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terça-feira, 7 de maio de 2019

Alguns dos melhores trilhos do mundo para caminhar

Prepare as botas de caminhada e os casacos impermeáveis! Abaixo pode ler quais são alguns dos melhores trilhos do mundo, que incluem desde uma caminhada feita por um poeta japonês, até uma visita à população de gorilas no Uganda. Podem ser rotas desafiadoras, mas a experiência por elas oferecida compensa todo o esforço investido.


Photo by Annie Spratt on Unsplash
Pennine Way, Reino Unido
Com mais de 400 km desde o Peak District até à fronteira escocesa, a Pennine Way é o trajecto mais célebre do Reino Unido.
A caminhada leva 3 semanas, passando por pântanos selvagens a Este de Manchester antes de cruzar a antiga fronteira da Muralha de Adriano, continuando depois até à Escócia.
Se é um fanático do ar livre, entusiasta de campismo ou se consegue lidar com as inexplicáveis mudanças do clima britânico, este trilho é para si.

Photo by Jorge Flota on Unsplash

Camino de Santiago de Compostela, Espanha
Em vez de seguir um caminho apenas, o Camino de Santiago permite, na verdade, seguir uma série de diferentes rotas de peregrinação. Todas elas têm como destino o santuário do Apóstolo Santiago, na catedral de Santiago de Compostela. A rota mais conhecida segue a linha do Norte de Espanha e dos Pirenéus Franceses.
Caso não queira ficar em hotéis e quiser ter uma aventura em grande, pode sempre optar por pernoitar em mosteiros.

Photo by AJ on Unsplash

O viajante Basho, Japão
O Japão possui inúmeros trilhos antigos, ligando cidades e templos únicos, e este não é excepção. Esta jornada, de seis dias, começa em Sendai e percorre a região Tohoku, passando por Hiraizumi – património da UNESCO – e pelo caminho de Dewa Kaido, com as suas florestas de faias e cerejeiras. Mas sabe o que é o mais interessante desta rota?  Segue o caminho feito pelo poeta Matsuo Basho, há mais de 300 anos!

Photo by Diego Jimenez on Unsplash

Secção de Jinshanling da Grande Muralha, China
Passear pela Grande Muralha da China no ponto turístico de Badaling pode ser uma experiência stressante porque, para além de cansativa, está repleta de multidões e vendedores ambulantes. A solução é substituí-la por Jinshanling, que oferece a oportunidade perfeita para explorar uma secção íngreme e bem conservada deste verdadeiro ícone chinês. Apesar de extenuante, a vista é verdadeiramente surpreendente e acredite que faz o cansaço valer a pena.

Photo by Francesco Gallarotti on Unsplash

Percorsi Occitani, Maira Valley, Italia
Através dos seus caminhos anciãos, o Percorsi Occitiani é uma viagem atrás no tempo. Muitos moradores ainda falam a língua occitana, e o facto do Maira Valley ser tão remoto faz com que seja um dos lugares mais genuínos do norte de Itália.
Ligando aldeias e vilas, esta rota de nove dias inclui escaladas em zonas muito desafiantes. Se percorrer este trilho, vai encontrar nos vales verdejantes e nas montanhas um refúgio que compensa visitar.

Photo by Sebastian Unrau on Unsplash

Bwindi Impenetrable Forest, Uganda
Se procura um passeio pela vida selvagem, uma viagem à Bwidi Impenetrable Forest, no Uganda, é uma das melhores opções. Dá-lhe a oportunidade de ver de perto a população local de gorilas da região. Geralmente, aconselha-se a viagem a grupos até 8 pessoas.

Photo by Laura Filipe

Monteverde Cloud Forest Reserve, Costa Rica
O melhor sítio para explorar a biodiversidade da Costa Rica é na Cloud Forest Reserve, em Monteverde. A reserva tem uma série de caminhos bem marcados, ideal para os aventureiros que gostem de um passeio fácil. Ao longo deste trilho tem a oportunidade de ver, de perto, a vida das aves e a flora da área, sem ter que fazer as malas para uma caminhada de vários dias! Orquídeas, samambaias e musgo abundam e, com um pouco de sorte, pode ver um quetzal colorido a voar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Pura Vida! A Laura foi à Costa Rica e voltou rendida - Parte 3

A Laura Filipe, uma das colaboradoras da TravelTailors, foi à Costa Rica no passado Novembro. Andou por Tortuguero e Arenal, e depois foi visitar as praias do Pacífico. Estamos quase a terminar esta viagem, mas não sem antes espreitarmos Monteverde e as águas turquesa de Manuel Antonio!
Em nome próprio, a Laura conta o que andou a fazer neste país onde se respira biodiversidade.


De Tamarindo rumo a Monteverde

No dia 4, levantámo-nos cedo e começámos a jornada em direcção a Monteverde que... não correu exactamente como esperávamos.

A ideia era fazer um caminho diferente do que tínhamos feito na ida e seguir por Santa Cruz, Nicoya, passar a ponte no Golfo de Nicoya e seguir para Monteverde. Acontece que o GPS do nosso carro achou por bem mandar-nos de volta pelo mesmo caminho (mesmo a outra opção sendo mais rápida) e, infelizmente, só nos apercebemos já quase a meio do trajecto. Fiquei furiosa. E como se não bastasse, quando chegámos a Cañas o GPS decidiu que devíamos virar numa estrada que não existia e não recalculava por nada. Resultado: ligámos o good old google maps e fizemos mais 1 hora de estrada para aprendermos.

Mas acabou por valer a pena. O trajecto que fizemos para Monteverde é todo em estrada de montanha, estreita e sinuosa (muitas partes em terra batida) e com vistas magníficas, incluindo do Golfo de Nicoya. E se alguém tem dúvidas sobre a origem do nome Monteverde, ficam inequivocamente esclarecidas: são montes verdes a perder de vista. E nós a parar a cada canto para fotografar.

Photo by Laura Filipe

Chegámos estafados, mas contentes. O nosso hotel era simpático, estilo boutique, com uma piscina e um jacuzzi. O quarto não tinha ar condicionado e, por isso, existiam alguns bichitos a fazer-nos companhia, mas nada de grave. Tem também a vantagem de estar perto da vila de Santa Elena (5 min a pé), onde existem vários restaurantes, supermercado e lojas. Almoçámos no Tree House, com óptima comida e totalmente construído em torno de uma árvore gigantesca!

Ao fim do dia fomos experimentar o jacuzzi para estarmos bem relaxados para a aventura do dia segyuinte.

E que aventura!

O pick-up foi pelas 8h em direcção ao Selvatura Park, a cerca de 20/25 minutos do nosso hotel. À chegada espera-se um pouco na fila para obter os bilhetes. Decidimos fazer o zip lining primeiro e fomos encaminhados para o local de equipamento. Já equipados a rigor, fomos levados até ao início do percurso. São 18 plataformas e 13 tirolesas. Depois de ouvirmos todas as instruções e recomendações, fizemos a primeira descida. Não é tão difícil como se espera, mas também não é tão fácil como parece. Os nervos apertam nas primeiras 4 tirolesas. Depois é que se começa a desfrutar a sério e a velocidade das tirolesas e a adrenalina aumentam proporcionalmente. A maioria é feita individualmente, mas existem duas que se fazem em casal por causa do peso. A última, com 1 km, pode ser feita em superman, ie., pendurado de barriga para baixo. Não nos aventurámos a tanto, mas experimentámos o tarzan swing. Numa palavra: espectacular!


Photo by Selvatura Park

E eu que desconhecia o meu lado aventureiro quase nem me lembrei que sofro de vertigens.

Claro que não resistimos e comprámos as nossas fotografias do zip lining para ficarmos com o registo das nossas caras de pânico iniciais. 20 USD no total e só tivemos de aceder a um site do parque e fazer download.

Depois, para abrandar o ritmo, fizemos as treetop walkways. Que vistas magníficas! Acho a rain forest mais luxuriante e bonita que a cloud forest, mas esta última tem muito encanto com o seu nevoeiro sempre presente.


Photo by Laura Filipe

Regressados à cidade, almoçámos no Tico y Rico (óptima comida local e internacional!) e tivemos ainda tempo de descansar um pouco antes da aventura nocturna. O pick-up foi às 17h40 para a caminhada nocturna que se revelou mais um belo investimento. Vimos um papa-formigas, uma preguiça com bebé, além de uma cobra venenosa e um pequeno morcego a alimentar-se pendurado numa árvore. Esta experiência não foi tão imersiva como a que tivemos em Tortuguero, mas permitiu-nos ver mais vida selvagem.


Photo by Laura Filipe


Fim da aventura em Manuel Antonio

No dia 5 levantámo-nos cedo e deixámos Monteverde em direcção a Manuel Antonio. (Mais tarde descobrimos que deixámos também os fatos de banho para trás, mas tínhamos suplentes. E, entretanto, o hotel fez a gentileza de os enviar para Portugal. Ufa!)

O caminho é fácil, mas demorado. As estradas só têm uma faixa na maioria do tempo e existem muitos camiões a circular, o que dificulta a marcha. Além de que é necessário ter atenção às ultrapassagens: os Ticos têm o hábito de ultrapassar vários carros de uma vez e chegam a ser mais de 3 carros a ultrapassar todos enfileirados.

Mas lá chegámos a Manuel Antonio e ao nosso hotel. No check-in descobrimos que nos fizeram upgrade para uma suite - para terminar esta grande aventura em beleza! O hotel é relativamente pequeno, mas os quartos são óptimos. Existem 3 piscinas (uma exclusiva das suites) e a cozinha é extraordinária, já para não mencionar o serviço. Uma aposta acertada!

Apesar de estarmos cansados, decidimos espreitar a Playa Biesanz, a 300 metros do hotel. Uma delícia! Pequena, rodeada por vegetação e quase sem ondulação. A areia é fina e a água de um tom turquesa muito convidativo.


Photo by Laura Filipe

No caminho de regresso ao hotel tivemos uma enorme surpresa: entre 10 a 15 macacos Titis apareceram a caminhar em fila indiana pelos cabos da electricidade! E nós que ainda não tínhamos visto macacos tão de perto (e esta espécie é particularmente adorável), ficámos encantados para não dizer histéricos.

Esta viagem surpreendeu sempre até ao fim.

No dia seguinte tivemos o pick-up cedo para uma caminhada no Parque Nacional de Manuel Antonio. Pode não ser o parque mais importante nem o maior da Costa Rica, mas é certamente um dos mais bonitos!
Durante a caminhada tivemos oportunidade de ver mais macacos, preguiças, iguanas, morcegos... Mas o ponto alto foi a praia. Depois de quase 2 horas a caminhar com calor e humidade, chegámos à praia de Manuel Antonio. Mais água turquesa e areia branca e quase sem corrente. Claro, não resistimos e fomos dar uns mergulhos. É o local perfeito para passar uma óptima tarde. Só é necessário ter atenção aos macacos Cappuccinos que passeiam pela praia e, quando podem, gostam de levar souvenirs dos visitantes do Parque.


Photo by Laura Filipe

No último dia, arrancámos para o aeroporto com bastante tempo de antecedência com receio de atrasos por causa do trânsito e dos camiões. Correu tudo bem e chegámos um pouco adiantados, mas antes assim.

Estou certa que farei outras viagens na América, mas esta foi a viagem de uma vida pela qual terei sempre um carinho muito especial. E voltarei, porque há ainda muito por descobrir e explorar!

Pura Vida!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Pura Vida! A Laura foi à Costa Rica e voltou rendida - Parte 2

A Laura Filipe, uma das colaboradoras da TravelTailors, foi à Costa Rica no passado Novembro. Já começámos antes a contar a história desta viagem. Hoje seguimos para a área do vulcão Arenal e para as praias de Guanacaste!
Em nome próprio, a Laura conta o que andou a fazer neste país onde se respira biodiversidade.


Levantámo-nos cedinho no dia 30 e fomos fazer uma caminhada guiada pelo Parque Nacional do Arenal. O tempo estava tão nublado e chuvoso que até julguei que o vulcão tinha desaparecido durante a noite e que não iria conseguir uma única fotografia... mas estava enganada!

A caminhada foi muito fácil e informativa e terminou numa espécie de miradouro para o vulcão e para o Lago Arenal. E a sorte estava do nosso lado: via-se mais de metade do vulcão e o sol começava a despontar por entre as nuvens. Pensava eu que seria a melhor vista que teria do vulcão.


 Photo by Laura Filipe

Pedimos ao motorista para nos deixar em La Fortuna, em vez de regressarmos ao hotel. Aproveitámos para ver a cidade, comprar uns "regalos" e almoçar numa soda chamada La Hormiga. Experimentámos o prato típico (casado) e ficámos convencidos - um bom almoço a muito bom preço. Uma excelente recomendação do nosso guia.

Da parte da tarde fomos espreitar as fontes termais do Tabacón. Não só é lindo ver a água quente (que vem do vulcão) a correr montanha abaixo, como o ambiente é muito relaxante. A opção ideal para quem quiser usufruir de águas termais em piscinas naturais.

De regresso ao hotel, tivemos tempo para descansar um pouco antes de voltarmos à cidade para jantar. Mais uma óptima refeição no Don Rufino, com um serviço muito atencioso.


Do Arenal a Tamarindo

No dia seguinte, recebemos o carro de aluguer no hotel pelas 9h e fizemo-nos à estrada em direcção a Guanacaste, mais concretamente a Tamarindo. Pelo caminho, como que um presente de despedida, o vulcão apareceu-nos completamente descoberto e proporcionou umas das melhores fotografias que tirei.


 Photo by Laura Filipe

O caminho para Tamarindo é fácil, ainda que um pouco longo (levámos cerca de 4 horas, sempre com a inestimável ajuda do GPS) e com poucos desvios. Uma opção para quem não queira fazer tudo seguido é parar em Cañas ou Liberia para comer qualquer coisa e descansar.

Nós decidimos ir directos ao nosso hotel, com algumas paragens para fotografias pelo caminho - este país parece todo saído de um postal! O hotel é de estilo resort, grande, com uma enorme piscina, mesmo em cima da Playa Mansita. A praia não é muito interessante, ainda que bonita, e na maré baixa é bastante rochosa. Mas proporcionou-nos a oportunidade de observar aves pesqueiras a mergulhar no oceano em busca de alimento e um magnífico pôr-do-sol em tons de laranja e rosa.


 Photo by Laura Filipe

No dia 2, tomámos o pequeno-almoço cedo e fomos preguiçar um par de horas para a piscina (ou não fosse este o país das preguiças...). Pelas 11h30/12h, decidimos que era boa altura para ir espreitar algumas praias ali próximas.

Começámos por Playa Tamarindo. É uma praia grande, com muito movimento (muitos restaurantes e bares) e essencialmente dedicada a surfistas. Existem sinais a avisar sobre as correntes fortes e a recomendar cautela - não é uma praia vigiada. A areia não é totalmente preta, mas é escura e os pés ficam "encardidos".

Seguiu-se Playa Grande. Do mesmo estilo de Playa Tamarindo, mas mais tranquila e mais remota, quase deserta. Faz-se uma boa parte do caminho em terra batida, mas compensa. O areal estava repleto de búzios e vimos um caranguejo eremita enorme!

Continuámos caminho para Playa Flamingo, já mais frequentada, mas mais calma que Tamarindo. É bonita, tem poucas pessoas e não me pareceu tão agreste para nadar, mas tem muitos barcos muito próximos da praia, o que me deixa dúvidas sobre se a água não sofre alguma poluição.
Parámos para almoçar por aqui, já tarde, numa soda em frente à praia.

De regresso ao hotel passámos por Playa Avellanas que, para mim, é uma das mais bonitas que vimos. Ajudou termos visitado já ao pôr-do-sol e as cores fazerem reflexos lindíssimos na areia molhada. Creio que seja a única praia vigiada das que visitámos, mas fiquei com a ideia de que o nadador-salvador pertencia ao beach club.


 Photo by Laura Filipe

Ainda existem outras opções como Playas del Coco e Playa Samara, mas não tivemos tempo de espreitar.

No dia seguinte, levantámos âncora em direcção a Monteverde onde teríamos (mais) uma aventura inesquecível.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Pura Vida! A Laura foi à Costa Rica e voltou rendida - Parte 1

A Laura Filipe, uma das colaboradoras da TravelTailors, foi à Costa Rica no passado Novembro. E porque viajar faz mesmo parte do ADN, não só das fundadoras, mas também dos colaboradores, queremos partilhar mais esta história de viagem pessoal. Em nome próprio, a Laura conta o que andou a fazer neste país onde se respira biodiversidade.


Tortuguero é Pura Vida

A aventura começou cedo em direcção a Tortuguero. Depois de termos dormido a primeira noite em San José, o dia seguinte começou pelas 6h30 com um transfer em direcção a Guapiles, onde parámos para almoçar.

No caminho até Guapiles, encontrámos esta cara simpática que, confesso, nos fez ganhar a viagem!


Photo by Laura Filipe

De Guapiles, seguimos para La Pavona onde embarcámos no barco que nos levaria ao nosso hotel.

Tortuguero é diferente de tudo o que já vi. É um Parque Nacional onde se circula apenas de barco pelos canais. Este primeiro dia foi indescritível. Vimos iguanas, caimões e um crocodilo bebé.

A vila de Tortuguero é um charme e o povo é incrivelmente bem-disposto e amável.
O nosso hotel é quase um eco resort, com um ambiente fantástico e um menu à carta muito bom. Como têm poucos hóspedes de cada vez, os funcionários conhecem-nos pelo nome e é quase como se fôssemos uma família.

Choveu ao fim do dia e durante a noite, mas o calor é tanto que a chuva torna-se refrescante. E sempre disfarça o chamado dos macacos uivadores que se ouve durante todo o dia (e de madrugada!).

O dia seguinte foi passado em visita pelos canais do Parque Nacional. A quantidade de fauna que se vê nestes canais é incrível. Caimões, reptéis, várias espécies de aves e lagartos, macacos, tartarugas... Eu estava deliciada, de camera em riste, a tentar captar todo o ambiente.


Photo by Laura Filipe

Terminámos o dia com uma visita guiada nocturna na rain forest atrás do hotel. Apesar de não ser privada, calhou não haver mais participantes, pelo que fomos só nós, o guia e 3 lanternas. É uma experiência única que aconselho vivamente!

Vimos várias espécies de aranhas (e uma tarântula!) - e eu que tenho medo, aguentei-me como uma valente - sapos, inclusive aquele verdinho que é o símbolo da Costa Rica. O nosso guia conseguia identificar alguns animais pelo seu chamado. Impressionante!

Mais para o fim da visita, o guia sugeriu desligarmos as lanternas por 2 minutos e ficarmos simplesmente parados a escutar. Nunca me senti tão impotente e, ao mesmo tempo, maravilhada em toda a minha vida. A floresta é escura como breu sem as lanternas e não saberíamos sair dali sozinhos, mas, ao mesmo tempo, transmite uma enorme sensação de paz e wonder. Foi inesquecível.


Adeus Tortuguero, olá Arenal

Infelizmente, como tudo o que é bom tem um fim, abandonámos Tortuguero no dia seguinte em direcção a La Fortuna, na área do vulcão Arenal.

Fizemos o caminho inverso, de regresso a Guapiles onde nos encontrámos com o David, que ia ser o nosso motorista para estes dias.

Chegados a La Fortuna, parámos para comprar pomada na farmácia (os mosquitos deliraram com o meu sangue mediterrânico, ainda que repleto de repelente) e um cartão sim local. 10 euros dão para 7 dias, 3GB e whatsapp grátis, e quando acabar é só recarregar em qualquer loja.

La Fortuna tem muitas opções de restaurantes e lojinhas, pelo que é importante ter carro (ou motorista) nesta zona para não se ficar confinado aos hotéis que são mais afastados da cidade.

Acabámos o dia, literalmente, de molho nas hot spring pools do nosso hotel (água a 39ºC? Sim, por favor!) e a maravilhar-nos com as vistas para o vulcão, para onde nos iríamos aventurar no dia seguinte.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Receita típica da Costa Rica: GALLO PINTO


Ingredientes:
1 tigela de arroz cozido (solto) só com sal (de preferência do dia anterior)
1 tigela de feijão preto cozido (a quantidade da água do feijão não deverá ser mais de 2 terços do volume do feijão)
1 malagueta vermelha picada 
1 cebola pequena picada finamente
1 mão cheia de coentros picados finamente
4 dentes de alho picados
4 colheres de sopa de «Salsa Lizano» ou Molho Inglês 
1 pitada de pimenta preta
1 cubo de caldo de galinha
Óleo para refogar (ou azeite, mas o óleo não altera o sabor)

Preparação:
Refogar a cebola, a malagueta, os alhos e os coentros no óleo. Quando estes estiverem refogados, juntar os feijões, a «Salsa Lizano», a pimenta preta e o cubo de caldo de galinha esfarelado.
Junta-se o arroz e deixa-se cozinhar um pouco para os sabores se misturarem. Apagar o lume, deixar repousar uns 5 minutos e misturar tudo muito bem antes de servir.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Guatemala, Honduras, Nicarágua e Costa Rica em aventura


Prepare-se para viver uma aventura inesquecível. Faça compras na antiga colónia de Antígua, explore as ruínas de Copan, mergulhe nas águas azuis e cristalinas das ilhas de Roatan nas Honduras e faça um passeio nocturno pelo vulcão activo de La Fortuna.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Costa Rica em liberdade


Costa Rica fly and drive TravelTailors
COSTA RICA EM LIBERDADE
Descubra este espectacular país ao seu próprio ritmo,
passando por maravilhas como o Parque Nacional Tortuguero, o belo Puerto Viejo , o imponente Vulcão Arenal , a praia paradisíaca de Manuel Antonio, a Reserva Biológica Bosque Nuboso Monterverde e ainda San Jose. O Parque Nacional Tortuguero é um dos mais importantes locais de criação da tartaruga verde, mas aqui pode-se ver muito mais que tartarugas: preguiças e macacos-uivadores no topo das árvores, iguanas junto às raízes e muitos outros animais neste local rico em vida selvagem e variedade de habitats. O vulcão Arenal é dos mais activos da Costa Rica, oferecendo um espectáculo de luzes e pequenas explosões quase todas as noites. A viagem nclui uma visita à plantação de café Doka Estate, que produz um dos cafés de maior qualidade de toda a Costa Rica.
Um programa fly and drive.

Mar, montanha e selva



É justo querer tudo de uma viagem.
Ar puro, picos desafiantes, caminhos inexplorados...e também a gentileza de águas cálidas de tantos mares nunca antes navegados pelo nosso deleite. Entre montanha e mar, vai-se à selva e não se escolhe: fica-se preso à dolência tropical, à fecundidade de fauna e flora, aos gritos roucos dos pássaros e dos elefantes. Nesta newsletter escolhemos três percursos que combinam de forma harmoniosa estas três dádivas: a Costa Rica, um milagre da biodiversidade; o triângulo da felicidade Nepal-Butão-Goa e o dueto misterioso da Tailândia e do Laos.
Para voltar às origens, nada como a alegria reinventada das Festas de Viana do Castelo que, em Agosto, fazem luzir o dia e a noite da cidade e de toda a região. Aproveite para rir, comer bem e sentir orgulho no ouro das vestes e dos corações das nossas gentes.

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COSTA RICA EM LIBERDADE
Descubra este espectacular país ao seu próprio ritmo,
passando por maravilhas como o Parque Nacional Tortuguero, o belo Puerto Viejo , o imponente Vulcão Arenal , a praia paradisíaca de Manuel Antonio, a Reserva Biológica Bosque Nuboso Monterverde e ainda San Jose. O Parque Nacional Tortuguero é um dos mais importantes locais de criação da tartaruga verde, mas aqui pode-se ver muito mais que tartarugas: preguiças e macacos-uivadores no topo das árvores, iguanas junto às raízes e muitos outros animais neste local rico em vida selvagem e variedade de habitats. O vulcão Arenal é dos mais activos da Costa Rica, oferecendo um espectáculo de luzes e pequenas explosões quase todas as noites. A viagem nclui uma visita à plantação de café Doka Estate, que produz um dos cafés de maior qualidade de toda a Costa Rica.

Butão Nepal e Goa TravelTailors
BUTÃO, NEPAL E GOA
As montanhas e a selva do Nepal, os mosteiros do Butão e as
praias de Goa: deixe-se imergir na vivência espiritual e
cultural destas regiões.
O itinerário inclui Bhaktapur, a "cidade dos devotos", o lar da arte medieval e arquitectura e uma mostra clássica da vida citadina do Nepal medieval. Em Thimpu, visite Tashichoedzong, a "fortaleza da gloriosa religião"em estilo tradicional, sem tábuas ou pregos. Em Chitwan, faça um emocionante safari em cima de elefantes pela selva para observar a vida selvagem Nepali: o grande rinoceronte indiano, o urso-beiçudo, javalis, diversas espécies de veados, o macaco rhesus, gauros e, se tiver sorte, o leopardo Himalaico ou o tigre-de-bengala. O ex-enclave Português de Goa, uma das jóias da Índia, tem sido popular para os turistas durante muitos anos pelas suas magníficas palmeiras e praias. No entanto tem muito mais para oferecer do que sol, areia e mar. Goa tem um carácter bastante diferente do resto da Índia, e as pessoas são divertidas e descontraídas, tendo mantido alguma da alegria dos Portugueses.
Tailândia e Laos TravelTailors
TAILÂNDIA E LAOS
Viaje pelo Sudeste Asiático, passando pelos férteis arrozais e movimentadas cidades da Tailândia e acabando no Laos, com as suas tradições de épocas remotas ainda intactas. Viaje num barco tradicional tailandês ao longo do movimentado Rio Chao Phraia e pelos calmos klongs (canais). Deixe-se viajar pelo tempo até um modo de vida mais tradicional,até ao "Templo da Manhã" e o Museu da Barcaça Real. Em Luang Prabang, suba os 328 degraus que levam até ao topo do Monte Phousi, onde será recompensado com maravilhosas vistas dos rios Mekong e Nam Khan, as cordilheiras vizinhas e os edifícios circundantes. As vistas do pôr-do-sol são particularmente espectaculares, com o sol a lançar gloriosas cores sobre o pacífico cenário por baixo. Desça os degraus no lado oposto da colina e passeie até ao próximo e colorido Mercado Nocturno.

***
Festas de Viana do Castelo TravelTailors
FESTAS DE VIANA DO CASTELO
A TravelTailors propõe-lhe uma experiência cultural única: participar numa grande festa popular portuguesa. As festas em honra de Nossa Senhora da Agonia são das mais concorridas e animadas de todo o Minho. Decorrem na terceira semana de Agosto e incluem diversos desfiles com cabeçudos, gigantones, zés-pereiras, carros alegóricos e uma diversificada escolha de trajes regionais e jóias em ouro.
O culto da Nossa Senhora da Agonia remonta ao século XVIII, a primeira referência escrita a este evento data de 1744. Tem como traço essencial a devoção das gentes do mar, que retribuem as graças recebidas aquando de tempestades ou naufrágios. Daí que o andor principal fosse tradicionalmente transportado pelos pescadores e que só a partir de 1968 se tivesse passado a realizar uma procissão fluvial, com a imagem da santa, pelo rio Lima. Além de todos estes acontecimentos, o fogo-de-artifício, lançado junto ao rio Lima, é um espectáculo único. Durante todo o dia haverá enumeras actividades e desfiles para deliciar a vista de qualquer um. O Cortejo Histórico e Etnográfico realiza-se na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, e os desfiles de trajes e mordomia passam pelas várias ruas da cidade. As mesmas identificam-se pelas cobertas e toalhas trabalhadas que são penduradas nas varandas dos habitantes.
Descubra o melhor da festa pelos seus passos.