Freetown Christiania, uma espécie de cidade dentro da cidade. Com leis próprias, é uma comunidade anarquista, onde não é possível, por exemplo, comprar uma casa. Aqui encontra uma diversidade cultural ímpar, com arte urbana, cafés de comida orgânica, bares e eventos de todo o tipo.


Haverá certamente muito mais a fazer em Copenhaga, mas o fim-de-semana é curto


Fica certamente a vontade de voltar, com mais tempo para explorar melhor a cidade da felicidade.