quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Sibiu, onde os telhados têm olhos

Desvende a cidade "onde os telhados têm olhos" pela voz de Filipe Morato.


Organizada em torno de três praças literalmente chamadas de Praça Muito Pequena, Praça Pequena e Praça Grande -, a Cidade Alta é o centro nevrálgico de Sibiu. É lá que se concentra a maior parte dos monumentos e atrações urbanas.

Pelas suas dimensões – terceira maior cidade da Transilvânia -, Sibiu poderia ter perdido o charme típico das cidadezinhas medievais da Transilvânia. Não é, felizmente, o caso. Talvez por ser um dos centros universitários mais importantes da Roménia, Sibiu não é uma cidade de fachada, à espera dos turistas. Sibiu tem alma.

Encontrei, pois, uma cidade jovem, voltada para as artes, a pulsar de criatividade e culturalmente vibrante. E isso torna-a fascinante. Se eu já tinha ficado encantado com a beleza de Sighisoara – a “pequena pérola da Transilvânia” -, Sibiu é porventura ainda mais especial.

A minha visita a Sibiu


Eu cheguei a meio da tarde de um dia soalheiro e, após um curto descanso, fui explorar a cidade. Por coincidência, nos dias em que visitei Sibiu, aliás, estava a decorrer o Festival Internacional de Teatro de Sibiu, tido como um dos maiores festivais de teatro do planeta.

O ambiente era, por isso mesmo, de festa. Mas, por causa do festival – que sem dúvida alegrava o centro histórico de Sibiu -, havia palcos, grades, instalações artísticas e estruturas publicitárias nas diversas praças. E isso retirava beleza ao espaço público. Nada a fazer. Era o preço a pagar pela animação cultural que se vivia em Sibiu em tempos de festival.


Pela positiva, esse excesso de estruturas foi também um pretexto para me afastar da Praça Grande e da Nicolae Balcescu – a principal artéria pedonal do centro, bastante larga e com restaurantes, geladarias e múltiplas esplanadas sempre cheias – e apreciar a arquitetura tipicamente germânica das ruas mais pequenas e aproveitar para descer até à chamada Cidade Baixa, ali ao lado.

Unidas por artérias como a pitoresca Pasajul Scarilor (Passagem das Escadas), as duas partes da velha Sibiu – a Cidade Alta, com as suas igrejas e monumentos históricos, e a Cidade Baixa, com pracinhas acolhedoras e ruelas pavimentadas com pedras – são o epicentro de um povoado fundado há mais de 800 anos por colonos alemães, conhecidos como Saxões da Transilvânia. Felizmente, boa parte desse património arquitetónico mantém-se de boa saúde.


Sibiu escapou a boa parte da destruição provocada pelas grandes guerras; tal como escapou aos planos urbanísticos de Nicolae Ceausescu que fizeram desaparecer muito do património edificado noutras partes da Roménia. Mais recentemente, beneficiou com a nomeação para Capital Europeia da Cultura (2007), oportunidade aproveitada para reabilitar o riquíssimo património arquitetónico da velha Sibiu.

E a verdade é que há muito para desvendar e observar e contemplar.

Mesmo as coisas simples, como os “olhos de Sibiu”. Arquitetonicamente falando, o facto das janelas dos sótãos das velhas residências parecerem ter olhos foi uma das coisas mais curiosas e fascinantes em que reparei enquanto caminhava a pé pelas ruas de Sibiu. Como se estivessem a observar tudo o que se passa à sua porta. Literalmente.

A luz matinal de Sibiu


No segundo e último dia em Sibiu, acordei muito cedo para fotografar o amanhecer na cidade.
Conscientemente, não visitei nenhum museu, igreja ou o que fosse. Vagueei, simplesmente, pelo ambiente medieval do centro histórico da belíssima cidade de Sibiu. Sentei-me nos bancos da Praça Grande, conheci cafés como o Arhiva de Cafea si Ceai, deixei-me estar, desfrutando do ambiente descontraído sem pressas nem planos. A luz estava mágica, e dei por muito bem empregue a urgência matinal.

Horas depois, enquanto seguia de autocarro para Alba Iulia, só pensava como às vezes, ainda hoje, os locais me surpreendem. E isso sabe tão bem…

Sim, cheguei a Sibiu sem grandes expectativas e saí de lá conquistado. Tenho aliás para mim que é das cidades mais cativantes da Transilvânia.


Fonte: Alma de viajante | Veja o artigo completo aqui.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Dicas de Malta: Tudo o que precisa saber para organizar a sua viagem


Gostava de viajar até malta mas quer umas dicas de quem por lá já passou? Veja as dicas da Alma de viajante pelas palavras de Filipe Morato.

Planear uma viagem a Malta não é tarefa de grande complexidade mas, ainda assim, há algumas dicas de Malta que em muito contribuirão para uma viagem sem percalços. Falo, nomeadamente, de como chegar; da melhor época para visitar; dicas para usar os transportes locais; informações sobre a melhor região para se hospedar; e muitas outras dicas úteis. Vamos a isso.



Dicas de viagem a Malta

Regime de entrada
Malta faz parte do Espaço Schengen e, como tal, os cidadãos portugueses apenas precisam do cartão de cidadão para entrar no país. Não é, pois, necessário passaporte (e muito menos um visto de entrada).

Quando ir


Comino, Malta
Lagoa Azul, em Comino, no mês de maio (imagine como será em agosto!)
Uma das mais importantes dicas de viagem a Malta que posso dar é evitar o verão. Principalmente os meses de julho e agosto (mas também junho, se possível). Isto porque o turismo tem sofrido um grande incremento nos últimos anos e é manifestamente exagerado no pico do verão.

Em resumo, se prefere evitar as multidões e quer ter alguma hipótese de ser bem atendido em restaurantes, não passar horas preso no trânsito e, claro, gastar menos dinheiro, opte pelos meses de primavera e outono (ou fim do inverno). Não vai encontrar Malta vazia, mas pelo menos fará uma viagem mais tranquila.

Como chegar a Malta

Desde o segundo trimestre de 2018 que a forma mais cómoda e barata de chegar a Malta a partir de Portugal é usando os voos diretos da low cost Ryanair (do Porto) e da Air Malta (de Lisboa). Eu paguei 70€ por um bilhete de ida e volta entre Porto e Malta, comprado com alguma antecedência e, principalmente, tendo flexibilidade de datas – regra fundamental do post como comprar voos baratos.

Para ir do aeroporto de Malta para Valletta, saiba que há autocarros relativamente frequentes. Uma viagem de táxi ronda os 20€.

Dinheiro

A moeda de Malta é o Euro e, por isso, em teoria bastaria levar cartões bancários para levantar dinheiro nos muitos ATM existentes pelas ilhas. Tome, no entanto, atenção que isso pode ter custos desnecessários. Isto porque alguns bancos locais cobram taxas pela utilização das máquinas de levantamento automático – pelo que recomendo que leve uma parte do dinheiro em notas, para diminuir as eventuais taxas a pagar. Até porque Malta é um país muito seguro.

Transportes em Malta


Dica de Malta: mapa de transportes
Mapa de autocarros nas ilhas de Malta e Gozo (clique para aceder ao mapa em grande formato)
Para quem não gosta de alugar carro, saiba que em Malta os transportes públicos são abundantes. Há autocarros a percorrer as ilhas de Malta e Gozo, a preços acessíveis; vale a pena visitar o site oficial dos transportes públicos de Malta para consultar o mapa de rotas (imagem acima).

O único senão é o facto do intervalo entre eles, em algumas linhas, ser de 30, 45 ou mesmo 60 minutos, especialmente ao fim de semana. Apesar disso, recomendo sem hesitar que use os transportes públicos durante o seu roteiro de viagem em Malta. Foi o que eu fiz.

Cartão Tallinja Explore

Dica: Cartão Tallinja Explorer
Assim, caso decida viajar de transportes públicos em Malta, saiba que há um cartão chamado Tallinja Explore que permite viagens ilimitadas durante sete dias nos autocarros das ilhas de Malta e Gozo. Recomendo vivamente, pelo descanso que proporciona e pelo dinheiro que poupa (custa apenas 21€).

Note que há um outro cartão, chamado Tallinja Explore Plus, que inclui por exemplo a utilização dos autocarros turísticos hop on – hof off, mas os 39€ não compensam. Use o Tallinja Explore!

Para comprar o Tallinja Explore, basta dirigir-se a um revendedor oficial, seja à chegada ao aeroporto, seja no terminal de autocarros de Valletta (junto à fonte Triton).

O que fazer

Veja os posts com 10 coisas imperdíveis a visitar em Malta e, mais importante, o meu roteiro de 7 dias em Malta. Neles encontra muita inspiração e dicas úteis sobre o que visitar no destino (incluindo nas ilhas de Gozo e Comino).

Passe para visitar museus e património arqueológico
Para quem pretender visitar muitos museus e locais arqueológicos, saiba que existe um passe chamado Heritage Malta Multisite Pass que pode – ou não – compensar. Custa 50€ e dá acesso à maioria dos locais classificados pela UNESCO como Património Mundial em Malta, incluindo os principais templos megalíticos de Malta. Lamentavelmente, o passe não permite visitar o Hipogeu.

Eu não comprei o passe, mas faça as contas e veja se compensa. Custa 50€ e é válido para 30 dias (sendo por isso mais útil para quem ficar bastante tempo em Malta).

Onde ficar
Para compreender melhor a dinâmica da ilha, sugiro que espreite as minhas sugestões detalhadas sobre onde ficar em Malta, que incluem recomendações sobre a melhor zona da ilha para se hospedar em função do seu estilo de viagem.

Dessa lista, eis alguns dos hotéis que recomendo sem reservas na ilha de Malta: em Valletta, a agradável Casa Lapira e o carismático Tano’s Boutique Guesthouse; nas Três Cidades, os acolhedores bed & breakfast Julesy’s, Nelli’s e Casa Birmula, ou ainda o mais simples No. 17 Birgu; e, por fim, em Sliema, o Backstage Boutique Townhouse e o fantástico Two Pillows Boutique Hostel.

Dito isto, não deixe de ficar uns dias em Gozo (vale mesmo a pena). Sugiro os excecionais The Duke Boutique Hotel e Casa Gemelli Boutique Guesthouse (não são baratos, mas são fan-tás-ti-cos); ou os amorosos Ikhaya Lami e Anna Karistu. Alternativamente, se prefere o ambiente rural de uma quinta tradicional maltesa, dificilmente encontrará melhor relação qualidade/preço do que na Tavern Farmhouse.

Fonte: Alma de viajante | Veja o artigo completo aqui.



quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Descubra a Lagoa Azul (Comino): A praia mais bonita de Malta

Desvende a Lagoa Azul em Malta através das palavras de Filipe Mourato que relata a sua aventura na primeira pessoa.


No meu roteiro de 7 dias em Malta escrevi que o país “não é um destino de praia”. Talvez seja uma afirmação demasiado definitiva mas digo-o porque, entre outras coisas, as praias de Malta não são espetaculares; e isto apesar das águas transparentes do Mediterrâneo. Mas há uma exceção: a Lagoa Azul, em Comino.

É difícil escolher as palavras certas para descrever a Lagoa Azul sem cair nos lugares-comuns do “paraíso”. É um pedaço de mar com águas pouco profundas, em diferentes tons de azul, protegido por pequenas ilhas de pedra que espreitam à tona de água, de um lado, e pela ilha de Comino, do outro.
Posto de outra forma, e mesmo praticamente despida de areia, a Lagoa Azul é a melhor praia de Malta. Sem qualquer contestação. Venham daí comigo!

A minha visita à Lagoa Azul



Se chegar cedo à Lagoa Azul, consegue desfrutar da lagoa com pouca gente. Cheguei à Lagoa Azul de manhã. Não tão cedo quanto queria, porque o dia anterior, dedicado a explorar a ilha de Gozo, tinha sido cansativo e o corpo pediu mais cama. Ainda assim, consegui apanhar o barco das 10:10 em Cirkewwa; meia hora depois estava em Comino.

Assim que o barco se aproximou da Lagoa Azul deu imediatamente para ver o motivo de tanto bruá. As águas pouco profundas, em diferentes tons de azul, rodeadas de escarpas, formam um cenário arrebatador. Exclamações como “a mais bonita praia de Malta” começaram, também aos meus olhos, a fazerem sentido.

Felizmente, não havia ainda muita gente nem no minúsculo areal nem nas rochas adjacentes. E assim, durante a primeira meia hora, pude desfrutar da Lagoa Azul com tranquilidade. Aproveitei para contemplar a paisagem e para dar um mergulho, antes dos barcos grandes, com origem em Sliema, começarem a atracar na Lagoa Azul. Assim que isso aconteceu, pus-me a caminho.



A pequena ilha de Comino proporciona algumas caminhadas interessantes. É um lugar tão remoto que mora apenas uma pessoa na ilha, de forma permanente. Tinham-me dito que era muito provável que o encontrasse; mas não foi o caso.

A partir da zona central da Lagoa Azul, segui a escarpa, sempre com o azul do mar à distância de um olhar, em direção à Lagoa de Cristal. É uma outra praia, com muitas aspas, suficientemente perto para ser acessível, mas suficientemente longe para que a maior parte dos turistas não lá vá. Havia gente a caminhar, é certo, mas nada de multidões.

Durante o trajeto, quanto mais subia mais espetaculares se tornavam as vistas. Era difícil tirar os olhos de todos aqueles tons de azul, protegidos por rochas e pontilhados por barcos que entravam nas enseadas para contemplar as lagoas. Ao fundo, Lantern Point, a extremidade da ilha.


 O que fazer em Comino: Lagoa Azul

Para além de tomar banho na Lagoa Azul, a ilha de Comino permite também fazer boas caminhadas
Estava inebriado, absorvendo a beleza que me entrava olhos adentro, feliz da vida, ao ponto de dar por mim a cantarolar sozinho, em voz alta, enquanto caminhava pela ilha de Comino. Julgo que por momentos terei parecido uma criança.

Quando por fim voltei à zona central da Lagoa Azul, pensei em comer qualquer coisa numa das roulottes ali instaladas; mas a confusão era já tanta que perdi imediatamente a vontade. Pouco depois, apanhei o barco de regresso à ilha de Malta, com a certeza de ter vivido um dos momentos mais altos da viagem a Malta!

Malta pode não ser um destino de praia, mas visitar a Lagoa Azul é, sem qualquer dúvida, uma das experiências que não pode perder em Malta.


Guia prático

Como chegar
Os barcos para a Lagoa Azul partem de três locais distintos: do terminal de ferries de Gozo, e de dois locais – separados por um par de quilómetros um do outro – na ilha principal. Assumindo que está alojado na ilha de Malta, eis as duas melhores opções.

Se viaja com carro alugado, opte por apanhar o barco em Marfa (em frente ao Riviera Resort Hotel); é mais fácil para estacionar.
Se, como eu, viaja em transportes públicos, será mais prático apanhar um autocarro até ao terminal de ferries de Cirkewwa (por exemplo, os autocarros número 41 ou 42 desde Valletta; ou o 222 a partir de Sliema e St. Julians); os barcos para a Lagoa Azul partem do exterior do terminal, à direita (não entre no edifício).

A viagem de barco custa 10€ por pessoa, ida e volta (pode voltar em qualquer horário, sem marcação prévia, desde que haja lugar). Veja mais informações sobre os ferries para Comino em www.cominoferries.com; onde pode também comprar os bilhetes, antecipadamente, com 10% de desconto (poderá justificar-se aos fins de semana ou em qualquer dia de verão).

Dicas para visitar a Lagoa Azul



Um pequeno barco de passageiros afasta-se da Lagoa Azul em direção à ilha de Malta
Algumas dicas práticas para aproveitar ao máximo a visita à Lagoa Azul (sem stress e de forma consciente).

Vá cedo. O mais cedo possível. Se estiver na ilha de Malta, apanhe o primeiro barco em Cirkewwa, logo às 9:00. E nunca, mas mesmo nunca apanhe os barcos grandes que saem de Sliema; se o fizer, chegará à Lagoa Azul por volta das 11:30, no auge da confusão, junto com centenas de turistas (os barcos de Sliema partem todos mais ou menos à mesma hora). De resto, poupe a sua saúde mental e não vá durante o fim de semana. Depois não diga que não foi avisado.

Leve calçado confortável para caminhar (e aproveite para fazer umas caminhadas na ilha de Comino).
Comida. Perto de onde atracam os barcos na Lagoa Azul, há três ou quatro roulottes que vendem comida rápida e bebidas. Não vai comer bem nem saudável, mas dá para desenrascar. Se preferir, leve sandes. E água, claro.

Proteja-se do sol. Além da água e do calçado apropriado, leve chapéu e protetor solar (não há sombra junto à Lagoa Azul).
Não suje Comino. Pode parecer uma recomendação desnecessária mas na caminhada que fiz por Comino encontrei várias garrafas, copos de iogurte e outros objetos de plástico jogados na Natureza. 
Não contribua para esse crime ambiental.

Onde ficar
Não há necessidade de ficar perto dos ferries, uma vez que a ilha de Malta é pequena e os transportes públicos funcionam bem. Assim, veja as minhas sugestões detalhadas sobre onde ficar em Malta, que incluem recomendações sobre a melhor zona da ilha para se hospedar em função do seu estilo de viagem.

Dessa lista, eis alguns dos hotéis que recomendo sem reservas: a agradável Casa Lapira e o carismático Tano’s Boutique Guesthouse, em Valletta; os acolhedores bed & breakfast Julesy’s e Nelli’s, ou ainda o mais simples No. 17 Birgu, nas “Três Cidades”; e, por fim, o Backstage Boutique Townhouse e o fantástico Two Pillows Boutique Hostel, em Sliema.

Por último, caso queira conhecer a Lagoa Azul sem outros turistas, a única opção é dormir na ilha de Comino. Eu não o fiz, porque seria preciso querer mesmo fazer praia (não há muito mais para fazer em Comino); mas a ideia de desfrutar da Lagoa Azul, a dois, depois de os barcos terem levado os turistas de volta a Gozo ou a Malta, parece-me apelativa. Para isso, terá de pernoitar no Hotel Comino, o único hotel existente na ilha.

Fonte: Alma de viajante | Veja o artigo completo aqui.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Montenegro pelas palavras de quem por lá passou


A Ana Oliveira Lopes, co-autora do blogue: “O que acontece em Oeiras, fica em Oeiras" foi ao Montenegro. Quer saber tudo sobre este destino pela voz de quem por lá passou?


Fomos ao Montenegro. Um destino improvável, longe das sugestões habituais. Mas estava nas sugestões do Lonely Planet como destinos a considerar. E uma amiga-viajante sugeriu. Por isso nós, que somos fáceis de convencer, lá fomos.

O Montenegro é um país de contrastes. Mar vs Montanha. Herança vs Futuro. Revisitei a minha viagem ao Montenegro e aqui está ela. Viajar pela mente e memória também é viajar.

Por onde andámos, o que achamos que não se deve perder e uma parte do que vimos. Não sei se irei voltar, o Mundo é demasiado imenso. 

Mas fui feliz na imensidão pequena que é o Montenegro. Só vos resta ir por conta própria, viver as vossas experiências e fazer os vossos registos. E contem-me como foi!

Fonte: O que acontece em Oeiras fica em Oeiras. Artigo original aqui.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Astana: A capital mais estranha do mundo


De acordo com o P3, Astana é atualmente considerada como a capital "mais estranha" do mundo. Veja neste artigo, quais os motivos para esta curiosa designação.


 Onde hoje assenta a capital do Cazaquistão, Astana, nada existia há apenas 20 anos. Em 1997, o (ainda) presidente Nursultan Nazarbayev ordenou a transferência da capital do país para uma nova urbe, que deveria ser construída de raiz para o efeito, argumentando não ser do seu agrado a proximidade de Almaty — a antiga capital — com a fronteira chinesa. O local por ele indicado para a construção da nova metrópole seria o centro de uma vastíssima extensão de estepe, no Norte do país, onde não havia vestígio de presença humana.

Astana brotou expressivamente da terra, rugindo cimento, metal e vidro luzente, no espaço de poucos anos. Muitos milhares de milhões de dólares provenientes da receita da extracção de petróleo, o principal sustento da economia cazaque, deram forma ao plano director municipal delineado pelo japonês Kisho Kurokawa, que se baseou numa tese filosófica de desenvolvimento urbanístico criada pelo próprio: a chamada “arquitectura de simbiose”. Kurokawa faleceu em 2007 deixando para trás um plano que deveria ficar concluído apenas em 2030; entretanto, o projecto já sofreu inúmeras alterações que nem sempre vão ao encontro do que foi delineado pelo arquitecto nipónico.

Apesar da ínfima população de 16 milhões — tendo em conta a área do país, que corresponde a 30 vezes a área de Portugal continental – e da enorme margem de lucro do Estado, proveniente da exportação do barris de petróleo e de gás natural, a riqueza não chega a todos os habitantes do Cazaquistão. Em Astana, torna-se claro o motivo por que tal se verifica. O investimento público é estonteante e a abundância e a opulência são uma linguagem omnipresente no tecido urbano da cidade. O fotógrafo israelita Tomer Ifrah, o autor da série Planned City, contou ao P3, em entrevista, que “caminhar nas ruas de Astana é surreal”. “Por um lado, a arquitectura é exuberante, os edifícios são grandiosos, os centros comerciais são colossais, mas, ao mesmo tempo, há um silêncio solene em todos os locais. Por vezes, caminhava em partes da cidade onde não via absolutamente ninguém na rua.” Ifrah descreve a capital do Cazaquistão como "uma estranha combinação entre extravagância e silêncio", como um gesto de um grito inaudível. O fotógrafo esteve em Astana em Julho e Outubro de 2017 e confessa ter sido seduzido pela ideia de uma cidade construída de raiz a partir de um plano director, como Washington D.C., Camberra ou Brasília.

Astana foi construída com o intuito de se tornar um exemplo de excelência urbanística; um exemplo de sofisticação, de vanguardismo. Frank Albo, historiador de arquitectura e autor do livro Astana: Architecture, Myth and Destiny, descreve a cidade da seguinte forma: “Vê-se uma mistura de pós-modernismo com correntes de arte da Ásia Central, toques de decoração muçulmana, de barroco russo, de neoclassicismo e orientalismo, todas combinadas numa espécie de Las Vegas meets Disneyland sob influência de esteróides nacionalistas.” A cidade está repleta de arranha-céus — o maior encontra-se em construção, terá 88 andares e um caminho-de-ferro privativo para o aeroporto. Por outro lado, existem também referências claras ao passado e à tradição nómada na arquitectura local: o centro comercial Khan Shatyr, por exemplo, foi desenhado pelo arquitecto inglês Norman Foster com o intuito de aludir às tendas dos nómadas cazaques. Por dentro, ao invés, é um edifício luxuoso que contém uma praia artificial cuja areia foi importada das ilhas Maldivas.

As viagens do fotógrafo Tomer Ifrah podem ser acompanhadas através da sua conta no Instagram. 


Fonte: P3. Artigo original aqui.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Países mais bondosos do mundo: Quénia

Embora o Quénia tenha uma comunidade extraordinariamente diversa, contendo miríades de culturas e línguas diferentes num mesmo país, as pessoas tendem a ser tranquilas e descontraídas, reagindo com interesse amigável à presença de estrangeiros. É raro encontrar um queniano demasiado ocupado para nos ajudar, por mais coisas que tenha para fazer, e é comum vê-los largar tudo para oferecer ajuda se esta for precisa.



domingo, 24 de junho de 2018

Relato de uma viagem de pais e filho de 3 anos ao Japão (de clientes nossos)



Fonte: https://oqueaconteceemoeirasficaemoeiras.wordpress.com/viagens/japao/

JAPÃO


O Japão sempre esteve na minha lista de destinos a conhecer. Por vários motivos, foi sempre sendo adiado. É um destino caro, que obriga a um planeamento detalhado para não gastar loucuras e a uma antecedência considerável para conseguir bons preços nos bilhetes de avião. Tudo o que não conseguimos fazer nesta viagem!
Por várias razões, decidimos ir ao Japão um mês antes de ir. Digamos que os astros se alinharam nesse sentido e achámos que era algo como “it´s now or never”. Como never não era uma hipótese, lá fomos nós.
Por termos resolvido “em cima do joelho”, desta vez recorremos a uma agência especializada em viagens à medida – a Travel Tailors -, para nos ajudar no planeamento e logística. Precisávamos de alguém que nos ajudasse a fazer o itinerário, que nos desse dicas de viagem e tratasse da burocracia – comprar voos, procurar alojamento, seguros de viagem, etc. Foi o melhor que fizemos. Em poucos dias tinhamos sugestões de itinerário e visitas em grupo ou privadas, voos marcados e proposta de alojamento. Tudo dentro do nosso orçamento, o que é sempre importante!
Além disto tudo, deram-nos um booklet em tamanho A5, perfeito para levar de viagem, com todas as informações essenciais, detalhes do itinerário e transportes, assim como algumas palavras e frases em japonês (que nunca nos atrevemos a usar!).
Booklet Viagem Japão, blog O que acontece em Oeiras fica em Oeiras
Como se tudo isto não fosse aventura suficiente, ainda levámos o nosso rapaz connosco. Quando dizíamos a amigos que íamos ao Japão, quase todos disseram – “Mas não levam o P. pois não? – Claro que sim!” e olhavam para nós como se fôssemos loucos (e se calhar até somos um bocadinho, mas adiante).
Deixo-vos aqui os sítios onde andámos, experiências pessoais e dicas de viagem neste país fantástico que é o Japão. Para quem não tem paciência ou tempo para ler tudo, pode saltar diretamente para ver por onde andámos, as nossas dicas ou só mesmo ver as nossas imagens.
Espero que gostem!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Países mais bondosos do mundo: Indonésia

Quem já visitou a Indonésia consegue atestar a gentileza e amabilidade do seu povo. Embora os indonésios tendam a ser tímidos e reservados, não são raros os casos de turistas que são convidados a tomar um chá ou um café em casa dos locais - uma proposta gentil mesmo quando a temperatura roça os 35ºC. O país é também incrivelmente seguro, sendo raríssimos os assaltos e outros crimes.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Top 10 - Lugares exóticos do Paraguai

Conhece os 10 lugares mais bonitos do Paraguai? Venha daí e descubra-os connosco!

Aninhado no coração da América do Sul, o Paraguai está lentamente a abrir caminho para explorar o  turismo como um negócio, com base no grande potencial da sua beleza natural. Cada cidade tem um cantinho impressionante para descobrir, e a TurismoParaguay.com listou 10 dos melhores.

1. Túnel de Árvores
Chama a atenção pela elegância das árvores que formam um túnel verde na Rota VI no distrito de Santa Rita, no Alto Paraná. Depois de uma caminhada de 400 metros, aproveite a tranquilidade do interior do Paraná.


2. Salto Cristal 
Está localizado a 120 quilómetros da capital - Assunção. É uma das grandes atracções turísticas do país. Esta cascata e a sua abundante vegetação envolvente convidam-no a ter um momento agradável de descanso. O salto está localizado no Parque Nacional Ybycuí, apenas a 28 quilómetros da área urbana, numa estrada de asfalto.


3. As cavernas de Vallemi
As cavernas de San Lázaro estão localizadas a 6 quilómetros da cidade de Vallemí. Estas cavernas possuem sistemas de entrada exclusivos e alguns buracos ao redor das cavernas. Muito recomendado para ecoturismo.


4. Lago Ojo del Mar, Bella Vista Norte, Amambay
No bairro Rinconada de Pedro Juan Caballero, o Lago está localizado a cerca de 50 quilómetros da cidade de Bella Vista. É considerado um verdadeiro paraíso. Crê-se que tenha surgido após uma erupção vulcânica cercada pela exuberante vegetação subtropical. De acordo com os testemunhos dos moradores locais, a profundidade deste lago natural é desconhecida. A água é cristalina mas a coloração é esverdeada. 


Vista do lago
Geólogos e especialistas dizem que o lugar emergiu há mais de 250 milhões de anos antes de Cristo. O lago é habitado por uma enorme variedade de peixes e, até recentemente, pela espécie rara Jacaré Moroti (crocodilo branco).


5. As Dunas de San Cosme e Damião
Estas montanhas de areia, com mais de 30 metros de altura, são o que resta do Monte Ybycuí que está localizado no centro do lago Yacyretá formado pelas águas do próprio rio Paraná. É possível chegar às dunas a bordo de um barco ou fazendo uma caminhada de uma hora.


6. Lagoas Salgadas Campo María no Chaco Paraguaio
Nestas belas paisagens naturais,  a observação de pássaros e animais fazem parte de uma rota inesquecível. Chegar a estas lagoas é uma aventura fantástica dentro de um ecossistema onde poderá observar a natureza pura do Gran Chaco Paraguayo. É uma reserva privada dedicada à conservação da natureza numa área de aproximadamente 4.500 hectares. Pertence à Cooperativa Chortizer Komitee.


7. O Pantanal Paraguaio no Fuerte Olimpo
O maior sistema de zonas húmidas do mundo, que também inclui parte do Brasil e da Bolívia. Anualmente as águas sobem vários metros, inundando um extenso território, e depois retrocedem, criando um cenário natural de grande beleza, abrigo de pássaros, peixes, anfíbios, répteis e mamíferos.



8. O Salto del Monday
Localizado no distrito de Presidente Franco no Alto Paraná, o Salto del Monday ocupa uma área de 9 hectares. Depois da Usina de Itaipu e dos complexos hidroeléctricos binacionais, o Salto del Monday é uma das principais atracções turísticas do Paraguai.



9. Laguna Blanca em San Pedro
Inclui um estabelecimento agropecuário e turístico, com um lago que tem a particularidade de estar assente em areia calcária, o que o torna completamente transparente. Desta forma, qualquer pessoa com equipamento de mergulho poderá ver claramente os peixes e as plantas, mesmo em locais com mais de 7 metros de profundidade. É considerado o único lago natural no Paraguai.


10. Kururu Kua Cavern em Amambay
Localizado em Bella Vista Norte, num distrito chamado Rinconada do departamento de Amambay, a 57 quilómetros do centro de Bella Vista, dentro de uma propriedade privada. A vegetação exuberante escondeu até 2007 uma maravilhosa caverna com água de características naturais e paisagens únicas.



Pensamentos finais:
Como pode ver, o Paraguai tem lugares exóticos recheados de uma extrema beleza para explorar em família ou numa viagem romântica. Tirou ideias para as suas próximas férias?

FonteTurismoParaguay.com | Veja o artigo original aqui.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Países mais bondosos do mundo: Nova Zelândia

Quer vejamos postais do país ou mesmo behind the scenes da saga Senhor dos Anéis, é fácil percebermos o carácter paradisíaco das paisagens neozelandesas. No entanto, esse pode até nem ser o aspecto mais fascinante dos nossos antípodas. Os kiwis são conhecidos pela sua generosidade e optimismo, sendo fácil manter um espírito positivo na sua companhia.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Top 7 - Destinos turísticos para visitar na Bolívia

Gostaria de explorar a Bolívia nas suas próximas férias? Venha connosco e descubra o Top 7 dos destinos turísticos que não poderá perder!

A Bolívia é um dos países mais diversificados da América do Sul. Embora os destinos turísticos mais conhecidos do país sejam os do Altiplano, a verdade é que há muito mais para visitar além do Salar de Uyuni. A Tourism Review compilou 7 dos melhores lugares para descobrir na Bolívia.


Aqui ficam os Top 7 - Destinos turísticos a não perder na Bolívia: 

1. Lago Titicaca e Isla del Sol
Entre os demais destinos turísticos da Bolívia, o Lago Titicaca é um dos lagos mais impressionantes e interessantes do mundo. É conhecido como o  lago navegável mais alto do planeta, devido aos seus mais de 3.800 metros acima do nível do mar. Está localizado no Altiplano andino, pertencendo à Bolívia e ao Peru. 
Além disso, o Lago Titicaca situa-se ao lado de Copacabana - uma pequena cidade muito atraente, na qual não verá grandes edifícios, mas sim, pequenas casas e e ruas em paralelepípedo. Copacabana não é apenas um lugar visualmente deslumbrante, mas também um importante centro de peregrinação. A Basílica de Nossa Senhora de Copacabana abriga a imagem da Virgem de Copacabana, conhecida como a "Rainha da Nação". º
A cidade é também o local de partida dos barcos em direção à Isla del Sol, um dos enclaves mais místicos da América do Sul. Além da sua fascinante história, um dos pontos de grande interesse é a famosa trilha Willa Thaki, conhecida como a "Rota Sagrada do Sol Eterno", que atravessa a ilha, quase na sua totalidade.


2. La Paz
La Paz é um dos locais essenciais para quem está de visita à Bolívia. Embora a importância deste destino possa causar alguma confusão, La Paz não é a capital do país. A capital da Bolívia é Sucre. No entanto, La Paz é a cidade com a maior população da Bolívia, possuindo alguns dos mais importantes edifícios do governo. Oficialmente conhecida como Nuestra Señora de la Paz, esta cidade reúne inúmeros pontos turísticos de interesse.
Com altitudes situadas entre os 3.200 e os 4.000 metros de altura, poderia facilmente passar alguns dias a descobrir todos os seus recantos. Não obstante, destacamos a Basílica de São Francisco, a catedral metropolitana e, acima de tudo, o Mercado das Bruxas - um dos mercados mais fantásticos do continente sul-americano, no qual poderá encontrar amuletos e encantos de todos os tipos (sapos, cobras, fetos de lhama ...) que Aymaras e Quechuas usam para os rituais de oferendas ao seu Deus.


3. Tiwakanu
Tiwanaku (ou Tihuanaco) é conhecida por ser uma das culturas pré-incaicas mais importantes da América do Sul, e a antiga cidade arqueológica de mesmo nome está localizada na Bolívia, a 15 km do Lago Titicaca.
A civilização Tiwanaku viveu mais de 25 séculos e ainda poderá ver o que resta da mesma. Locais a não perder são: a Puerta del Sol, o Puma Punku, o Kalasasaya ou a Pirâmide de Akapana. Os monólitos que se assemelham às estátuas Moai da Ilha de Páscoa, também constituem uma das maiores referências turísticas em Tiwanaku.
Tiwanaku lidera o ranking dos destinos turísticos na Bolívia, não só pela sua importância histórica, mas também pela sua facilidade de acesso, estando apenas a 55 km de distância de La Paz. 


4. Salar de Uyuni
Visitar o Salar de Uyuni (também conhecido como Salar de Tunupa), não só encabeça a lista de lugares que deve visitar na Bolívia, como também é uma das principais atrações de toda a América do Sul. O Salar de Uyuni é o maior salar do mundo e, oferece uma imagem impressionante em qualquer época do ano. Se estiver completamente seco, poderá observar perfeitamente os cristais de sal, em dias mais húmidos, poderá ver o céu completamente refletido na água.
Embora possa chegar ao salar através da cidade de Uyuni, aconselhamos a sua participação numa  viagem de 3 dias, na qual irá visitar o melhores pontos da Reserva Nacional Eduardo Avaroa. Caso tenha que escolher um, de entre os parques naturais da Bolívia, esta reserva é a melhor opção.  


5. Potosí
Situada ao lado do Cerro Rico, e com mais de 4.800 metros de altura, Potosí é uma das mais belas cidades coloniais a visitar na Bolívia. Nesta cidade encontrará várias igrejas barrocas e a espetacular Casa Nacional de la Moneda, onde milhões de moedas foram cunhadas, usando prata das minas pelas quais Potosí é conhecida.
Assim, visitar a mina de Pailaviri é uma das atividades mais fascinantes da Bolívia. Embora a quantidade de prata restante, não seja igual à quantidade encontrada durante o período colonial espanhol, poderá experienciar as condições difíceis a que os mineiros estavam sujeitos, chegando a atingir temperaturas acima dos 45ºC.

6. Sucre 
Sucre é a capital da Bolívia, reunindo muitos pontos turísticos a não perder na sua próxima viagem. É uma cidade agradável, não só pelo seu clima temperado, como pelo seu ambiente tranquilo, e pelas suas ruas repletas de maravilhosos edifícios e simpatia dos seus habitantes.
O centro histórico de Sucre foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO devido ao seu bom estado de conservação, o que nos traz de volta aos dias em que a Bolívia era uma colónia espanhola.
La Recoleta é um mosteiro franciscano pelo qual terá de passar na sua visita a Sucre. É um edifício religioso estabelecido no século XVII nas encostas da colina Churuquella, oferecendo uma das vistas mais incríveis da cidade.


7. Parque Nacional Madidi 
Se procura uma experiência diferente na sua viagem à Bolívia, sugerimos uma visita ao Parque Nacional Madidi. Localizado numa das maiores regiões florestais do planeta, a variedade de flora e fauna do parque é simplesmente surpreendente. Nesta selva, diferentes espécies como o puma, a onça, a arara ('guacamaya') ou a anaconda, coexistem.
A melhor forma de aceder ao parque é através da pequena cidade turística de Rurrenabaque. A partir desta cidade, pode optar por fazer viagens diárias, ou mesmo, ficar dentro do parque. Esta segunda opção permitirá que alcance lugares mais distantes e desfrute de caminhadas. 
Além disso, existem várias alternativas para o ecoturismo comunitário, já que muitas das pousadas do parque são administradas por grupos indígenas. Por isso, o Parque Nacional oferece imensas atividades interessantes para fazer na Bolívia, se pretender combinar o turismo cultural com a natureza.

Pensamentos finais:
Como viu, a Bolívia é um país com uma cultura extremamente rica, recheado de atividades e pontos de interesse. Por isso, não se distraía e marque já a sua próxima aventura.

Fonte: TourismReview | Veja o artigo original aqui.

terça-feira, 10 de abril de 2018

O que fazer em Brisbane para ser uma viagem memorável

Pretende viajar para Brisbane num futuro próximo? Então aqui ficam algumas dicas sobre o que fazer na capital de Queensland, na Austrália.

Brisbane, a capital de Queensland , é uma das principais cidades turísticas da Austrália. Não importa se está a viajar pela primeira vez ou se já conhece este destino, em Brisbane há sempre algo novo para fazer. A Tourism Review sugere reservar 7 dias para conhecer este destino de modo a "absorver tudo o que a cidade tem para oferecer".


Segue, então, a lista das actividades sugeridas:

     1. Vistar o Santuário de Koalas em Lone Pine
Se gosta de animais e de natureza então não pode perder este santuário. Com mais de 100 espécies de animais nativos, este parque promete surpreender os seus visitantes. Este não é só o primeiro santuário do mundo de Koalas, como também é o maior (e muitos o consideram o melhor). Não fique surpreendido se passar um dia inteiro no santuário a observar todas as paisagens e animais.

     2. Escalada
Há muitos lugares para fazer escalada em Brisbane, mas Kangaroo Point Cliffs é o local mais indicado para o fazer. Mesmo que seja um principiante nesta modalidade, não hesite em experimentar! Pode parecer um pouco assustador ao início, mas é uma experiência única!

    3. Viagem à Ilha Stradbroke
Se procura uma actividade de dia inteiro, esta é uma boa opção. Uma viagem de um dia para a Ilha Stradbroke mudará para sempre a perspectiva desta zona. Há muitas actividades para fazer nesta ilha, desde a observação de baleias e golfinhos a nadar no Brown Lake. 

    4. Visita "fantasma" ao cemitério de Toowong
Sim, é mesmo tão assustadora quanto parece. No entanto, esta visita é obrigatória para quem gosta de aventura e visita esta cidade. As visitas são em grupo e geralmente custam $ 35 USD. Ao caminhar pelo cemitério, o guia irá contar as histórias das mais de cem mil pessoas ali sepultadas, bem como uma variedade de lendas urbanas. 

    5. Comer, comer e comer mais
Brisbane é considerado o lar de alguns dos melhores restaurantes da Austrália. Do casual ao sofisticado, não vai ter dificuldade em encontrar um restaurante que se adapte às suas pupilas gustativas e orçamento. A TourismReview sugere: Urbane Restaurant, George’s Paragon Seafood Restaurant, e Customs House. 

Pensamentos finais
Como já reparou existe sempre algo para fazer em Brisbane, inclusive relaxar na praia. Por isso, o melhor é ponderar e decidir o que não pode mesmo perder antes de chegar ao destino.

Fonte: TourismReview | Veja o artigo original aqui.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Gosta de viajar com os seus animais de estimação? Estes são os melhores países para o fazer!

Viajar com os animais de estimação está a tornar-se cada vez mais comum. Alguns países já têm hotéis que estão a incluir na sua oferta de serviços a possibilidade dos viajantes ficarem com o seu amigos de quatro patas. 


O relatório de 2017 da Trabber avaliou 50 mil hotéis em 30 países e revelou um crescimento lento, mas constante na procura de hotéis que aceitam animais de estimação. Segundo os especialistas, os viajantes estão dispostos a pagar mais por hotéis que recebam cães e gatos. Neste sentido, a Europa é um paraíso para estes viajantes. Na Alemanha, França, Itália e Áustria, mais de 40% dos hotéis aceitam animais de estimação. O quinto lugar neste ranking é o Canadá (34%). No Brasil a percentagem desce para os 18% e no México apenas 13% dos alojamentos, sendo que neste caso a maioria destes visitantes são do próprio país, visto que passar as fronteiras mexicanas com animais exige muita burocracia. Na Colômbia e na Argentina, menos de 1 em cada 10 alojamentos turísticos oferece essa opção. Chile (7%) e Peru (5%) estão no fim da lista.

No que diz respeito às grandes cidades,  Berlim está no topo com 55% dos alojamentos a aceitarem animais de estimação, em Paris este número desce para 37%, em Toronto para 35%, em Nova Iorque para 32% e 29% em Roma. No Rio de Janeiro o número é  ainda mais reduzido (20%) e ainda menor na Cidade do México (13%). Em geral, o estudo também destaca que as cidades costeiras e hotéis de férias têm tendência a aceitar cães e gatos com mais frequência, enquanto que os hotéis nas cidades e destinados a viajantes de negócios são menos propensos a aceitar animais.

Os 10 melhores países para viajar com animais de estimação (em % de hotéis que recebem estes animais)

Alemanha: 49,14%

Itália: 46,53%

Áustria: 44,23%

Canadá: 34,35%

EUA: 30,64%

Holanda: 28,82%

Rússia: 25,73%

Grécia: 21,72%

Marrocos: 21,36%

Brasil: 18,11%

Veja o artigo original aqui.
Fonte: TourismReview

terça-feira, 27 de março de 2018

Paladares especiais da China

Por ter sido, em tempos, uma colónia britânica, encontrará em Hong Kong uma gastronomia que combina perfeitamente a cultura oriental e ocidental. No Lung King Heen, a paisagem cosmopolita ganha vida. Se escolher o jantar como refeição, poderá observar a vida que as luzes da cidade ganham. Em Macau, visite o Grand Lisboa Hotel. No 43º andar, encontra-se o estrelado Robuchon au Dôme, do reconhecido chef Joël Robuchon, onde poderá desfrutar do requinte da alta cozinha e da vista deslumbrante sobre a cidade. Alguma vez imaginou um restaurante onde pode usufruir de uma experiência multi-sensorial? No Ultraviolet, em Shanghai, a experiência gastronómica vai muito além do palato. Neste restaurante exclusivo, o jantar começa a partir do momento em que é levado de um ponto de encontro para um local secreto onde só vão 10 pessoas. Aqui, porá à prova todos os seus sentidos.



terça-feira, 20 de março de 2018

Celebrar os sabores sul coreanos

Se está a pensar visitar o berço de uma das civilizações mais antigas do Mundo, vamos dar-lhe mais uma razão pela qual não pode deixar de ir. Eleito pelo site The Worlds 50 Best o 38º melhor restaurante a nível mundial, o La Yeon, em Seoul, possui três estrelas Michelin e eleva os sabores da cozinha tradicional coreana a um nível de excelência. O guia Michelin afirma, inclusivamente, que vale a pena a viagem só para degustar os pratos do chef Sung-Il Kim. O restaurante, cujo nome significa “celebração”, encontra-se no topo do Seoul Shilla Hotel, onde pode desfrutar de um spa de luxo no centro empresarial da cidade.

quarta-feira, 14 de março de 2018

A TAP está a oferecer 1000 milhas aos novos clientes!

Hoje, dia 14 de Março, a TAP celebra o seu 73º aniversário!
Para assinalar esta data a companhia aérea portuguesa está a oferecer 1000 milhas aos novos clientes TAP Victoria. 

Para receber esta oferta basta inscrever-se no programa de fidelização da TAP. Esta oferta está válida para todas as novas inscrições efectuadas durante o dia de hoje e de amanhã. Estas milhas poderão ser usadas para ter descontos imediatos em viagens ou para trocar por serviços, descontos e experiências em mais de 150 parceiros.

Saiba mais aqui.



terça-feira, 13 de março de 2018

Recantos gastronómicos de Nova Iorque

Diz-se que Nova Iorque é sempre uma boa ideia. É uma cidade num turbilhão constante, uma imensa variedade de culturas e, claro, muitos restaurantes. Se estiver a passear nas lojas da 5th Avenue, não deixe de experimentar o Eleven Madison Park. Com vista para um dos parques mais bonitos de Manhattan, pode ainda comprar os livros de receitas do famoso restaurante dono de três estrelas Michelin. Caso esteja a passear no Central Park, pode sempre fazer uma pausa para refeição no Jean-Georges. Caso prefira uma refeição mais leve, pode optar pelo Per Se, onde, para além de almoços e jantares, pode provar vinhos, snacks, sobremesas e cocktails.





terça-feira, 6 de março de 2018

Luxuosa Singapura

No país que possui a maior concentração de milionários do Mundo, pode ouvir quatro idiomas diferentes: inglês, malaio, mandarim e tâmil. Em Singapura, não pode deixar de experimentar a característica street food, reconhecida internacionalmente. Prova disso é a estrela Michelin atribuída ao Hong Kong Soya Sauce Chicken Rice and Noodle, um estabelecimento de street food. Um pouco mais a sul, na tranquila ilha de Sentosa, mora o Joël Robuchon Restaurant, que dá pelo nome do próprio chef. Nesta casa do famoso “Chef of the Century”, que possui 28 estrelas Michelin nos seus 12 restaurantes, pode encontrar clássicos franceses e um ambiente luxuoso e envolvente.