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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Dos livros ao mapa uma rota literária


Há sítios que nos inspiram. Quer seja uma serra coberta de belas árvores frondosas, um rio calmo e turquesa ou uma cidade a fervilhar de actividade intelectual, todos temos algum lugar no qual as nossas ideias parecem surgir melhores e maiores.  Como a nós, também aos melhores escritores ao longo dos tempos isto tem sucedido. Assim, pegue no seu marcador e encontre uma cadeira confortável, vamos dar um passeio por
algumas das paisagens mais inspiradoras do Mundo.
E sabe o que já dava um grande livro? A história da TravelTailors e as mais de 2.000 viagens que preparou! 


No Século XIX, a cidade de Boston, no nordeste dos Estados Unidos, fervilhava com a criação de diversos movimentos influentes como o Romantismo Americano, o Realismo Americano e o Transcendentalismo. Com escritores como Henry David Thoreau, Margaret Fuller e James Russell Lowell, não é de admirar que a "Old Corner Bookstore" - onde estes se reuniam - seja considerada o berço da literatura americana. Foi aqui também que abriu a primeira biblioteca gratuita dos EUA, ajudando a cimentar este lugar como a capital intelectual deste país - ou, como alguns lhe chamam, a Atenas da América.



PARIS, FRANÇA 
Ao longo dos séculos, poucas cidades se podem gabar de ter hospedado tantos e tamanhos escritores - Molière, La Fontaine, Voltaire, Rousseau, Balzac, Dumas e Camus, para citar alguns, - como a bela Paris. Muitos deles chegaram inclusivamente a contactar entre si nos carismáticos cafés e bares da cidade. Nenhumamante de literatura consegue ficar indiferente às belas esplanadas onde, há quase dois séculos, "Os Três Mosqueteiros" estava a ser escrito. Sendo uma cidade conhecida pelas mais diversas artes, com o Louvre como ponto de referência, Paris é uma capital mundial também na literatura.



CANÁRIAS, ESPANHA 
Depois de enfrentar duras críticas após o lançamento do seu livro "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", José Saramago, o primeiro escritor de língua portuguesa a receber o prémio Nobel da Literatura, decidiu radicar-se na ilha de Lanzarote, a mais oriental de todas as ilhas do arquipélago das Canárias. Esta ilha vulcânica, de fabulosas paisagens, veio a inspirar os escritos de um dos mais conceituados autores portugueses do Século XX até à data da sua morte. Na ilha, a mescla de areais e de formações geológicas formam um cenário admirável para a construção de histórias e contos.



Considerada Cidade da Literatura pela UNESCO em 2008, Melbourne é o coração do panorama literário australiano. Com a sua multitude de livrarias, bibliotecas e editoras, Melbourne apresenta-se como uma cidade de leitores para leitores, como comprova a realização anual do Melbourne Writers Festival, um evento que promove e divulga o trabalho dos escritores. Situada na zona Sul da Austrália, Melbourne é um autêntico pot-pourri das mais diversas artes, da música à pintura, mas é a literatura que a torna conceituada por todo o Mundo, além de a transformar num destino apetecível para todos os leitores incorrigíveis.



SÃO LEONARDO DA GALAFURA, PORTUGAL 
Um dos mais belos miradouros do país, o Miradouro de São Leonardo da Galafura situa-se numa elevação, com vista privilegiada para onde o rio Douro faz um cotovelo. Oferecendo uma vista esplendorosa sobre as extensas vinhas, as serras cortadas por vales e, claro, o rio - tão pacífico visto daqui -, este miradouro foi descrito por Miguel Torga como sendo "Um poema geológico. A beleza absoluta." Sentado nas rochas que permitem saborear o Sol, a brisa e a paisagem, é fácil concordar. Se a poesia de Miguel Torga inclui alguns dos mais belos versos escritos em português, então a Galafura será certamente parcialmente responsável.



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Noirmoutier, o que é que esta ilha tem?

Tem uma aura especial, praias semi-adormecidas, produtos de excepção e Alexandre Couillon, um chef de terroir talentoso e persistente que conta com duas estrelas Michelin. Ah!, e também tem, agora, um episódio Chef’s Table que documenta a relação entre ambos.


Quando David Gelb se senta ao nosso lado na mesa do restaurante La Marine, em Noirmoutier, não consegue evitar o contentamento: “Uau, finalmente estou aqui!” Gelb é o autor da aclamada série documental Chef’s Table, cuja terceira temporada, inteiramente dedicada a cozinheiros franceses, acaba de estrear na Netflix. O nova-iorquino, de 33 anos, não realizou o episódio dedicado ao chef local Alexandre Couillon, mas acabara de o editar e estava desejoso de observar in loco tudo o que vira no ecrã.

Noirmoutier é uma ilha pacata meio parada no tempo. Situada na região do País do Loire, na costa atlântica francesa, a sua paisagem natural e o aspecto cuidado e discreto do casario dão-lhe uma aura especial. Talvez porque o local se afaste da ideia comum que temos de uma estância balnear. Por aqui não há grandes hotéis, nem o turismo de massas associado. E ainda que a população (com pouco mais de oito mil habitantes) aumente exponencialmente em Agosto, o local mantém uma certa pacatez e um ambiente familiar.

A ilha é plana e pequena (45km2) e a paisagem uma recompensa que convida a pedalar. Por isso não é estranho que se dê maior uso à bicicleta em detrimento do carro e, não raras vezes, com a família atrelada. Aliás, este é o meio de transporte ideal para vaguear por vilarejos, atravessar campos e os seus canais, as salinas, o Bois de la Chaize, o pontão da Reserva Natural de Mullembourg ou uma das graciosas praias de areia fina e mar sereno azul. Em termos geográficos, estamos quase na costa oposta ao Mediterrâneo, embora a temperatura (incluindo a da água), a cor do mar e as casas de paredes brancas e telhados de tijolo, aproximem os dois territórios. Ou, pelo menos, mais do que poderíamos imaginar.

Da terra e do mar


Sabendo o propósito da viagem, o jovem motorista que nos conduz do aeroporto de Nantes ao nosso destino surpreende-nos com um conselho. “Não deixem de provar as batatas de Noirmoutier.”

Já no quarto do hotel, ao procurar restaurante para jantar num guia gastronómico local, lá encontro a menção especial à “mais marítima das batatas”, entre uma dúzia de especialidades e produtos de referência regionais. Ao que parece, os solos arenosos adubados com as algas recolhidas na maré baixa conferem ao tubérculo uma característica peculiar: o sabor ligeiramente salino. Entre as variedades cultivadas na ilha, destaca-se a la bonnote, tão valiosa e apreciada que o guia alerta para que se verifique a existência do logótipo da cooperativa agrícola local na embalagem, não vá estar-se a comprar uma imitação. É que a “Rolls Royce” da terra de Noirmoutier é recolhida apenas durante uma dezena de dias, em Maio, e o seu período de conservação é curto.

A noroeste da ilha, em L’Herbaudière, encontramos o principal porto de pesca local. Em tempos foi um grande centro da indústria conserveira de sardinha. Todavia, a escassez deste peixe encerrou o negócio e, hoje, os 60 barcos de pesca existentes dedicam-se, sobretudo, à apanha de variedades nobres, como o robalo, a dourada ou o linguado, e ainda a lagosta ou o lavagante.

Um pouco por todo o lado vêm-se placas toscas a anunciar a venda de ostras. Os registos revelam a sua introdução na área no inicio do século XIX, mas a actividade começou a desenvolver-se sobretudo após a Segunda Guerra Mundial. De sabor elegante e levemente iodado, as ostras de Noirmoutier apresentam uma tonalidade azulada, devido à micro-alga blue navicula que se desenvolve na zona. Estas ostras são “semeadas” no seu habitat natural, em redor da ilha, onde permanecem durante três anos. Depois desse período retiram-se para valas e passam à fase de maturação, sendo afinadas de acordo com as características pretendidas por cada produtor. Todos os anos saem de Noirmoutier cerca de mil toneladas do molusco. Contudo, este é ainda um trabalho com uma forte componente artesanal, tal como acontece com a actividade levada a cabo nas salinas de onde se extrai a delicada e clara flor de sal, rival da famosa vizinha de Guérande.

Comida simples

A consulta do guia de restaurantes locais leva-me para o centro histórico de Noirmoutier-en-L’Île, a principal localidade. É quinta-feira e, apesar de estarmos em época alta (Julho), são vários os restaurantes fechados. É o caso do Le Cass’poï, junto ao castelo, que oferece uma cozinha de mercado despretensiosa com produtos de temporada.

Procuro um lugar simples, dado querer guardar-me para a cozinha de Alexandre Couillon, do La Marine, no dia seguinte. A uma centena de metros dali, um pequeno bistrot, o Le Petit Blanc, dá sinais de vida. Ainda é cedo. A França joga nessa noite contra a Alemanha a possibilidade de disputar a final do europeu contra Portugal e, talvez por isso, consigo um dos poucos lugares disponíveis. O lugar serve comida lionnaise e é sem dúvida um bistrot: espaço apertado e aconchegante; ele na cozinha e ela na sala; menu fixo, escrito na ardósia, com seis ou sete propostas (para pedir duas ou três) e vinho da casa. Escolho a terrina de fígado de porco com pistácios e molho bearnaise, de entrada; um filete de dourada com gratinado de beringela como prato principal e o gâteau lyonnais et son coulis d’abricots de sobremesa. Bolo esponjoso com calda de açúcar e amêndoa, pera e molho de alperces, combinam? Sim, bastante. Tal como a experiência no geral. No fundo, era o que pretendia nessa noite: comida simples, bem elaborada e com sabor, vinho a jarro potável e serviço diligente. Tudo por menos de 30 euros.

Deixo o restaurante e pedalo até casa, ainda com tempo de sobra para parar num café. Acompanho um pouco do jogo, mas o local está lotado e faço-me ao caminho antes de terminar. A meio do percurso, soam foguetes de alegria. A França está na final. Que pena não ficar para ver esse jogo...

Couillon e a ilha no prato

As actividades ligadas à terra e ao mar, bem como o turismo, têm ajudado a reter uma boa parte da população de Noirmoutier durante todo o ano. É o caso dos Couillon.

O pai fora marinheiro e pescador e a mãe costureira. Quando Alexandre tinha seis anos, a família comprou um café a que chamaram La Marine. Abriam apenas no Verão e serviam pratos para turistas: peixe, marisco e tarte de maçã. Eram pratos bem simples, reveladores de que a mudança de vida dos progenitores tinha sido mais uma oportunidade surgida do que propriamente uma vocação.

Alexandre Couillon viveu na ilha toda a sua infância e boa parte da adolescência de uma forma muito livre, “como um Tom Sawyer”. Estudar não era a sua praia, o que o levou cedo, com 17 anos, a procurar um emprego de forma a canalizar toda a sua energia. Acabou por bater à porta de um chef bretão que lhe ensinou o ofício e lhe deu disciplina. Foi esse o momento da viragem, o momento em que decidiu que era aquela a direcção que queria tomar.

Um dia, estava a trabalhar na cozinha de Michel Guerárd, em Eugénie-les-Baines (o Les Prés d’Eugénie, três estrelas Michelin), quando recebeu uma chamada. Era o pai. Queria dizer-lhe que estavam a pensar vender o La Marine, mas que se quisesse poderia ficar com o restaurante. A sua reacção imediata foi dizer que não, uma vez que pretendia continuar a evoluir ao lado de grandes chefs. Contudo, ficou a matutar sobre o assunto e, com a insolência própria de quem tinha pouco mais de vinte anos, começou a pensar que aquela talvez fosse uma boa ocasião para se afirmar e, quem sabe, colocar Noirmoutier no mapa gastronómico. Fez então um pacto com a sua mulher, Céline, natural da ilha como ele e namorada desde os tempos da escola. Ficariam durante sete anos. Se passado esse tempo não resultasse, pegava nas coisas e procuraria emprego noutro restaurante. Assim foi. Ligou ao pai e seguraram o restaurante. Porém, não tinham grande noção no que se tinham metido. O francês queria fazer uma cozinha de autor mas Noirmoutier não era um destino gourmand e, após o Verão, os turistas desapareciam. Como se não bastasse, Couillon sentia-se perdido, sem um rumo a seguir.

Apesar das dificuldades, o restaurante foi-se impondo, ainda que tenuemente. Continuavam a trabalhar que nem uns loucos, sobretudo fora da estação alta, quando o staff era reduzido ao mínimo. Tinham passado seis anos e estavam prestes a desistir. Porém, quando se aproximavam do período limite chegou a boa notícia: o guia Michelin acabara de lhes atribuir uma estrela.

O galardão permitir-lhes-ia respirar, mas Alexandre Couillon não estava contente com a sua cozinha e começou a questionar-se. Achava que o que estavam a fazer era muito clássico, queria repensar tudo e ter uma proposta mais contemporânea e criativa.

Uma das decisões que tomaram foi a de construir um novo espaço, sendo que o antigo mudaria de nome, passava a chamar-se La Table d’Elise e teria uma proposta mais tradicional e acessível. Todavia, continuava a faltar uma ideia central para a cozinha do novo La Marine. Surgiam pratos novos, mas alguns deles confusos, com muitos ingredientes. Couillon continuava insatisfeito. Havia que simplificar e encontrar um caminho. Até que um dia, um erro feliz mudou tudo. Pedira a um estagiário que fizesse um caldo de lula mas esquecera-se de lhe dizer que deveria retirar a tinta, o que acabou por dar origem a um caldo intenso e escuro. Ao olhar para o resultado, o chef francês teve uma espécie de epifania: começou a lembrar-se do derrame do petroleiro Erika, um caso dramático que anos antes acontecera na ilha, com graves consequências nos recursos marítimos da área.

Couillon pegou no caldo, reduziu-o até criar um molho denso e deitou-o sobre uma ostra. Chamou-lhe “ostra negra Erika”. A combinação agradou-lhe, quer em termos de sabores, quer visualmente. Estava encontrado o caminho: criar e confeccionar pratos mais simples, com ingredientes locais e que contem a história da ilha. Em 2013, o La Marine conquistou a segunda estrela Michelin e Noirmoutier entrou no mapa.

À mesa do La Marine

A ostra Erika teria de ser um prato obrigatório no almoço entre a imprensa e David Gelb. De facto, trata-se de uma proposta extraordinária. Na sua apresentação minimalista (negro sobre branco), na textura densa (molho) e delicada (ostra) e no sabor intenso, mas elegante. Tinha sido precedida de outro prato brilhante, “conchas e crustáceos a bordo”, um caldo perfeito com os melhores mariscos que se apanham nas águas da região. Como se não bastasse, ainda chegou à mesa um lavagante grelhado, com cenoura e capuchinha. Porém, Alexandre Couillon também possui grande afinidade com peixes ditos menos nobres da zona, como é o caso da cavala — que comemos fumada e servida numa espinha limpa e ainda (triturada) em “trufa” com café —, ou do badejo de textura delicada, que nos serviu com curgete, melão e leite de cabra.

Os produtos da terra são igualmente a sua grande paixão, ou não tivesse uma horta própria que fornece ao restaurante quase tudo o que precisa. Não é a época da la bonnote, mas a batata teria obviamente de estar presente no menu, fosse numa textura cremosa, num dos snacks iniciais, ou como acompanhamento de uma pintada. Outro vegetal que merece a preferência de Couillon é a beterraba. No almoço tivemos direito a ela como elemento principal de numa pequena tartelette e, também, como acompanhamento de uma lula de textura e sabor exemplares.

Os pratos do chef francês seguem a linha evolutiva de uma cozinha mais naturalista centrada no produto e não tanto na técnica. Quer dizer, a técnica e uma certa complexidade estão lá, mas não para serem exibidas na cara do cliente. A parte doceira segue o mesmo conceito de união com a ilha. Por exemplo, uma das sobremesas, “balada no Bois de la Chaize”, é uma representação do bosque local, com um gelado que leva resina de pinheiro, servido sobre “musgo” (sponge cake) de chá verde e “terra” de chocolate.

Na conversa com David Gelb (ver texto nestas páginas), o autor de Chef’s Table refere que um dos critérios para fazer parte da série se prende com a personalidade do chef e de uma boa narrativa que este tenha para contar. Alexandre Couillon tem essa história e coloca-a no prato com mestria. A mesma mestria com que Gelb e a sua equipa a servem no ecrã.

GUIA PRÁTICO

Como ir

Tanto a TAP como a Transavia voam regularmente para Nantes. Daqui a Noirmoutier distam 77km, que se percorrem de carro em pouco mais de uma hora ou de autocarro em 1h40. Na ilha existem alguns transportes públicos, mas a bicicleta é o meio ideal de locomoção.

Onde dormir
Não há grandes hotéis de luxo ou de cadeias conhecidas, mas há vários lugares confortáveis e com um certo charme, como o Ancre Marine, o La Chaize ou o La Villa en l’Île.

Onde comer
O La Marine (5 Rue Marie Lemonnier; tel.:02 51 39 23 09) é sem dúvida o principal restaurante da ilha. Contudo, para além deste duas estrelas Michelin, a ilha conta com um conjunto de pequenos restaurantes de cozinha simples e preço mais acessível que servem produtos da região.

A Fugas viajou a convite da Netflix

Fonte: Fugas

domingo, 15 de fevereiro de 2015

MUSEUS GRATUITOS PELO MUNDO - MUSÉE d'ART MODERNE, PARIS, FRANÇA

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O Musée d'Art Moderne, em Paris, foi inaugurado em 1961 e é dedicado às artes do século XX. O museu é gratuito, podendo ser visitado a qualquer altura, e tem tanto para oferecer aos seus visitantes. Ocorrem, frequentemente, exposições dos trabalhos de grandes artistas modernos. Estes exibem os seus trabalhos neste museu, como é o caso da colecção de 22 peças de Henri Matisse, que o museu dispõem, e de tantos outros artistas do século XX. O museu possuí mais de 8 mil obras de arte que ilustram várias tendências da arte moderna.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

CASTELOS E PALÁCIOS - CHÂTEAU DE L'ISLETTE, FRANÇA

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O castelo Château de L'islette foi construído no século XVI e está localizado no vale de Loire. Este monumento do renascimento, desenhado por René de Maillé, está situado na margem esquerda do rio Indre. O castelo nunca foi usado como fortaleza, apesar da sua localização estratégica ser perfeita numa situação defensiva. O castelo já foi utilizado como habitação, mas também como esconderijo secreto para casos românticos extraconjugais de famosos artistas.
É possível realizar uma visita guiada ao castelo, uma vez que este encontra-se aberto ao público de maio a setembro, das 10h às 18h.  
  

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

TOP 7: RESIDÊNCIAS DE CHEFES DE ESTADO QUE PODE VISITAR - FORTE DE BRÉGANÇON, FRANÇA

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O Forte de Brégançon é um castelo fortificado que foi construído numa pequena ilha perto da costa mediterrânea francesa, no século XVII. Desde a presidência de Charles de Gaulle, o castelo tem servido como retiro oficial dos Presidentes Franceses, mas não é muito utilizado. A partir de 2014, começou a receber turistas, parcialmente devido ao alto custo de manutenção do castelo. Para o visitar, deverá fazer um registo no site do Departamento de Turismo de Bormes-les-Mimosa.

domingo, 21 de setembro de 2014

AEROPORTOS REMOTOS - AEROPORTO DE COURCHEVEL, FRANÇA

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O Ski Resort Ski Couchevel faz parte de Les Trois Vallés - a maior área de ski do mundo - e o seu aeroporto é adequado para o início de uma viagem repleta de adrenalina. A sua pista de asfalto é a mais alta da Europa, a 2010 metros, e, para além de se encontrar rodeada de montanhas e tendo uma considerável colina a meio, está ainda exposta às condições meteorológicas dos Alpes. Devido à dificuldade em aterrar em segurança aqui, os pilotos necessitam de ter uma certificado especial para o fazer.

Se desejar, também poderá chegar ao Ski Resort Couchevel através de um transfer desde a estação de comboio mais próxima, em Moutiers, a 24 quilómetros de distância.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

DESTINOS PARA AMANTES DA ARQUITECTURA - PARIS, FRANÇA

Arquitectura del hierro: París 

Arquitetura de ferro: foram as Exposições Universais da segunda metade do século XIX que se tornaram a arquitectura em ferro uma moda. Assim, a Torre Eiffel apareceu no horizonte de Paris entre grandes elogios e não mais o abaondonou.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

AS VILAS MEDIEVAIS MAIS BONITAS DA EUROPA - FRANÇA

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Esta comunidade está localizada a meio caminho entre Carpentras e Vaison-la-Romaine, França. A origem da vila com vista para a planície de Comtat do século XI oferece excelentes vistas sobre o Monts du Vaucluse ou Gigante da Provença: Mont Ventoux.

domingo, 25 de maio de 2014

AS VILAS MEDIEVAIS MAIS BONITAS DA EUROPA - BEYNAC-ET-CAZC, FRANÇA



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Em Beynac-et-Cazc, uma pequena cidade francesa, temos casas com telhado de telha e uma fortaleza. O Castelo Beynac, com seu Parque Arqueológico e o Causerie Médiévale, são duas visitas essenciais para experimentar a história do interior deste país.

terça-feira, 20 de maio de 2014

AS VILAS MEDIEVAIS MAIS BONITAS DA EUROPA - CARCASSONNE, FRANÇA


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Na Europa, encontramos povoações onde o tempo parece ter parado na Idade Média. Como boa cidade medieval, Carcassonne tem o seu imponente castelo do século XII e é, por isso, uma das mais belas cidades da França. Situada a meio caminho entre Perpignan e Toulouse, vista de fora, a cidade parece impenetrável. Uma vez dentro dos seus muros, o espírito de uma época de viscondes, senhoras e senhores, está em toda parte.

terça-feira, 13 de maio de 2014

AS 20 MELHORES CASAS DE PRAIA DA EUROPA - FRANÇA



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Um portão no fundo do jardim leva a uma vista para barcos de pesca. Os quartos estão divididos entre uma casa à beira-mar do século 20 e o início de uma casa de hóspedes adjacente, com três quartos em tons pastel. Vela, surf e barcos estão disponíveis neste local de França.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

AS 20 MELHORES CASAS DE PRAIA DA EUROPA - CONCARNEAU, FRANÇA


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Esta casa de praia, revestida de madeira, está situada nas areias de Plage des Sables Blanc, no norte de Concarneau, França. É um local bom para o surf e a vela.

domingo, 11 de maio de 2014

AS 20 MELHORES CASAS DE PRAIA DA EUROPA - ILHA DE RÉ, FRANÇA



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A Ilha de Ré é um local paradisíaco. Este tipo de moradia à beira-mar, na aldeia de La Noue, com paredes de painéis de pinho e mobiliário antigo, é um grande achado. Especialmente para as crianças, há uma piscina, uma mesa de ténis e uma série de livros e brinquedos.

domingo, 27 de abril de 2014

AS MELHORES PAISAGENS DE PRIMAVERA - FRANÇA

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Mer de Glace, um glaciar com 1913 metros de altura, é o mais alto da França. A primavera é uma estação que nos permite conhecer o lado mais quente de uma paisagem capaz de dar arrepios.

terça-feira, 11 de março de 2014

AS MELHORES ESTÂNCIAS DE SKI DO MUNO - MEGÈVE, FRANÇA

Resultado de imagem para Megève

Situada em França, na região do Ródano, a estância de Megève encontra-se a 41 km do aeroporto de Annecy e a 12 km da estação de comboio de Sallanches. Esta estância, que tem como montanha mais emblemática Mont Blanc, situa-se numa povoação alpina que no século passado era o destino turístico da classe alta europeia. O seu centro histórico além de lojas, boutiques e centros wellness ainda tem cinema e casino. Além dos tradicionais desportos de neve, no hotel Le Chalet du Mont d'Arbois ainda é possível fazer desportos radicais como parapente, voos de avioneta ou rafting.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Receita típica de França: OVOS BENEDICT


Ingredientes:
8 fatias finas de presunto
Óleo para fritar
4 pãezinhos de hambúrguer abertos ao meio
1 colher de sopa de manteiga
8 ovos pochês
4 gemas
1/2 chávena de chá de água fervida
1/2 chávena de café de sumo de limão
1/2 chávena de chá de manteiga
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Preparação:

Pré-aqueça o forno em temperatura média (170°).
Frite as fatias de presunto no óleo até dourarem.
Passe manteiga na parte cortada dos pãezinhos e leve ao forno pré-aquecido para tostar.
Para preparar os ovos pochês, coloque 3cm de água numa panela rasa ou frigideira de uns 25cm de diâmetro.
Junte uma colher de chá de sal e deixe levantar fervura. Abaixe o lume e cozinhe lentamente.
Quebre o primeiro ovo numa chávena e deixe-o escorregar cuidadosamente dentro da água.
Repita a operação até que todos os ovos estejam na água, sem encostar um no outro.
Deixe cozinhar por 2 a 3 minutos.
Retire com a escumadeira.
Para fazer o molho, coloque as gemas numa panela pequena.
Adicione aos poucos a água fervida, sem parar de mexer, até que o molho fique homogéneo.
Leve a lume brando em banho-maria.
Mexa o molho até que engrosse, mais ou menos uns 2 minutos.
Desligue o lume.
Deixe a panela em banho-maria e adicione, lentamente, o sumo de limão, sem parar de mexer.
Acrescente a manteiga em pedacinhos, esperando que cada pedaço derreta antes de acrescentar o outro.
Junte o sal e a pimenta e aqueça em banho-maria durante uns 5 minutos, mexendo de vez em quando.
Coloque sobre cada metade do pãozinho, uma fatia de presunto e por cima o ovo pochê.
Sirva imediatamente com o molho ainda morno por cima.


Conheça a França aqui

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Testemunho: Viagem a Portugal e Paris



«A programação de toda a viagem foi excelente, o que a tornou muito agradável. Foi tudo muito bem preparado e dividido, o que nos fez aproveitar bem a passagem pelos lugares e cidades. A noite do reveillon que passamos no Hard Rock Café foi excelente. A participação dos guias foi fundamental, com destaque especial para o Carlos, que nos acompanhou no Porto, pelo conhecimento histórico e profissionalismo. Como viajamos em família e todos juntos, não tivemos qualquer problema na entrada ou na saida da Europa. A documentação exigida foi somente os passaportes e a entrevista foi rápida e tranquila. A viagem superou a nossa expectativa e somente temos que agradecer o seu empenho e a sua participação no planejamento e em todos os detalhes.»

António Ottani, Janeiro 2013