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terça-feira, 2 de abril de 2019

5 erros que não vai querer cometer ao visitar Singapura

de Meagan Morrison - adaptado da CN Traveller

Singapura é tão elegante, sofisticada e inovadora quanto pode imaginar: uma metrópole brilhante repleta de arranha-céus e amplos centros comerciais que se equilibram com as paisagens tropicais que lá existem. Chineses, malaios, indianos e expatriados de todo o mundo criaram uma cultura que nem Singapura consegue definir – multiculturalismo no melhor sentido da palavra. É também segura, impecavelmente limpa, e uma porta de entrada para o Sudeste Asiático. Contudo, existem regras que devem ser cumpridas, e há erros que os viajantes geralmente cometem. Veja abaixo quais são e como evitá-los, segundo Murphy Loh, concierge chefe no The Ritz-Carlton, Millenia Singapure.

by John T on Unsplash

1. As pessoas ignoram os hawker centers porque não estão habituadas.

 Em Singapura, a comida é um assunto sério. É, geralmente, o primeiro tema de conversa e uma fonte de opiniões bem enraizadas. Existe uma grande variedade de bons restaurantes sofisticados, cafés boémios e, o mais notável e singapuriano exemplo de todos, os hawker centers – pavilhões onde estão concentrados pequenos restaurantes (à semelhança do Mercado da Ribeira, em Lisboa). Há algumas décadas atrás, o governo decidiu criar um centro para estes vendedores, com o intuito de manter os standards sanitários e de reestruturar a cidade. Esse facto ajudou a transformar Singapura no país que conhecemos hoje. As três cozinhas principais que lá se encontram são a chinesa, malaia e indiana. Existe também cozinha japonesa, tailandesa e americana (hambúrgueres), e alguns misturam a gastronomia dos diferentes países criando uma magia de sabores.
Os pratos dos hawker centers, todos surpreendentemente acessíveis, não vão ser os mesmos que se encontram na China ou na Índia. Isto porque todos os pratos locais de Singapura têm a impressão digital de cada vendedor, através da receita secreta que vai sendo transmitida ao longo das gerações. Toda esta variedade reflecte o multiculturalismo do país. Alguns pratos típicos que devem ser procurados são: arroz de frango, caranguejo em molho picante (chilli crab), espetadas satay e, para os mais aventureiros, raia grelhada. Uma boa ideia é complementar estes pratos com um sumo de cana-de açúcar e uma rodela de limão, ou com a cerveja típica de Singapura, Tiger Beer.

by Poh Wei Chuen on Unsplash
    2. A escolha de vestuário é geralmente feita consoante o clima do equador, e não de acordo com o ar condicionado.

Singapura é um país tropical – fica a cerca de 140 km do Equador – e não tem as estações do ano tradicionais. Ora está um tempo seco ora está húmido, ora está um sol radiante ora está a chover, e quando chove, a chuva é muito forte. Normalmente, esta dura apenas um par de horas, arrefecendo a cidade por breves instantes. Por outro lado, pode também trazer humidade quente e pesada, porém os prédios continuam gelados por causa do ar condicionado. Uma boa sugestão é vestir várias camadas de roupa durante o dia, e ajustar o seu uso tendo em conta a temperatura. O mais aconselhado é visitar as atracções cobertas durante o pico de calor ou das chuvas (que, geralmente, acontecem ao final da tarde) – procure a Cúpula das Flores e a Floresta das Nuvens nos Jardins da Baía (Gardens by the Bay) e a Galeria Nacional de Singapura (National Gallery).
    Tenha também em conta que a moda e as compras têm um papel muito importante no modo de vida do país, portanto arranjar-se para ir tomar o pequeno-almoço, almoço ou jantar não é invulgar. O vestuário utilizado em Singapura pode ser o mesmo vestuário que se vê em qualquer cidade cosmopolita.

by Natasha Kasim on Unsplash

3. Os viajantes andam de táxi e esquecem-se do metro.

Os transportes públicos em Singapura são uma forma muito fácil de percorrer a cidade, seja de metro (Mass Rapid Transit, ou MRT), autocarro, ou até mesmo o teleférico para a Ilha de Sentosa. O metro é dos mais limpos e eficientes do mundo, e deve ser a primeira opção. Em segundo lugar surgem os táxis (existem seis concorrentes principais) e, geralmente, a conversa com os motoristas é esclarecedora, desde o ponto de partida até ao destino. A Grab e a Uber estão a tornar-se populares também.
Apesar da diversidade étnica e da mistura de línguas, o Inglês continua a ser predominantemente usado nos transportes públicos e pelos taxistas. Para além disso, podemos dizer que não seria Singapura se não tivesse algumas regras-chave no que diz respeito aos transportes: primeiro, antes de atravessar a rua, tem mesmo que encontrar uma passadeira, porque o jaywalking leva a uma multa. Depois, não pode comer nem beber nada no comboio - apenas pode dar alguns golos de água muito rapidamente. Por último, no que toca aos táxis, é importante levar dólares de Singapura, porque a maioria deles ainda não funciona com cartões de crédito. Pode esperar também taxistas muito faladores e bem-dispostos. Nota: As sobretaxas nos táxis aplicam-se durante os horários de pico: de manhã, ao anoitecer e depois da meia-noite.

by Farrel Nobel on Unsplash

4. Assume-se o inglês como língua primária e pensa-se que não há nenhuma língua a aprender.

Já ouviu falar de Singlish? É uma parte insubstituível da identidade de Singapura: um dialecto híbrido com palavras emprestadas de diferentes idiomas, que reflectem a composição cultural da cidade e incluem Inglês, Hokkien, Mandarim, Malaio e Tamil. Consegue combinar cinco a seis idiomas diferentes em qualquer frase. “Lah”, por exemplo, é uma expressão Singlish usada para enfatizar uma emoção. Se disser “I’m tired lah” significa que está um pouco cansado, mas se disser “I’m tired LAH!” significa “Estou extremamente cansado por isso deixem-me em paz.” “Can lah” é geralmente usado para dar permissão a alguém (“Sim, claro que podes fazê-lo”). Existe também uma saudação popular: “Eat already or not?” (lido muito rapidamente - “Eatalreadyornot?”). Como a comida é uma parte crucial de qualquer singapuriano, é natural saudar alguém com o seu nível de fome. Por último, “shiok” (pronuncia-se sh-yok) é uma expressão usada para descrever a satisfação pura-  adivinhe quando: no final da refeição. Pode dizer “The chili crab I had at dinner last night was so shiok!” (“O chilli crab que comi ontem há noite era tão shiok!”) e passará por singapuriano.



Photo by chuttersnap on Unsplash

5. Acredita mesmo que não vai ser multado, certo?

Errado (Desculpe!). Quando as pessoas descrevem Singapura, a afirmação “É tão limpo e verde.”  segue-se de uma lista infinita de multas peculiares. Para começar, é proibido comer pastilhas elásticas. Ponto final. Não as pode levar para o país, nem comprá-las lá – embora exista quem vá até à Malásia para comprar um pacote. Em segundo, fazer lixo não é permitido; não há embalagens de doces, sacos de takeout, coffee cups, e a lista continua. É por esta razão que Singapura é tão limpa! As pessoas apenas podem fumar nas áreas designadas para tal, e também levam multa se não descarregarem o autoclismo numa casa de banho pública. Singapura tem um site chamado Stomp (criado pelo Straits Times), onde as pessoas fazem upload de fotos de comportamentos que dão direito a multa, como estacionar num local para deficientes. O país leva estas questões muito a sério. Os polícias com uniforme podem até não estar à vista, mas os à paisana abundam!


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Fomos de férias, à descoberta das suas próximas viagens: As férias da Raquel


A RAQUEL E AS SELVAS DO ORIENTE


Em Agosto, a Raquel visitou terras orientais para descobrir natureza, cidade... e a natureza na cidade! Chegada a Singapura, a Raquel encontrou nesta cidade de jardins tão belos quanto os seus edifícios e uma vasta diversidade cultural:“em Singapura, encontra-se um pouco de todo o mundo”, diz. O conselho da Raquel para si: porque não reservar e jantar numa cápsula da famosa Roda-Gigante (Singapore Flyer)? Sim, é possível!Já se imaginou na selva mais antiga do mundo, onde pode observar espécies ameaçadas no seu habitat natural?Na Ilha de Bornéu, a Raquel viveu uma experiência que considera muito especial e marcante (e agradece aos seus clientes André e Sofia pela bela ideia que lhe deram!). Sempre a pensar no bem-estar dos seus clientes, aproveitou ainda a oportunidade de usufruir de uns dias paradisíacos na luxuriante Ilha Gaya, onde pode desfrutar de diversas actividades como snorkelling, mergulho, caminhadas... e belos jantares, cocktails e massagens!Já na Malásia Peninsular, a Raquel passou por Penang (Património UNESCO), Cameron Highlands (verdes colinas de chá), outro parque natural (Taman Negara, ideal para os aventureiros que gostam de conforto q.b.), Kuala Lumpur (uma "selva urbana") e Malaca, uma cidade que achou muito especial, não só pela sua beleza, como pela familiaridade que transmite:“ouvir falar português a esta distância histórica e geográfica é extremamente comovente”, diz a Raquel após relembrar que esta foi, em tempos, uma colónia portuguesa. Venha conhecer esta cidade repleta de hotéis e cafés-boutique e mercados, excelentes para compras e para passear à noite entre luzes, sabores e bulício. 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Portugueses pelos quatro cantos do Mundo

Partilhamos esta publicação de Filipe Morato Gomes, por quem temos uma grande admiração:

"Acabo de chegar a Shiraz, no Irão, onde aguardo o grupo de viajantes que me acompanhará na vigésima edição da viagem Segredos da Pérsia (que tenho liderado para a agência Nomad).
Enquanto não chegam todos e eu desligo um pouco do mundo digital, aproveito para chamar a sua atenção para um conjunto de textos do Alma de Viajante pelos quais tenho um enorme carinho. Trata-se da série Portugueses pelo Mundo, inspirada num homónimo programa de televisão, que retrata - em formato entrevista - a experiência de portugueses a viver nos quatro cantos do mundo.
Da inóspita Longyearbyen localizada acima do Círculo Polar Ártico à cosmopolita Cidade do Cabo no extremo sul do continente africano, há já 60 testemunhos apaixonantes que gostava de partilhar consigo.
Vem isto a propósito de, nos últimos dias, ter publicado mais dois fantásticos relatos: um sobre viver em Cuenca, no Equador, e outro sobre a vida em Pequim. Caso aprecie o registo, eis o TOP5 dos mais lidos, desde o início do ano:
A propósito, se conhecer portugueses a viver em destinos ainda não abordados na série - ver mapa nesta página -, onde quer que seja (da Europa à Coreia do Sul, das Caraíbas à Polinésia, da República do Congo ao Canadá), sinta-se à vontade para os desafiar a participar - e depois eles que entrem em contacto comigo que eu explico tudo. Vamos a isso? Obrigado.
Grande abraço e boas viagens,
Filipe Morato Gomes"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

E as cidades mais vibrantes no mundo são?

Chicago alcançou o primeiro lugar do ranking das cidades mais vibrantes, seguida de Melbourne, Lisboa e Nova Iorque.
Esta lista foi divulgada através do Time Out City Index, um questionário ao qual responderam 20 mil pessoas, espalhadas por 18 cidades, e que avalia o que promove (ou não) uma cidade quando se trata do que podemos fazer para tirar partido dela nas seguintes dimensões: comer & beber, inspiração, dinamismo, comunidade, acessibilidade de preços e sociabilidade.
1. Chicago
2. Melbourne
3. Lisboa
4. Nova Iorque
5. Madrid
6.Cidade do México
7. São Paulo
8. Los Angeles
9. Barcelona
10. Londres
11. Hong Kong
12. Miami
13. Tóquio
14. Singapura
15. Paris
16. Sydney
17. Dubai
18. Kuala Lumpur


Fonte: Viagens & Resorts
 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Onde o sol nasce primeiro (para si): Extremo Oriente e Antípodas


Os mistérios do sol nascente estão ao seu alcance, numa paleta diversificada de cores, culturas e paisagens.
Seja dos poucos a aventurar-se na Coreia do Sul, numa viagem profundamente embebida nos usos e tradições locais. Descubra a energia vibrante do Vietname, um país próspero e elegante, com belas montanhas, praias e cidades. Conheça a doçura do Laos, a garridice da Tailândia e o esplendor dos vestígios históricos do Cambodja. Explore a Malásia e os seus tesouros naturais e artesanais, admirando as suas luxuriantes flora e fauna tropicais. A Nova Zelândia, por muitos considerada a versão terrena do paraíso, oferece-lhe glaciares e geisers, pirilampos e baleias, prados e selvas.

A Oriente, tudo de novo!
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Na linha do Pacífico

Coreia Multicolor
A modernidade encontra-se com a tradição em Pequim e Seul. Viaje entre estas cidades e descubra cenários espectaculares, arte anciã e arquitectura milenar ao longo do caminho. Admire a beleza simples da vida quotidiana: aldeias, mercados e restaurantes de rua. Prove o gosto genuíno de fazer parte deste mundo. Saiba mais aqui.
Desde €4.450 por pessoa, com voos.
Vietname autêntico!
Viagem culturalmente rica, num país amável, colorido, cheio de diversidade humana e paisagística - e gastronomia irresistível! Uma aventura completa que inclui Hanói, Sapa, Baía de Halong, Hoi An, Hue, Saigão e o Delta do Mekong.Saiba mais aqui.
Desde €2.270 por pessoa, com voos.
Malásia, história e modernidade
Visite, além das grandes metrópoles de Singapura e Kuala Lumpur, os patrimónios UNESCO Penang e Malaca. Maravilhe-se com paisagens férteis e mercados fervilhantes. Passe por plantações de chá, mangais e ateliers de artesanato. Saiba mais aqui.
Desde €2.080 por pessoa, com voos.
Deambulando pelo Sudeste Asiático
Uma viagem inesquecível pela Indochina, num crescendo de experiências! Um mosaico composto pela Tailândia, Laos, Vietname e Cambodja - países próximos mas muito contrastantes! Encontrará tribos de tradições anciãs e monumentos históricos impressionantes. O cantar dos pássaros na selva irá soar-lhe inesquecível. Saiba mais aqui.
Desde €2.980 por pessoa, com voos.
Travessia da Nova Zelândia
Caminhe no Glaciar Franz Joseph Glacier, deslize pelas vistas de tirar o fôlego de Milford Sound, encolha-se ante o espectacular Monte Cook, aviste baleias e golfinhos em Kaikoura, caminhe no Abel Tasman National Park, maravilhe-se com a majestade do Monte Ruapehu, experimente os gêiseres e as piscinas de lama borbulhante em Rotorua, conheça o brilho dos pirilampos de Waitomo e explore a Baía das Ilhas. Saiba mais aqui.
Desde €3.700 por pessoa, com voos.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Malásia: História e Modernidade 10 dias

Visite, além das grandes metrópoles de Singapura e Kuala Lumpur, os patrimónios UNESCO Penang e Malaca. Maravilhe-se com paisagens férteis e mercados fervilhantes. Passe por plantações de chá, mangais e ateliers de artesanato.