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terça-feira, 9 de abril de 2019

A ilha de Monte Cristo apenas permite 1000 visitantes por ano


De Lale Arikoglu – adaptado da CN Traveler



O romance de Alexandre Dumas, escrito em 1844 – O Conde de Monte Cristo – é o tipo de leitura que nos faz querer fazer as malas e descobrir uma ilha deserta só para nós. Hoje em dia este sonho é muito difícil de alcançar, mas pode ter uma experiência equivalente à do livro: a ilha italiana de Monte Cristo (sim, a mesma onde Edmond Dantès descobre a sua arca do tesouro) está aberta a um número limitado de visitantes, duas vezes por ano: de 1 de Abril a 15 de Abril, e de 31 de Agosto a 31 de Outubro.

A cerca de 50 km de Porto Santo Stefano, na Toscana, 15km2 estão fora dos limites para quase todos, graças ao status de área protegida que a ilha mantém desde 1988. A exceção são 1000 turistas por ano, sendo que 600 lugares estão reservados para grupos escolares, e os 400 que sobram devem viajar em grandes grupos com cerca de 40 pessoas, para assegurar o lugar na lista de espera – a melhor opção é juntar-se a uma visita em grupo ou reunir alguns amantes de literatura, antes de fazer o pedido para visitar a ilha.

Chegar a Monte Cristo também não é fácil. Não existe nenhum serviço de ferries, e é preciso uma permissão oficial das autoridades locais, que pode levar até três meses se quiser visitar Villa Reale, e três anos se quiser descobrir os trilhos de caminhada. Aurora Ciardelli, representante do parque nacional do arquipélago toscano, elucida “A ilha não tem horários para os ferries e, portanto, aqueles que recebem a autorização para a visitar devem procurar, de forma independente, um barco que consiga cobrir a distância até à ilha”.

São todas estas burocracias de protecção da ilha que a tornam tão especial. Os seus residentes são muito poucos, então a paisagem da ilha e as espécies raras de vida animal permanecem intactas, e não incomodadas pelos seres humanos. Notavelmente, é proibido nadar, fazer caminhadas por conta própria, e passar a noite. Assim, a única actividade permitida é admirar a natureza magnífica até apanhar o barco de volta. Isso, e procurar o tesouro escondido, claro.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Gosta de viajar com os seus animais de estimação? Estes são os melhores países para o fazer!

Viajar com os animais de estimação está a tornar-se cada vez mais comum. Alguns países já têm hotéis que estão a incluir na sua oferta de serviços a possibilidade dos viajantes ficarem com o seu amigos de quatro patas. 


O relatório de 2017 da Trabber avaliou 50 mil hotéis em 30 países e revelou um crescimento lento, mas constante na procura de hotéis que aceitam animais de estimação. Segundo os especialistas, os viajantes estão dispostos a pagar mais por hotéis que recebam cães e gatos. Neste sentido, a Europa é um paraíso para estes viajantes. Na Alemanha, França, Itália e Áustria, mais de 40% dos hotéis aceitam animais de estimação. O quinto lugar neste ranking é o Canadá (34%). No Brasil a percentagem desce para os 18% e no México apenas 13% dos alojamentos, sendo que neste caso a maioria destes visitantes são do próprio país, visto que passar as fronteiras mexicanas com animais exige muita burocracia. Na Colômbia e na Argentina, menos de 1 em cada 10 alojamentos turísticos oferece essa opção. Chile (7%) e Peru (5%) estão no fim da lista.

No que diz respeito às grandes cidades,  Berlim está no topo com 55% dos alojamentos a aceitarem animais de estimação, em Paris este número desce para 37%, em Toronto para 35%, em Nova Iorque para 32% e 29% em Roma. No Rio de Janeiro o número é  ainda mais reduzido (20%) e ainda menor na Cidade do México (13%). Em geral, o estudo também destaca que as cidades costeiras e hotéis de férias têm tendência a aceitar cães e gatos com mais frequência, enquanto que os hotéis nas cidades e destinados a viajantes de negócios são menos propensos a aceitar animais.

Os 10 melhores países para viajar com animais de estimação (em % de hotéis que recebem estes animais)

Alemanha: 49,14%

Itália: 46,53%

Áustria: 44,23%

Canadá: 34,35%

EUA: 30,64%

Holanda: 28,82%

Rússia: 25,73%

Grécia: 21,72%

Marrocos: 21,36%

Brasil: 18,11%

Veja o artigo original aqui.
Fonte: TourismReview

segunda-feira, 15 de maio de 2017

TV e cinema: os lugares mais icónicos onde já fomos sem sair do sofá

A televisão e o cinema já nos transportaram para os sítios mais inimagináveis possíveis. Mas enquanto muitos destes cenários podem ser fantasia, muitos deles são lugares que pode mesmo visitar. Traçámos um mapa dos destinos icónicos, desde os anos 50 até à atualidade. Se não ficar a desejar ser ator para passear por todos estes sets, vai ficar inspirado para uma próxima viagem! 

fonte: LonelyPlanet 


Anos 50 

Recomendamos as cenas na praia muito giras de o Sétimo Selo, na Suécia, um passeio até Roma e a Basílica di Santa Maria in Cosmedin, do filme Roman Holiday ou a Baía de são Francisco, cenário de Vertigo. 

Skane, na Suécia


Anos 60 

Um castelo que podia ter saído de um conto de fadas na Alemanha inspirou o cenário para o filme Chitty Chitty Bang Bang. De facto, foi mesmo a inspiração para o castelo do filme A Bela e Monstro, Disney, em 1959. 

Anos 70 

Khao Phing Kan deixou de lado o seu próprio nome e passou a ser conhecida pelo epíteto “A Ilha do James Bond”. E a culpa é do filme dirigido por Guy Hamilton. Nós continuamos com a certeza de que, independentemente do nome, esta ilha vale uma visita!

A "ilha do James Bond" 


Anos 80 

Silverton: ou a luz é muito interessante cinematograficamente, ou é uma localização cliché para uma típica cidadezinha abandonada. Já foi palco das filmagens de The adventures of Priscilla, Queen of the Desert e Mad Max 2. Se isto não for bem o que procura, há sempre a hipótese de visitar a Irlanda e as Falésias de Moher, onde se gravou The Princess Bride. 

Panoramica das Falésias de Moher


Anos 90 

Itália é conhecida pelas cidades de Veneza, Roma, Florença, a Costa Amalfitana e Cinque Terre. Mas o filme The Talented Mr Ripley mostrou que há beleza para além disso e levou os espetadores até Ischia, uma bela ilha no golfo de Nápoles.

Ischia, no golfo de Nápoles


O novo século

A localização de um drama gangster pode não ser o melhor sítio para ir de férias, mas com certeza que as Favelas do Rio de Janeiro filmadas em City of God podem ser o ponto de partido por um passeio no Brasil. Se prefer não arriscar, Shinjuku no Japão é um sítio giro que ambientou Lost in Translation. 

Pós-2010 

Parte do apelo de Downtown Abbey foi a celebração de uma era de regras e diferenças sociais rígidas e acentuadas entre aristocratas e serventes. Mas o drama foi bem ambientado em Hampshire, Inglaterra. E ainda que possa visitar estes lugares fantásticos em dias específicos do ano, a aristocracia inglesa e não desapareceu e a casa ainda pertence ao Conde de Carnarvon. 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Dois dias em Milão

O que fazer em Milão? Fique aqui com estas sugestões dos principais pontos turísticos da cidade da moda italiana.
Fonte: Fugas - Público, joaotiagoliveira.com
Duomo di Milano 

Duomo di Milano
A catedral de Milão é dos edifícios mais imponentes que vais ver nesta cidade. Começou a ser construída no século XIV. Com base no estilo gótico, da praça vê-se um edifício como um monte de rendilhados, enorme, branco e imponente. É impossível passar despercebido. Entrando, bate-nos o frio seco das catedrais. São todas assim. As cinco naves e os vitrais tornam-na um sítio agradável para visitar. Em torno da catedral podes passear. As ruas largas e sem muito trânsito convidam a isso mesmo — um passeio. Nem todas as zonas da catedral são grátis.

Galleria Victtorio Emanuele
Colada à praça da catedral encontras esta galeria. Cheia de lojas, algumas incomparavelmente caras, fazem desta galeria um atractivo para turistas. A arquitectura do local torna-a mui bella: as clarabóias fornecem a luz necessária e os rendilhados continuam, como que ligando com o Duomo, logo ali ao lado. O chão, lustroso e trabalhado, transporta para uma época em que apenas a alta burguesia passeava por aqui.

Galleria Victtorio Emanuele


Passeio a pé pela Via Dante até ao Castelo de Sforesco
A Via Dante é uma rua pedonal inteiramente dedicada a lifestyle. Restaurantes com esplanadas, gelatarias sensacionais, lojas e um sol de Verão que te obriga a ir pela sombra (ou a comer um delicioso gelado!). Pode ir com calma e aproveitar para descansar a mente. No fim desta rua, sugerimos uma ida ao Castelo de Sforesco. Alberga diversos museus e a entrada é paga. No entanto, é recomendável ver a famosa obra de Miguel Ângelo — a Pietà. Num dia de sol aproveite também para dar uma volta pelo exterior, visto que tem bastantes espaços verdes. 

Santa Maria delle Grazie e A Última Ceia
Nota-se que Milão é uma cidade moderna. não há muitas ruas medievais, mas bairros organizados em ruas direitas. Por isso é fácil navegar e guiar-se pelo mapa. Depois de saíres do Castelo de Sforesco, procure por esta pequena igreja e convento dominicano. Ainda são alguns minutos a pé, mas vai valer a pena. Incluída no património da UNESCO, encontras uma pintura de Leonardo da Vinci, A última Ceia. Pode recorrer a um guia para lhe explicar o significado deste quadro que foi pintado numa parede do refeitório. Durante a Segunda Guerra Mundial, depois de intensos bombardeamentos a esta cidade, foi uma das paredes que sobreviveu a este ataque dos Aliados. Para proteger esta pintura foram colocados sacos de farinha que ajudaram a conservar a pintura.

Gastronomia

Comer em Milão é um pouco mais caro do que comer em Portugal. Encontrar locais a um preço acessível para provar uma pizza, por exemplo, não é impossível. Os gelados, esses, são mais caros, mas realmente deliciosos. Pode sempre optar por um granizado que vai refrescar na mesma num dia de intenso calor.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sob o sol da Toscana

Com o título acima, foi publicado há uns anos um livro e baseado nele foi feito depois um filme. Ambos, livro e filme, tiveram muito sucesso. O ambiente decorre no campo e em povoações da Toscana, região central de Itália. É uma região riquíssima em arte e história, com destaque para Florença, sem esquecer outras cidades periféricas, como Pisa, Siena, Arezzo ou Lucca.

A Toscana e Florença seduziram-me há muitos anos. Não deixo de lá ir, sempre que posso, nas minhas diversas visitas a Itália. Os sentimentos de voltar, em Agosto, foram um pouco contraditórios. Estava na cidade e região que mais gostava, mas o calor e as multidões de turistas impediram-me de gozar com a calma que pretendia todas aquelas belezas.
Florença é um destino imprescindível para quem gosta da arte do Renascimento. Lá se concentram enormes conjuntos de monumentos, esculturas ou pinturas dessa época. Fruto do apoio das prósperas classes dirigentes ou nobres florentinas, surgiram soberbos palácios, magníficas igrejas, pinturas e esculturas notáveis.
A Ponte Vecchio, a Piazza della Signoria com o Palazzo Vecchio, os Ufizzi ou a Loggia dei Lanzi são o supra-sumo dos locais procurados pelos turistas. Junta-se-lhes a esplendorosa catedral de Santa Maria del Fiore, com uma fachada riquíssima, uma cúpula (de Bruneleschi) arrojadíssima e ainda uma esguia torre sineira desenhada por Giotto. Em frente fica o baptistério com umas portas em bronze, ricamente decoradas, e que levaram Miguel Ângelo a apelidá-las de Portas do Paraíso.
Procurámos diversificar as nossas visitas. Começámos pela igreja franciscana de Santa Croce, um autêntico delírio de pintura medieval e renascentista. Também aqui fica o principal panteão de ilustres toscanos ou outros que se notabilizaram nesta região. Estão lá sepultados Miguel Ângelo (lindíssimo túmulo), Galileu, Maquiavel, Rossini, Marconi, etc. Dante tem aqui o túmulo, mas os seus restos mortais estão no centro de Ravenna. Além do túmulo de Miguel Ângelo, impressionou-nos muito o políptico da Coroação da Virgem, atribuído a Giotto e a seu discípulo Taddeo Gaddi, o crucifixo em madeira de Cimabue e as pinturas da capela Peruzzi, da autoria de Giotto, representando a vida de São João Baptista e São João Evangelista. Também de Giotto são as soberbas pinturas murais da capela Bardi sobre a vida de São Francisco.
Por causa também da pintura vale a pena visitar Santa Maria Novella, a principal igreja dos dominicanos em Florença. As suas pinturas rivalizam em beleza com as de Santa Croce, como os dominicanos rivalizavam com os franciscanos. Há impressionantes obras de Ghirlandaio e Filippo Lippi. Destaque para o simbólico crucifixo em madeira de Giotto e os belos baixo-relevos do púlpito. Sem menosprezar a fachada magnífica da catedral, a sua arrojada cúpula ou a elegante torre sineira, temos aqui dois exemplos com que a catedral de Santa Maria del Fiore não pode rivalizar, pois tem um interior despido e sem interesse.
Mas há mais em Florença quando se fala em interiores de igrejas. A de Ognissanti é de entrada gratuita e tem no interior um conjunto de pinturas de interesse incontestável. Nesta igreja está sepultado o descobridor da América, Américo Vespucci, que aparece representado em jovem, debaixo do manto da Senhora da Misericórdia, na capela da família Vespucci. Mas o mais impressionante nesta igreja é o refeitório no convento anexo. Na parede frontal está pintada uma extraordinária representação da Última Ceia, obra de Ghirlandaio. Nunca tive ocasião de admirar no local (arredores de Milão) o original de Leonardo da Vinci sobre a Última Ceia.
Mas pelo que conheço das reproduções, esta obra de Ghirlandaio parece-me exceder em muito a obra do mestre Leonardo pela expressividade, pelos simbolismos, pelas pequenas histórias que conta. Ficámos deslumbrados.

Uma visita aos Ufizzi vale sempre a pena, quanto mais não seja para ver alguns dos maiores símbolos da pintura renascentista, como o Nascimento de Vénus e Alegoria da Primavera de Botticelli ou a Vénus de Urbino e a Senhora do Pintassilgo de Ticiano.
Pouco procurado é o museu da antiga cadeia, o Bargello. Tem um conjunto interessantíssimo de esculturas e o próprio edifício medieval e renascentista merece visita.
Ao fim do dia os turistas procuram afincadamente o Piazzale Michelangelo, numa colina sobranceira à cidade. Creio que o panorama junto à igreja de San Miniato al Monte, uns metros mais acima, é bem mais interessante, como interessante é também esta igreja do padroeiro dos vendedores de lã. Mas creio que a vista mais abrangente e mais bonita é no forte Belvedere, contíguo aos deslumbrantes jardins do Palácio Pitti.
Visitámos ainda Arezzo, um dos centros de ourivesaria mais importantes de Itália. A própria cidade reflecte essa prosperidade. A basílica de Santa Maria della Pieve é assombrosamente bela, com inúmeros e expressivos baixo-relevos ou pinturas. E o largo onde se situa o Palazzo Comunale, Piazza Grande, merece uma admiração atenta pelo seu conjunto monumental. As ruas desta cidade foram palco das cenas do filme A Vida É Bela. Perto de Arezzo fica Cortona. É uma cidade de colina, como outras de origem etrusca. A cidade tem muitos palácios e igrejas de interesse e sente-se um charme intenso, longe da multidão de turistas. Cortona é muralhada e tem na Piazza della Repubblica um vistoso Palazzo Comunale. Desse largo parte a Rua Nazionale, conhecida como Rugapiana em dialecto local, famosa por ser a única rua plana no meio de todas as outras que descem ou sobem pelas encostas da colina.

Siena é um dos destinos toscanos mais procurados nos meses de Julho e Agosto. A razão principal é a disputa do Palio, uma corrida tradicional de cavalos em que todos se vestem à moda antiga. A corrida tem lugar na ovalada Piazza del Campo, a principal praça da cidade. Mas as movimentações dos grupos de apoio de cada bairro, os cânticos, os incitamentos, as cores são coisas de difícil descrição. A Piazza del Campo é um espaço harmonioso onde se destaca o elegante edifício municipal em tijolo vermelho. No meio da praça está outro belo monumento em mármore branco — a fonte Gaia, dedicada à deusa da Terra. O palácio municipal é visitável e tem várias salas com interessantes pinturas de diferentes épocas. Outro monumento a não perder em Siena é a catedral, um edifício enorme em mármore branco e preto com a fachada largamente decorada e com um interior igualmente atraente.
Não é só de história e monumentos que vive a Toscana. A sua paisagem é igualmente bela e harmoniosa: pequenas colinas encimadas pelas ruínas de um castelo ou uma aldeia antiga, vinhedos, olivais ou pequenos bosques. Aqui e além, fiadas de esguios ciprestes, a somar aos girassóis em plena floração nos meses de Verão.
Resta falar da gastronomia. Além das massas, dos cogumelos porcini e dos inevitáveis gelados, há boas carnes assadas ou grelhadas, como a famosa costeleta florentina. E como uma boa refeição pede um bom vinho, a Toscana é a base de um dos mais famosos vinhos italianos — o Chianti. Para rematar, nada como beber um cálice de Vin Santo, um vinho doce e licoroso produzido na região e que se deve beber acompanhado de fatias de biscoitos de amêndoa (cantucci) molhados no próprio vinho. Depois de bem comidos e bem bebidos não há nada que não pareça belo e magnífico.
Fonte: Fugas

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Hotéis onde os hóspedes colhem os alimentos - Il Salviatino, Toscana, Itália















As colheitas na Toscana aumentam significativamente com a chegada do Outono, que traz consigo a época das trufas e as folhas amarelas avermelhadas. O Il Salviatino, situado nas colinas da Toscana, oferece aos seus convidados o pacote "Florentine Food for Thoughts", onde os hóspedes são levados a uma maravilhosa caça às trufas. O Hotel dispõe de um belo jardim italiano e foi construído numa villa, que remonta ao século XV, expondo vários afrescos da época que nos faz voar no tempo.

sábado, 26 de setembro de 2015

HOTÉIS HISTÓRICOS - MGallery LaGare Hotel Venezia, Veneza, Itália



O Hotel Gare Venezia foi o primeiro hotel a abrir na ilha de Murano na lagoa veneziana. Longe do bulício e das multidões, este luxuoso hotel recebe os hóspedes que procuram calma e serenidade. Este edifício maravilhoso combina perfeitamente história e modernidade e é uma autêntica jóia da arte e design. A hotel encontra-se dentro das antigas muralhas de um antigo forno, fundada no século XIX. O seu estilo contemporâneo, elegante e refinado é embelezado por artigos de vidro produzidos localmente que simbolizam o seu património. Um verdadeiro tesouro flutuante sobre a lagoa veneziana.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

CASTELOS E PALÁCIOS - ROCCA CALASCIO, ITÁLIA

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O castelo Rocca Calascio, datado de meados do século XIV, está situado na região de Abruzo, no centro de Itália, e é considerado uma fortaleza no topo da montanha. Com uma altitude de cerca de 1460 metros acima do nível da água do mar, foi em tempos um óptimo local como ponto de avistamento militar e de comunicação com altas torres e castelos até ao mar Adriático. O castelo faz parte do Parco Nazionale del Gran Sasso e Monti della Laga, criado no ano de 1991, e o seu principal uso foi sempre o de acomodar as tropas e nunca o palco das visitas de pessoas pertencentes à nobreza. O parque tem uma das maiores áreas protegidas da Europa e a revista National Geographic classificou o castelo Rocca Calascio como um dos quinze castelos mais bonitos do mundo. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

DESTINO PARA OS AMANTES DA ARQUITECTURA - PISA, ITÁLIA

A arquitectura românica é herdeira da arte cristã primitiva romana. Um dos melhores exemplos do estilo, é claro, é a Catedral de Pisa, com o seu muito famoso Baptistério e torre inclinada, que encantou a Unesco - tanto que proclamou o conjunto Património da Humanidade.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

DESTINOS PARA OS AMANTES DA ARQUITECTURA - VALÊNCIA, ITÁLIA

Arquitectura biónica: Valencia 

A arquitectura Biónica é inspirada por formas naturais. Este movimento visa criar estruturas arquitectónicas actuais, tendo a biologia como uma base, e com formas tendencialmente curvas. O arquitecto espanhol Santiago Calatrava é um dos principais representantes deste movimento e sua cidade natal, Valência, Cidade das Artes e Ciências, é o lugar ideal para admirar alguns dos exemplos mais claros deste tipo.

terça-feira, 22 de julho de 2014

DESTINOS PARA OS AMANTES DA ARQUITECTURA - FLORENÇA, ITÁLIA

Arquitectura renacentista: Florencia 

Arquitectura renascentista: Florença é o berço do Renascimento, a cidade que viu surgir as suas linhas clássicas, entre formas medievais e que encheu as ruas com edifícios elegantes e grandes esculturas. Stendhal bem avisou: cuidado com o excesso de beleza. Um passeio pela Galeria Uffizi despertará em si o amor mais puro e sincero para com o classicismo revisto.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

OS ENTARDECERES MAIS BONITOS DO MUNDO - VENEZA, ITÁLIA

Plaza de San Marcos, Venecia (Italia) 

Sobrevivendo à influência da água, Veneza continua a mostar o que tem de melhor. A cidade dos canais é um lugar congelado no tempo, uma espécie de museu ao ar livre onde a única distracção do sonho são os turistas, a olhar os palácios renascentistas extasiados. O pôr-do-sol aqui é um encanto de luzes que pode ser apreciado, por exemplo, na Praça de São Marcos.

terça-feira, 1 de julho de 2014

OS ENTARDECERES MAIS BONITOS DO MUNDO - ROMA, ITÁLIA

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A colina Quirinal, uma das míticas sete colinas de Roma, oferece uma das melhores vistas do sol a partir da Cidade Eterna: de Mount Pincio, um dos seus picos mais altos, avista-se o que poderia ser definido como um panorama poético. A partir dos jardins da Piazza Napoleone, consegue mesmo ver-se a cúpula de São Pedro.

domingo, 29 de junho de 2014

OS ENTARDECERES MAIS BONITOS DO MUNDO - FLORENÇA, ITÁLIA

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A busca do sol perfeito é contínua. Reveja alguns dos pores do sol mais lindos e especiais do mundo porque, aqui, um pôr do sol vale mais do que mil palavras. Podemos encontrar um sol magnífico no terraço da Piazzale Michelangelo (em Florença).

segunda-feira, 2 de junho de 2014

PISCINAS NATURAIS - TOSCANA, ITÁLIA



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Na Toscana, existem os famosos banhos termais de Saturnia. As águas têm uma temperatura que ronda os 37° C no verão.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

AS VILAS MEDIEVAIS MAIS BONITAS DA EUROPA - BAGNOREGIO, ITÁLIA

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Bagnoregio é uma cidade italiana, situada numa colina de 443 metros, e que está condenada pela erosão acelerada da natureza. Apenas 10 pessoas vivem aqui. A vila tem uma aura medieval e está totalmente isolada e cercada por falésias. 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

AS VILAS MEDIEVAIS MAIS BONITAS DA EUROPA - SAN GIMIGNANO, TOSCANA, ITÁLIA


Dizem que San Gimignano é uma versão medieval de Manhattan, na Itália. Basta olhar para o horizonte para perceber porquê. Localizada entre Siena e Florença, esta pequena cidade da Toscana era, na Idade Média e no Renascimento, um importante ponto de paragem dos peregrinos católicos a caminho do Vaticano. As suas torres de pedra de diferentes alturas tornaram-se um símbolo internacional.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

AS 20 MELHORES CASAS DE PRAIA DA EUROPA - VILLASIMIUS, ITÁLIA



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Fora da pequena cidade de Villasimius, a uma hora do aeroporto de Cagliari, existe este refúgio Villa La Plage. O seu interior é muito simples, mas estaremos quase sempre do lado de fora, ou seja, descansando à sombra numa cadeira de balanço no terraço.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

AS 20 MELHORES CASAS DE PRAIA DA EUROPA - ITÁLIA



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As praias no "calcanhar" da Itália, onde os mares Adriático e Jónico se encontram, são impressionantes. E esta quinta restaurada tem um quarto principal com vista para a água; o outro quarto de casal abre para um jardim encantador.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

AS MELHORES 20 CASAS DE PRAIA DA EUROPA - SICÍLIA, ITÁLIA



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Esta casa de férias adequada para famílias fica situada numa localização estelar na costa sul da Sicília, a poucos passos de uma das praias Pozzallo. O bom tempo é predominante em quase todo o ano. O jardim é pontilhado com as palmeiras e figueiras, há uma cozinha ao ar livre totalmente abastecida e os proprietários estão à disposição para apontar as melhores gelatarias e padarias.